segunda-feira, 20 de junho de 2011

SANGUE NOVO: 21 poetas baianos do século XXI

A coletânea Sangue novo – 21 poetas baianos do século XXI, publicada pela Escrituras Editora, de São Paulo, terá lançamento em Salvador, no dia 23 de julho de 2011, das 10 às 14 horas, na livraria LDM Multicampi, na Rua Direita da Piedade. Sangue novo conta com organização do poeta José Inácio Vieira de Melo e com apresentação do escritor Mayrant Gallo. A ilustração da capa é de Fernando Aguiar, artista plástico e poeta português.

Relação dos 21 poetas:

Alexandre Coutinho
André Guerra
Bernardo Almeida
Caio Rudá de Oliveira
Clarissa Macedo
Daniel Farias
Edson Oliveira
Érica Azevedo
Fabrício de Queiroz
Gabriela Lopes
Georgio Rios
Gibran Sousa
Gildeone dos Santos Oliveira
Janara Soares
Lidiane Nunes
Priscila Fernandes
Ricardo Thadeu
Saulo Moreira
Vânia Melo
Vanny Araújo
Vitor Nascimento Sá



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V Festival Internacional de Poesia 2011

Palestras e oficinas fazem parte do evento que neste ano traz Doutores da Alegria e Marina Colasanti, entre outros poetas nacionais e internacionais. A capital brasileira da poesia vai abrigar nos dias 1, 2 e 3 de julho o V Festival Internacional de Poesia. O evento acontece em Dois Córregos desde 2007 e foi idealizado pelo poeta e empresário, José Eduardo Mendes Camargo. Com o tema “Poesia, a arte do encontro”, o Festival tem como objetivo disseminar a criação poética entre a população em geral. O evento é gratuito e destinado a poetas, escritores, educadores, estudantes e pessoas interessadas no assunto. Neste ano o evento será aberto pelos Doutores da Alegria que desde a década de 90 trabalham em conjunto com profissionais de saúde para auxiliar na rápida recuperação de crianças hospitalizadas. O grupo apresentará a palestra/espetáculo “Profissão Palhaço”. A programação também inclui a participação de importantes poetas nacionais e estrangeiros, como Paula Wenke, responsável pela criação do Teatro dos Sentidos, que se baseia em técnicas de encenação para uma plateia de deficientes visuais e/ou pessoas com os olhos vendados, adaptando textos com o intuito de provocar o tato, olfato, audição e paladar. Através da palestra “Poesia Multimídia”, Paula apresentará seu livro Zoom in Zoom out, onde faz a poesia extrapolar o verso.
Entre os palestrantes estão os poetas Paulo Netho e José Ricardo Grilo este se apresentando com o músico Adriano Dirribeira; a secretária de educação de Dois Córregos, Rosa Laura Garcia Calacina; o poeta, ensaísta e cronista Affonso Romano de Sant´Anna; a escritora, jornalista e pintora Marina Colasanti; a poetisa, cronista, tradutora e compositora Flora Figueiredo; o escritor e poeta Luiz Coronel; o poeta Saldanha Legendre, além dos poetas Carlos Vásquez Tamayo, da Colômbia, Alfredo Fressia, do Uruguai e a poetisa portuguesa, Ana Vieira.
A íntima ligação de Dois Córregos com as palavras, e sua vocação para disseminar a literatura, surgiu há 16 anos. Em 1995, José Eduardo Mendes Camargo, que se descobriu poeta na maturidade, criou o Instituto Usina de Sonhos, entidade sem fins lucrativos reconhecida pela UNESCO (Órgão das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Cultura) e referendada pelo Ministério da Cultura (MinC), que tem como missão inserir o ser humano desde a infância, nas várias formas de linguagem, em especial, a poética.
O evento acontece de 1 a 3 de julho, no Hotel Estância Santa Paula, localizado na avenida Gofredo Schilini, s/n, em Dois Córregos.
O V Festival Internacional de Poesia é um projeto realizado com o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural 2010 (ProAc).

Programação:
Dia 1º de julho, sexta-feira:
09h00 – Abertura Oficial do Evento
09h30 – Palestra/espetáculo “A Profissão Palhaço”, com os Doutores da Alegria
11h00 – Oficina de Poesia “Soprador de Palavras”, com Paulo Netho
14h00 – Palestra “Sobre Dragões e Sonhos”, com José Ricardo Grilo e Adriano Dirribeira
15h30 – Poesia na Escola, com Rosa Laura Garcia Calacina

Dia 2 de julho, sábado:
09h00 – Palestra “Conversa”, com Affonso Romano de Sant´Anna
10h30 – Palestra “Poesia desde sempre”, com Marina Colasanti
14h00 – Palestra “Poesia, Rima e Melodia”, com Flora Figueiredo
15h30 – Palestra “As múltiplas faces da criação”, com Luiz Coronel
16h30 – Palestra “A poesia de Carlos Saldanha Legendre”

Dia 3 de julho, domingo:
09h00 – “Poesia Multimídia”, com Paula Wenke e seu livro Zoom in Zoom out
10h30 – Versos diversos com os poetas Carlos Vásquez Tamayo, da Colômbia, Alfredo Fressia, do Uruguai e a poetisa portuguesa, Ana Vieira.
12h00 – Encerramento


Serviço:
V Festival Internacional de Poesia
Data: 1, 2 e 3 de julho de 2011
Local: Hotel Estância Santa Paula
Endereço: Avenida Gofredo Schilini, s/n - Dois Córregos (SP)
Horário: sexta e sábado, das 9h às 17h30 e domingo, das 9h às 12h
Telefone: (14) 3652-1265/ 3652-2288
E-mail: contato@usinadesonhos.org.br
Site: http://www.usinadesonhos.org.br/


José Geraldo Neres
blog: http://neres-outrossilencios.blogspot.com
skipe: jose.geraldo.neres
e-mail: jgneres@uol.com.br
ou: outrossilencios@gmail.com

LUÍS DE CAMÕES

SONETO 80




Alma minha gentil, que te partiste

Tão cedo desta vida, descontente,

Repousa lá no Céu eternamente,

E viva eu cá na terra sempre triste.



Se lá no assento etéreo, onde subiste,

Memória desta vida se consente,

Não te esqueças daquele amor ardente

Que já nos olhos meus tão puro viste.



E se vires que pode merecer-te

Alguma cousa a dor que me ficou

Da mágoa, sem remédio, de perder-te,



Roga a Deus, que teus anos encurtou,

Que tão cedo de cá me leve a ver-te,

Quão cedo de meus olhos te levou.



LUÍS CAMÕES

POESIA NA EDUCADORA FM

AMIGOS E AMIGAS, OUÇAM MINHA POESIA NA RÁDIO EDUCADORA FM DA BAHIA:



sábado, 4 de junho de 2011

PAULO AFONSO

Amigos e amigas, quando quiserem venham me visitar na bela cidade de Paulo Afonso.

CONDOMÍNIO ENCONTRO DAS ÁGUAS – BL 05/ AP. 204

RUA RIO BRANCO, JARDIM BAHIA

PAULO AFONSO – BA

domingo, 22 de maio de 2011

CONCURSOS LITERÁRIOS

CONCURSOS LITERÁRIOS

Você que tem originais e quer publicar seus livros, fique ligado nos vários concursos literários brasileiros. Sucesso!

PRÊMIOS CULTURAIS DO SESC - DISTRITO FEDERAL - 2011

Músicos, fotógrafos, pintores, compositores, escritores e todos os que têm interesse em participar, já podem se inscrever para a edição 2011 dos prêmios culturais promovidos pelo SESC-DF. As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de julho nas unidades do SESC e ainda pelos correios, gratuitamente. Para o Prêmio SESC de Música Tom Jobim as inscrições podem ser feitas até 30 de setembro. Os concursos, que abordam diversas modalidades artísticas como pintura em tela, música, fotografia e literatura, são excelentes oportunidades para artistas publicarem seus trabalhos e terem visibilidade. Candidatos de todo Brasil podem participar, com exceção do prêmio de pintura em tela, que é restrito ao Distrito Federal. Ao longo das edições, cerca de cinco mil artistas já participaram dos prêmios culturais. Como resultado, o SESC-DF gravou seis CDs, publicou 38 coletâneas e realizou diversas exposições. Na edição de 2010 mais de mil artistas se inscreveram. Os regulamentos - contendo todas as orientações sobre os prêmios - seguem no link abaixo:

http://www.sescdf.com.br/site/noticias/cultura/29-03-2011-premios-culturais-2011/

MEU ANIVERSÁRIO!

Eu, minha esposa Rosana e meu filho João Cleber.

Meu aniversário no dia 14 de maio de 2011. Um sábado maravilhoso. Amigos e familiares todos juntos. Muita alegria e bom bate papo. Petiscos, cervejas e bons vinhos. Alegria geral. Fiquei muito feliz com a presença de todos.

Agora só no próximo ano, talvez em Paulo Afonso.

Eu, minha mãe Zuleide e meu irmão Clécio.

Meu aniversário no dia 14 de maio de 2011. Um sábado maravilhoso. Amigos e familiares todos juntos. Muita alegria e bom bate papo. Petiscos, cervejas e bons vinhos. Alegria geral. Fiquei muito feliz com a presença de todos.

Agora só no próximo ano, talvez em Paulo Afonso.

MEU ANIVERSÁRIO


Meu aniversário no dia 14 de maio de 2011. Um sábado maravilhoso. Amigos e familiares todos juntos. Muita alegria e bom bate papo. Petiscos, cervejas e bons vinhos. Alegria geral. Fiquei muito feliz com a presença de todos.


Agora só no próximo ano.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Com a Palavra o Escritor com Raimundo Gadelha

Dando continuidade ao projeto Com a Palavra o Escritor, que neste ano já recebeu Mãe Stella de Oxóssi, a Fundação Casa de Jorge Amado convida, no dia 18 de maio, quarta-feira, às 17h, o poeta Raimundo Gadelha, responsável pela Escrituras Editora para um bate-papo com os baianos. O projeto anual, que em 2011 completa 17 anos, busca proporcionar um espaço de aproximação entre o público o trabalho do autor, estimulando o intercâmbio de ideias e experiências.

O evento é uma oportunidade de conhecer o responsável por uma das editoras que mais publicam poesia no Brasil, atualmente. Antes de comentar sua trajetória, Raimundo Gadelha será apresentado por Goulart Gomes.

Raimundo Gadelha é poeta e fotógrafo, formado em Publicidade e em Jornalismo pela Universidade Federal da Pará (UFPA), com especialização na Universidade de Sophia, em Tóquio, Japão, onde residiu por três anos, depois de ter estudado em Nova York. Sua obra percorre o romance, o conto, o teatro e a poesia, tendo 15 livros publicados, entre eles Vida útil do tempo (poesia, 2004) e Em algum lugar do horizonte (romance, 2000), editado na Grécia e no México.

Atuou durante três anos como editor da Aliança Cultural Brasil-Japão e, em 1994, fundou a Escrituras Editora (www.escrituras.com.br), que comanda até hoje. Em 2007, assumiu a direção da editora e livraria virtual Arte Paubrasil (www.artepaubrasil.com.br) e em 2009 adquiriu os selos A Girafa e Girafinha, dando continuidade às suas publicações. Há mais de dez anos, promove regularmente saraus e recitais, como a Quinta Poética, que acontece mensalmente na Casa das Rosas (São Paulo) e que associa a poesia a intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas e cultura popular. Até outubro de 2011 lançará seu novo livro de poesia, Dez íntimos fragmentos do indecifrável mistério, que será publicado pela Escrituras Editora.

O Com a Palavra o Escritor, há 17 anos, promove o encontro entre autores e público através de depoimentos informais. No evento, escritores de ficção e poesia, críticos, historiadores e tradutores já tiveram ocasião de partilhar sua experiência pessoal sobre a aventura de publicar um livro. Em 2011, o projeto já recebeu Mãe Stella de Oxóssi e terá ainda como convidados, entre outros, Alexandre Bonafim (MG) e Janaína Amado.

domingo, 15 de maio de 2011

LITERATURA BOLIVIANA: PILAR PEDRAZA

PALABRAS SIN VOZ




Ausentes de mi boca los sonidos,

tiemblan mil gritos contenidos

sustento palabras en la mente

y el silencio de mis labios dormidos,

exponiendo este sentimiento irreverente

mientras conversa el corazón con sus latidos.



Ligeras como el viento

mis manos con la pluma te acarician

transformando la elocuencia en silente palabra

que plasma con letra sigilosa enardecidas avaricias

de bizarras penas y retorcidos pensamientos,

que cual cúmulo de sílabas la garganta ahoga.



Y hoy quiero decirte amor.

tanto y tan poco hablarte quiero esta vez,

contigo el mundo armonizar deseo;

lo que necesitan mis sentidos es comunicarte

que amar sin poderte hablar es agonizar la avidez

matando el encanto de aquello que me duele tanto.



Y si tuviera el magno don de la palabra

cuantas cosas te diría. cuantas cosas vida mía

cosas que guardan sigilosos el papel junto a mi pluma;

susurraría en tus oídos nuestros momentos vividos

las muchas y pocas cosas que escribo para ti día tras día

cosas y romance caricias de mis besos, el cielo y yo su luna.



Más si posaras tu boca en mi boca macabra

perder el don de la palabra sería simplemente cosa mía;

y habrá de resignarme esta carencia de voz

puesto que maltratar ni herir puedo,

no grito ni canto, no rio ni me espanto.

Para hablarte me bastan los ojos un tanto,

para reír. la mirada, la pluma y vos.



Para amarte tengo mi cuerpo y la osadía de la expresión

poseo tu piel en lo profundo de mi piel aprisionada

capaz de escuchar ardiente el silencio de la dicción

capaz de arrastrar tus sueños así sea de madrugada.

Para amarte a vos tengo

papel, pluma, escritura y la emoción

de un ciclópeo corazón y profuso sentimiento.



Hoy quise decirte, aún escasa mi labia y carente de voz;

que te amo tanto. tanto quise decirte hoy a vos.



PILAR PEDRAZA


http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=4896

IV Jornada Internacional de Mulheres Escritoras

Acontece em São Paulo nos dias 18 e 19 de maio, no SESC Pinheiros e nos dias 20 21 em São José do Rio Preto, a IV Jornada Internacional de Mulheres Escritoras. Seis escritoras estrangeiras, 12 brasileiras e mais duas escritoras que atuarão como mediadoras. Estarão participando com palestras que trazem temas os mais diversificados as internacionais: Alícia Poderte (Argentina), Pilar Quintana (Colombia), Arabella Salaverry (Costa Rica), Alejandra Costamagna (Chile), Pilar Pedraza (Bolívia), Ruth Pérez Aguirre (México) e as brasileiras: Naine Terena, Tatiana Terena, Cecília Prada, Nilza Amaral, Baby Garroux, Hygia T. Calmón Ferreira, Nilce Lodi, Renata Pallottini, Jurema Batista, Márcia Lígia Guindin, Giulia Moon, Ada Pellegrini Grinover, Ariana Gomes, quarto ano consecutivo que um evento literário consegue reunir escritoras de renome internacional em duas cidades diferente. Faz parte da programação do evento, além das palestras, o encontro de redes e associações de mulheres escritoras e jornalistas, desenvolvendo intercâmbios da comunicação existente em âmbitos distintos.



A jornada tem como principal objetivo o intercâmbio de experiências entre mulheres escritoras de todo mundo, visando criar mecanismos de efetiva comunicação entre redes, editoras, tradutoras, pesquisadoras, jornalistas, educadoras, leitoras e futuras escritoras.


Para a abertura da Jornada, estará presente no dia 18 de maio, o escritor e crítico da Academia Paulista de Letras, Fábio Lucas, que estará recebendo o prêmio “Lygia Fagundes Telles”.


A organização envolve além da equipe de coordenação liderada por Isabel Ortega, a parceria do SESC São Paulo e SESC Rio Preto e os apoios: da Secretaria da Cultura de Rio Preto, ACIRP, Associação Comercial de Rio Preto, Academia Riopretense de Letras, UBE, União Brasileira de Escritores, RiopretoShopping, UNESP, UNIP, UNILAGO. As palestras que acontecerão no SESC Pinheiros São Paulo e SESC Rio Preto, das 10:30 às 18h00, com pausa para almoço. (segue em anexo programa). Nesse público feminino estarão representantes de diversos segmentos sociais e culturais da sociedade regional: mulheres do campo (cortadoras de cana), jovens universitárias das áreas de letras, psicologia, direito, jornalismo, línguas, pedagogia, assim como professoras. Dia 20 de maio as 10:30 da manhã na ACIRP, Associação Comercial de Rio Preto (centro)- Abertura da Jornada em Rio Preto, com Homenagem as escritoras presentes e ao Critico e Escritor Fábio Lucas, pela Academia Riopretense de Letras e Cultura. Após as últimas palestras, todo dia acontecerá o Café Literário no espaço de convivência do SESC, que tem como meta se tornar o local de encontro entre escritoras e participantes do público, propiciar intercâmbio, conversas informais, divulgação de trabalhos, troca de contatos, lançamentos de livros. Como evento paralelo, estarão na praça do Rio Preto Shopping, a exposição “Mulheres de Fibra” de Norma Villar e a presença das escritoras que estarão apresentando seus livros. O público participante na Jornada poderá receber um certificado de participação, enviando os dados ao e-mail jornadaescritorasrp@hotmail.com


Um evento que reforça o intercambio cultural em duas grandes cidades.






O endereço do Sesc Pinheiros: Rua Paes Leme, 195, Pinheiros- São Paulo-SP Tel. 3095 9400

IFBA

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NOVO LIVRO DE LITA PASSOS

É com muita satisfação que convido você meu amigo leitor para o lançamento do novo livro intitulado ROSÁRIO DE LEMBRANÇAS da minha amiga e poeta LITA PASSOS.

Livro: ROSÁRIO DE LEMBRANÇAS:

Poemas: Lita Passos

Capa e Ilustrações: Álvaro Machado

Texto de orelha: Janaína Amado

Apresentação: Gláucia Lemos


DATA: 06/06/2011
LOCAL: livraria cultura, salvador shopping, salvador, Bahia,
HORÁRIO: 19:00

sexta-feira, 13 de maio de 2011

POESIA NA RÁDIO

A poesia de Cleberton Santos nas ondas da FM

Informo aos amigos leitores que o início das veiculações do programa "Minutos de Poesia" será na segunda-feira (16/05/2011), na rádio Educadora FM, 107.5, os horários de veiculação são 11:30 e 23:30, de segunda a sexta.

Como são 260 programas e aproximadamente 30 poetas distintos tivemos que ir gravando em blocos e iremos entregando ao IRDEB em remessas de 65 em 65 programas finalizados para que aja o rodízio de todos os poetas participantes.
Informação enviada pela produtora executiva Clarice Bartilotti.

Sou um dos 30 poetas selecionados pelo projeto. Muita honra. Desejo a todos uma boa audição da poesia universal.

Feira de Santana, 13 de maio de 2011.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

MEU ANIVERSARIO

CONVITE


CONVIDO VOCÊ PARA BEBEMORARMOS JUNTOS MEU 32ª ANIVERSÁRIO.



DATA: 14 DE MAIO DE 2011

LOCAL: COND. AQUARIUS RESIDENCE, EM FRENTE A UEFS, VIZINHO A CHURRASCARIA DO RICARDO.

HORÁRIO: 19:00



CLEBERTON DOS SANTOS (Propriá-SE, 14 de maio de 1979)

CONTATOS: 9117-6433

clebertonpoeta@yahoo.com.br

quarta-feira, 11 de maio de 2011

“Asfalto”: a poesia verdadeiramente sincera de Sérgio Bernardo

Por Rogério Salgado*

Com a precisão de quem une técnica e emoção com profissionalismo e competência, Sérgio Bernardo em “Asfalto” ((Selo Off Flip Editora Ltda) sabe da pedra e do coração. Com versos simples e entendíveis (raridade na maioria dos poetas atuais, que quanto mais incompreendidos, melhores são considerados) escreve possivelmente não só o que vive, mas o que vivemos cotidianamente. (...)

Leia comentário completo no blog: Suíte das Letras, clicando direto no link abaixo.


http://suitedasletras.arteblog.com.br/498071/Asfalto-a-poesia-verdadeiramente-sincera-de-Sergio-Bernardo/

II FESTA LITERÁRIA DE MARECHAL DEODORO – 7 A 11 DE SETEMBRO

II FESTA LITERÁRIA DE MARECHAL DEODORO – 7 A 11 DE SETEMBRO

http://flimar.blogspot.com/

DESPEDIDA: a viagem continua

DESPEDIDA: a viagem continua
Aos colegas do Colégio Estadual Gov. Luiz Viana Filho

CLEBERTON DOS SANTOS

Cheguei no dia 10 de abril de 2007. Meu barco vinha de outros mares nunca dantes navegados pelos habitantes desta terra-escola. Primeiro foi o estranhamento. Depois a revolta de ambos os lados. A revolta dos nativos diante dos sonhos do invasor. A revolta do invasor diante da realidade dos nativos. Grandes revoltas revoltosas. Mágoas. Silêncios. Falares truncados. Desentendimentos. Um ano passou com muitos desencontros e esperanças. Então nasceu a flor da solidariedade, do entendimento, da comunhão. O invasor, talvez eu, transformou-se em “colega”, “amigo”, “professor”, e outras tantas palavras de luz e compaixão. A terra inóspita, agora era acolhedora e confiável. Os nativos eram meus irmãos. A realidade era suportável. Mas nunca esqueci meus sonhos. Nunca esqueci meus mares outrora navegados. Alimentava em meu coração a certeza de que estava de passagem. Mas nunca seria passageiro. Deixaria minha marca, minha luz, meu ser impregnado na vida desta terra. Na vida deste povo. Também fui indelevelmente marcado pela alma dos irmãos nativos. Humanos sempre humanos meus semelhantes. Luzes que brilham mesmo em abismos de escuridão. Ventos frescos em temperaturas extremas. Educadores. Estou partindo, hoje dia 05 de maio de 2011. Preparei meu barco, as velas brancas, os remos reconstruídos. O vento voltou a soprar. As águas estão boas para novas navegações. Tempo aberto. Sonhos renovados. Agora carrego saudades. Quatro anos e muitas experiências. Sorrisos, raivas. Alegrias, desespero. Conflitos, pazes. Tudo e todos sempre com muitas estórias. Encontros e desencontros. Estou partindo para novas terras. Nova jornada. Mas sempre voltarei. E quando possível mandarei chamar os amigos para perto de mim. Tomaremos taças de vinho. Ouviremos poesia. E lembraremos juntos dos momentos felizes. Dos tristes também. A vida tem muitas faces. Duas estradas, vários caminhos. Pelas mesmas águas que partimos podemos voltar. Importante é sempre deixar frutos nas árvores, água no pote e amigos de braços abertos. PAZ E SAÚDE PARA TODOS. AXÉ.

Feira de Santana, 05 de maio de 2011.
clebertonpoeta@yahoo.com.br

JOÃO DE MORAES FILHO

VIAGEM À ORDEM DE HORIZ

Ao confrade Cleberton Santos


Uma casa esturricada

enfeita caminhos erguidos

na secura da terra, mãe

da vida quando socorrida

da sede que racha sertão

e toda pedra atirada.



Aquela casa ia sozinha,

vitoriosa; tangia-nos

vestindo o caminho do sol

arrancado de nós. Estrada,

assim ia, nas tardes, nas tardes.

 
João Vanderlei de Moraes Júnior / JOÃO DE MORAES FILHO (nascido em Salvador e filho de Cachoeira, recôncavo baiano - 21/03/1977), ex-Secretário de Cultura e Turismo de Cachoeira, professor, poeta e gestor cultural, graduado em letras pelo ILUFBA e mestrando em Cultura e Sociedade/Instituto de Humanidade Artes e Ciências/Centro de Estudos Multidisciplinar em Cultura/UFBA, onde desenvolve pesquisa no campo das políticas culturais para o acesso ao livro e promoção leitura na América Latina. Fundou em 2005, na cidade de Cachoeira, a Casa de Barro Cultura Arte Educação, onde coordenou o Programa Oju Aiye de Promoção da Leitura, no qual se inseriam os projetos Caruru dos Sete Poetas: recital com gostinho de dendê, as Oficinas de Investigação e Criação Literária Poesia Ouvida, Dedinho de prosa e cadinho de memória, além das Edições Oju Aiye e o Projeto de Intercâmbio Lítero-cultural Bahia Caribe Colombiano em parceria com o Taller Siembra que realiza o Festival Internacional de Poesia de Cartagena, na Colômbia, do qual foi representante no Brasil entre os anos de 2006 a 2010. Publicou Pedra Retorcida: Fundação Casa de Jorge Amado /  Prêmio Braskem de Cultura e Arte  2004; Portuário: Casa de Barro Edições, 2006 e  Em nome dos raios: Expressão Editora, 2009; UNO – Tríade para encantamentos (PRELO). Participa das antologias Murilizai-vos: 100 anos do poeta Murilo Mendes, Edufba 2001; Concerto Lírico a Quinze Vozes, Aboio Livre 2004, e XXI poetas de hoje em diante, Letras Contemporâneas 2009.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Asfalto: a poesia verdadeiramente sincera de Sérgio Bernardo

Asfalto: a poesia verdadeiramente sincera de Sérgio Bernardo


Por Rogério Salgado*

Com a precisão de quem une técnica e emoção com profissionalismo e competência, Sérgio Bernardo em “Asfalto” ((Selo Off Flip Editora Ltda) sabe da pedra e do coração. Com versos simples e entendíveis (raridade na maioria dos poetas atuais, que quanto mais incompreendidos, melhores são considerados) escreve possivelmente não só o que vive, mas o que vivemos cotidianamente.

Leia comentário completo no blog: Suíte das Letras, clicando direto no link abaixo.
http://suitedasletras.arteblog.com.br/498071/Asfalto-a-poesia-verdadeiramente-sincera-de-Sergio-Bernardo/

Projeto Uma Prosa Sobre Versos

entre todos os projetos que eu já estive na minha carreira literária, este é um dos melhores. mais bem organizado. um público formidável. uma noite inesquecível na vida dos escritores que lá estiveram.
parabéns ao povo de Maracás...

Projeto Uma Prosa Sobre Versos




Convidamos para o Projeto Uma Prosa Sobre Versos, com os poetas Elder Oliveira e João de Moraes Filho.

Momento musical com Elder Oliveira e recitais com os grupos Concriz e Renascer.

Sua presentça será muito importante para nós.



Coordenação: Edmar Vieira e Equipe

Prefeitura Municipal de Maracás - BA

terça-feira, 3 de maio de 2011

CAVALEIRO DE FOGO

JOSÉ INÁCIO VIEIRA DE MELO: ODORES E CORES DE SEU "ROSEIRAL"

Por Wender Montenegro

A poesia está viva e ainda conserva seu cheiro de flores! Digo isso a propósito do livro Roseiral, do poeta alagoano, radicado na Bahia, José Inácio Vieira de Melo, publicado pela Escrituras Editora - SP, em 2010.

Roseiral é um grito. Um grito de brasa, um acerto de contas com um tempo passado e opressor, uma “intensa rebelião contra os valores arcaicos do mundo patriarcal que massacram o indivíduo”, conforme as palavras de Astrid Cabral na orelha do livro.

A obra está dividida em cinco seções. Na primeira delas, A idade da pedra, vemos contido um símbolo para a infância do mundo, do homem e do poeta. E já no poema de abertura, Transmutação, JIVM lança sua pedra fundamental na cabeça de Deus, tornado aqui metáfora para um patriarcalismo exacerbado; este sim, alvo exato das pedras do poeta.

Quando o autor de A terceira romaria nos leva à infância, é com mestria que o faz. Assim, os versos iniciais do poema Fuga nos dão a medida do seu manejo com as palavras. Ele diz “As crianças galopam goiabeiras, / sentem o gosto da paisagem de êxtase.”

Da seção Roseiral pode-se ver “a beleza vermelha do sangue na flor”. A rosa passa a ser, então, o símbolo desse conjunto de poemas: a rosa flor, a rosa cor, a rosa mulher, a rosa mística; embora no poema A rosa viva, que transcrevemos aqui, por seu elevado lirismo, ainda continue incrustado o símbolo da pedra:



Estas rosas que vês em mim são brasas.

Por isso, muito cuidado ao tocar

em suas pedras – pétalas sagradas.



Minhas palavras ardem a forjar

estas flores que canto por prazer

e que dão febre e fazem delirar.



Meu coração é mesmo a rosa viva.

Por isso, muito carinho ao pegar

suas pétalas – pedras tão aflitas.



Desta roseira, destacamos ainda outros sonetos e poemas de igual envergadura e valor lírico-metafórico, como é o caso de Rosa Mística, Pintura Rupestre e Dança das Rosas.

Em Odisseia, terceira parte do livro, JIVM rende bela homenagem ao nosso ilustre poeta Gerardo Mello Mourão, ao dedicar ao vate cearense o poema Invenção da Poesia. Esse poema, que parece ser o grande adeus de José Inácio a um tempo conservador que lhe impungiu feridas e golpes amargos, começa com a partida do poeta: “Pele vestida, distribuída e refeita, / Parto para o princípio do labirinto”. Ao final, temos a justificativa para essa partida/mudança, quando o eu-lírico afirma “que a peripécia não é chegar, / que o coração só tem um fim: / ao som do coro das sereias / cantar o ciclo da origem.”

Percebemos aqui, uma grande busca do poeta pela origem, mesmo sem bússola, sem timoneiro a lhe guiar. Assim é que, vemos ao longo de Odisseia, trechos como esses: “Perambulo sem ter rumo certo: / Estrangeiro, de mim tão disperso”, ou quando afirma que “Antes dos nomes das coisas, / os dedos do poeta buscam / as pistas deixadas pelo eu / na viagem feroz, brusca / e sem roteiro.” Ou ainda quando diz, no poema Fronteiras: “Perdido sem lua nem uivo, / Para mim só tem um caminho: / Riscar esporas no vazio.”

Na seção A calçada dos meus quinze anos, o poeta nos faz ouvir um grito típico de rebeldia adolescente; e aí, José Inácio pede a proteção de Walt Whitman, que lhe empresta a epígrafe: “Solto meu grito bárbaro sobre os telhados do mundo”.

Esse grito de Inácio está presente no poema Soluço, em que o autor de A infância do Centauro diz: “E este soluço que saiu da casa do medo / está cheio de coragem”. Importante é perceber que mesmo ao gritar sob as queimaduras de sua realidade, a voz do poeta sai cheia de lirismo, como podemos ver no poema Vingança, onde ele afirma: “Eu vou me vestir de índio para tirar teu escalpo / e vou dançar ao redor da fogueira dos tempos, / e no caldeirão dos meus prazeres / cozinharei tua carne morena.”

Desta seção, destacamos o poema Abandono, onde o poeta mais uma vez deixa o cheiro de seu lirismo peculiar: “E mais uma vez subo ao telhado da infância / e com os passarinhos vou aprendendo / a ser o voo dentro da paisagem.”

Também merece destaque o poema Cântico dos Cânticos, em que o poeta dialoga com Salomão e seus cantares, mas reforça a dose de erotismo tão vicejante ao longo deste jardim de rosas escarlates. Assim, lemos os versos: “Das tuas nádegas tão montanhosas / o horizonte é mais macio e a minha linguagem / saboreia o mel do fel que trazes.”

Saímos do Roseiral após a leitura de sua última seção, A casa dos meus quarenta anos, cujo poema de título homônimo, nos sugere a ideia de um caminho novo trilhado a partir do momento presente.

E hoje, quando o poeta descansa/ressona à sombra das quatro décadas de sua existência, nessa casa em cujos cômodos largos “habitam uma enorme solidão / e muitas vontades de vida”, ele parece dialogar com seus fantasmas, ao som da litania dos sapos e grilos e rãs e bacuraus. Um diálogo travado nos quartos da casa/vida de José Inácio, e que só pára quando “uma multidão de ventos vem assobiar dentro dela”, penetrando-a através de suas “janelas azuis abertas para o azul”. Só então, no branco caiado do dia, quando “tudo que é bicho se cala”, o poeta pode, enfim, enterrar suas ilusões e “se lançar em outros abismos, nos caminhos que o futuro guarda”, como bem escreveu Eliana Mara Chiossi, no posfácio deste Roseiral.


Wender Montenegro é poeta e ensaísta. Publicou o livro de poemas Arestas (2008). Artigo publicado no blog Poemas de Wender Montenegro, em 14 de abril de 2011.

Publicado no blog http://www.jivmcavaleirodefogo.blogspot.com/

terça-feira, 26 de abril de 2011

BLOG SOBRE POESIA BOLIVIANA

POESIA BOLIVIANA

Sergio Gareca Rodriguez



AGUJERO AZUL

La noche se está encendiendo

mientras mi vida se apaga

Mis ojos observan

ese agujero gigante y azul


Poema publicado no livro Historias a La Luna (2004)

POESIA BOLIVIANA

Nesta coluna, intitulada POESIA BOLIVIANA, indicarei aos leitores nomes da poesia boliviana de todos os tempos. Principalmente de poetas contemporâneos. Vamos juntos mergulhar nas metáforas em língua espanhola.


Sergio Gareca Rodriguez

Publicó Historias a la Luna (2004), Bostezo de serpiente infinita (2009), y transparencia de la sangre el 2010, forma parte del colectivo rostro asado, ha participado en varios festivales y n varias agrupaciones musicales.

Visitem o blog do poeta: http://sergiogarecadiablo.blogspot.com/


poema canção da amiga

CANÇÃO DA AMIGA
(para flauta doce)

Em teus lábios, amiga,
repousam sonhos disfarçados de euforia.

Em teus olhos, amiga,
naufragam poemas rupestres de dores oníricas.

Em teu corpo, amiga,
florescem lírios roxos em mar de volúpia.

Cleberton Santos
Publicado em "Cantares de Roda", 2011.

GUSTAVO TATIS GUERRA

Gustavo Tatis Guerra, Escritor colombiano. Periodista, poeta y ensayista. Nació en Sahagún (Córdoba) en 1961. Reside en Cartagena, donde se desempeña como redactor cultural del diario El Universal de esa ciudad. Ganó el Premio Nacional de Periodismo Simón Bolívar, en el área cultural, en 1992. Nominado en tres oportunidades a este mismo premio en 1993, 1995, 1997. Ha ganado en dos oportunidades el Gran Premio de Periodismo Distrital Antonio J. Olier, en Cartagena, 1991, 1993. Ganó en 2003 el Premio de Periodismo Álvaro Cepeda Samudio. Ha quedado finalista y ha ganado menciones de honor en varios concursos nacionales de cuento y poesía. Becado por el Ministerio de Cultura de Colombia, en el género de novela, en 1997. Poemas suyos han sido incluidos en diferentes antologías:

• Poetas en Abril, 1985

• Panorama Inédito de la Poesía Colombiana, 1986

• Panorama de la Poesía Colombiana, 1997

• Poemas al Padre, 1997

Ha publicado:

• “Conjuros del Navegante”, 1988

• “El Edén Encendido”, 1994

• “Con el perdón de los Pájaros”, 1996

• “La ciudad amurallada” (Crónicas de Cartagena de Indias)

• “Alejandro vino a salvar los peces”, Premio Nacional de Cuento Infantil Comfamiliar del Atlántico, 2002

• “Bailaré sobre las piedras incendiadas”, ensayo sobre Virginia Woolf, 2005.

GUSTAVO TATIS GUERRA

Gustavo Tatis Guerra, Escritor colombiano. Periodista, poeta y ensayista. Nació en Sahagún (Córdoba) en 1961. Reside en Cartagena, donde se desempeña como redactor cultural del diario El Universal de esa ciudad. Ganó el Premio Nacional de Periodismo Simón Bolívar, en el área cultural, en 1992. Nominado en tres oportunidades a este mismo premio en 1993, 1995, 1997. Ha ganado en dos oportunidades el Gran Premio de Periodismo Distrital Antonio J. Olier, en Cartagena, 1991, 1993. Ganó en 2003 el Premio de Periodismo Álvaro Cepeda Samudio. Ha quedado finalista y ha ganado menciones de honor en varios concursos nacionales de cuento y poesía. Becado por el Ministerio de Cultura de Colombia, en el género de novela, en 1997. Poemas suyos han sido incluidos en diferentes antologías:

• Poetas en Abril, 1985

• Panorama Inédito de la Poesía Colombiana, 1986

• Panorama de la Poesía Colombiana, 1997

• Poemas al Padre, 1997

Ha publicado:

• “Conjuros del Navegante”, 1988

• “El Edén Encendido”, 1994

• “Con el perdón de los Pájaros”, 1996

• “La ciudad amurallada” (Crónicas de Cartagena de Indias)

• “Alejandro vino a salvar los peces”, Premio Nacional de Cuento Infantil Comfamiliar del Atlántico, 2002

• “Bailaré sobre las piedras incendiadas”, ensayo sobre Virginia Woolf, 2005.

FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DE CACHOEIRA 2011

A primeira edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) está programada para o período de 16 a 21 de agosto deste ano. Os nomes dos autores participantes ainda não foram divulgados, mas são esperados ao todo 35 autores locais, nacionais e internacionais.


Os convidados participarão de palestras e mesas de debate na tenda climatizada e no auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A Flica foi um dos 19 projetos baianos contemplados pelo edital Oi Futuro 2011, divulgado no dia 21 de março.

Palco da sétima edição do festival literário de Cachoeira. Crédito: Laiana Matos

A festa conta ainda com programação musical. De acordo com os organizadores do evento, serão apresentadas 15 atrações musicais (nomes ainda não informados), em um palco montado sobre o Rio Paraguaçu. De acordo com a produção, haverá uma grande variedade de gênero musical entre os artistas convidados.

O objetivo da Flica é promover e incentivar o debate literário na região e incluir na agenda turística e cultural do estado um conceito inédito de “festa literária”, além de possibilitar o crescimento do turismo da cidade.

A festa, que é aguardada por diversos amantes da literatura com ansiedade, segue uma tradição conhecida em Cachoeira através do Caruru dos Sete Poetas – Recital com gostinho de dendê, um evento que em analogia une à literatura um momento da tradição cultural e religiosa baiana, de reverência aos Ibejis, da tradição afro-brasileira, e aos santos católicos São Cosme e Damião.

quarta-feira, 16 de março de 2011

CURSO DE EXTENSÃO UEFS

UEFS


CURSO DE EXTENSÃO

A LITERATURA BAIANA DO SÉCULO XX

PROF. CLEBERTON DOS SANTOS



DIAS: SEGUNDA E SEXTA

HORÁRIO: 13:30 – 15:30

CARGA HORÁRIA TOTAL: 60 HORAS

INSCRIÇÕES NA SALA DOS PROFESSORES DO DEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTES

INÍCIO DAS AULAS: 14/03/2011

20 VAGAS

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

REVISÃO TEXTUAL

REVISÃO TEXTUAL, AULAS DE PORTUGUÊS, REDAÇÃO E LITERATURA PARA VESTIBULARES E CONCURSOS PÚBLICOS.

ORIENTAÇÃO PARA PROJETOS DE ESPECIALIZAÇÃO E MESTRADO NA ÁREA DE LITERATURAS.

CONTATOS: (75) 9117-6433

SEBO CASTRO ALVES

SEBO CASTRO ALVES


Livros bem conservados. Quase novos. Atualizados. Bons e baratos. Professores e escritores têm desconto de 10%



Administrador: Cleberton dos Santos / Contatos: 9117-6433

Condomínio Aquarius Residende, 3450/15, na frente da UEFS.



TÍTULOS/AUTORES



A crítica literária no século XX. Jean-Yves Tadié. 100

Uma literatura nos trópicos. Silviano Santiago. 56

O sorriso do lagarto. João Ubaldo Ribeiro. 12

Agosto. Rubem Fonseca. 5

Poemas Reunidos. Antonio Brasileiro. 15

História da filosofia. Os pensadores. 15

O território da palavra. Edivaldo Boaventura.15

O povo brasileiro. Darcy Ribeiro. 50

O meio do mundo e outros contos. Antonio Carlos Viana. 20

Laços de família. Clarice Lispector. 20

Viva o povo brasileiro. João Ubaldo Ribeiro. 45

O tempo e a pedra. Reynaldo Valinho Alvarez. 15

A unidade primordial da lírica moderna. Roberval Pereyr. 20

A cidade e os sonhos. Ruy Espinheira Filho.15

Os escravos. Castro Alves. 15

Prosadores e poetas da Bahia. Claudio Veiga. 30

Memórias sentimentais de João Miramar. Oswald de Andrade. 30

Fraturas do texto: Machado de Assis. Rubens Alves Pereira. 30

Grande Sertão: veredas uma escritura biográfica. Evelina Hoisel. 20

“o português são dois...” Novas fronteiras, velhos problemas. Rosa Virgínia Mattos e Silva. 45

A sensualidade na poesia de Sosígenes Costa. Florisvaldo Mattos. 20

Da inutilidade da Poesia. Antonio Brasileiro. 30

O álbum do Museu Le Louvre. 50

Tumulto de amor e outros tumultos: Criação e Arte em Mário de Andrade. Ruy Espinheira Filho.

A faca pelo fio. Reynaldo Valinho Alvarez

Poesia brasileira hoje. Alexei Bueno

Terras do sem fim. Jorge Amado

Obra completa de Cruz e Sousa

A análise literária. Massaud Moisés

Poemas satíricos. Gregório de Matos

Conceito de literatura brasileira. Afrânio Coutinho

A outra voz. Octavio Paz

Gregório de Matos: o poeta renasce a cada ano. Fernando Rocha Peres

História da literatura brasileira. Luciana Stegagno-Pichio

História concisa da literatura brasileira. Alfredo Bosi

A literatura no brasil. Afrânio Coutinho

Ironia e humor na literatura. Lélia Parreira Duarte.

50 poemas escolhidos pelo autor. Antonio Carlos Secchin

Sentimento do mundo. Carlos Drummond de Andrade

Floração de imaginários: o romance baiano no século 20. Jorge de Souza Araujo

Moderna gramática portuguesa. Evanildo Bechara





OBS: TEMOS OUTROS LIVROS. PEÇA JÁ O SEU.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A LEITORA MARA VIRGINIA

A riqueza de detalhes


Mara Virginia



O livro “A riqueza de detalhes” de Moacir Saraiva chegou em minhas mãos por intermédio do professor, poeta e crítico literário Cleberton Santos. Sua indicação soou como um ultimato: Leia. Mas fiquei muito agradecida, porque realmente foi prazeroso mergulhar nas 78 páginas da obra de Moacir e beber da fonte literária reunida nas 34 crônicas ali presentes, assim, simplesmente, como se bebe um gostoso café pela manhã.

Fiquei impressionada com “a riqueza de detalhes” apresentada na crônica de título homônimo à obra. Possuidor de uma linguagem simples, porém elaborada e original, viajei ao som musical de uma filarmônica imaginária, levada pelo poder da palavra que o escritor consegue transmitir ao seu leitor, criando imagens reais na “riqueza de detalhes”, desenhando cenários e vivendo estórias

Meus olhos percorreram as crônicas com avidez de quem busca nas entrelinhas a individualidade do seu autor e fiquei me perguntando: Quem é Moacir Saraiva? A curiosidade foi logo aguçada, li e reli a orelha da obra em busca de respostas, então, descobri que nasceu no estado do Piauí em 1957, mas mudou-se para a Bahia ainda muito jovem, residindo em Salvador e logo depois optando por morar em Valença. É diplomado em Letras (UCSAL) e especialista em Língua Portuguesa (USS –Rio de Janeiro), também é professor do IFBA há muitos anos. Essas peculiaridades da vida do autor mostraram-me como ele foi captando as histórias e as reescrevendo em um tom de graça, leveza e humor, o que faz com que o leitor que não está familiarizado com a escrita rebuscada e o padrão da língua venha compreender e se deliciar com a técnica narrativa da crônica.

Na obra “A Riqueza de detalhes”, Moacir brinca com as palavras, utilizando-se de recursos imagéticos que prendem a atenção do leitor, para isto, utiliza-se do coloquial contextualizado de forma pertinente ao dia-a-dia urbano das cidades, da sua gente, dos seus alunos, enfim, do povo brasileiro, a exemplo das crônicas: “Café que o diabo coou” (pág. 9); “Peraltices de alunos” (pág. 17) “O médico e o padre” (pág. 62); “O motorista e a educação” (pág. 65); entre outras tantas que tratam da vida humana. Algumas crônicas chamaram-me a atenção pelo nível de narração crítica e perspicaz na construção de um texto que leva-nos a refletir sobre vários problemas sociais e políticos, claramente presentes em “Os donos do mundo” (pág. 67) e “O profissional intruso” (pág. 73). Moacir também terce comentários e faz comparações utilizando-se de algumas das personagens mais famosas de autores renomados da nossa literatura, a exemplo de: Graciliano Ramos, Manuel Bandeira e Jorge Amado, além de citar nomes da literatura universal como Cervantes, demonstrando familiaridade e admiração por estes escritores.

Assim, a leitura prazerosa das crônicas de Moacir me levou a prestar atenção na “riqueza de detalhes” ao longo de toda narrativa, no ambiente descrito, na cidade de Valença, nas ruas, nas pessoas, sendo assim, os textos me levaram a refletir na proximidade da crônica com contadores de “causos”, portanto me fez ri, me fez chorar, me surpreendeu e preencheu lacunas na minha visão de leitora.



Mara Virginia Nunes Marcelino

Professora de Língua Portuguesa

Colégio Estadual Gov. Luiz Viana Filho (CEGLVF)

Feira de Santana – Bahia – 2010



A riqueza de detalhes

Moacir Saraiva (Salvador: EGBA, 2009)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

TOCANTINS

EU e minha Rosana nas águas do Tocantins. Outubro de 2010. Acompnhados pelos amigos Acácio e Sabrina. Maravilhoso passeio. Mágico encontro de amizades.

PRAIA DA GRACIOSA

Momento lindo na Praia da Graciosa, cidade de Palmas – TO.

O MORMAÇO

Visitem o blog da professora e cientista social Sabrina Carvalho. Informações sobre Sociologia e outras disciplinas correlatas. Material muito atualizado. Vamos conferir!

http://omormaco.blogspot.com/

terça-feira, 26 de outubro de 2010

RESENHAS & RESUMOS

ADORNO, Theodor W. “Discurso sobre lírica e sociedade”. Trad. Maria Cecília Londres e Heidrun Krieger Olinto. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, p. 343-354.


A relação com o social não nos deve afastar de obra de arte, mas, ao contrário, inserir-nos mais profundamente nela. Pois bem: a mais simples reflexão basta para mostrar que este aprofundamento deve ser esperado. Pois o conteúdo de um poema não é apenas a expressão de emoções e experiências individuais. Mas estas não chegam nunca a ser artísticas a menos que consigam participação do geral por meio, precisamente, da especificação da essência de sua forma estética. (p. 343)

Mas a generalidade do conteúdo lírico é essencialmente social. Só entende o que diz o poema aquele que percebe na solidão do mesmo a voz da humanidade; e ainda: inclusive a própria solidão da palavra lírica está prefigurada pela sociedade individualista e atomística, do mesmo modo que, ao contrário, sua força compulsória geral vive da densidade de sua individuação. (p. 344)

No protesto contra ela, o poema exprime o sonho de um mundo no qual as coisas fossem de outro modo. A idiossincrasia do espírito lírico contra a prepotência das coisas é uma forma de reação à coisificação do mundo, ao domínio das mercadorias sobre os homens, domínio que se estende desde o começo da idade moderna, e que desde a revolução industrial, tornou-se a força dominante da vida. (p. 345)

As formações líricas mais elevadas são, por isso, aquelas em que o sujeito, sem resquício sequer de matéria pura, soa na linguagem até que a própria linguagem se torna perceptível. O autoesquecimento do sujeito que se entrega à língua como a algo objetivo e a imediatez e involuntariedade de sua expressão são o mesmo; assim a linguagem mediatiza intimamente a lírica e a sociedade. Por esta razão, a lírica se mostra profundamente social não quando imita a sociedade, não quando não comunica algo, mas sim quando o sujeito que consegue a expressão adequada entra em harmonia com a própria linguagem, ali onde a linguagem aspira por si e de si. (p. 347)

BENJAMIN, Walter. “Paris, capital do século XIX.” Trad. Maria Cecília Londres. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da literatura em suas fontes. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, p. 306-316.

O interior é o lugar de refúgio da arte. O colecionador é o verdadeiro ocupante do interior. Ele transfigura os objetos para torná-los coisa sua. Seu papel é o de Sísifo: ao possuir as coisas deve despojá-las de seu caráter de mercadorias. Mas, em lugar de valor de uso, só lhes confere o valor de amor. O colecionador se imagina não só num mundo longínquo ou passado, mas, ao mesmo tempo, num mundo melhor, onde, sem dúvida, assim como no mundo de todos os dias, os homens não estão desprovidos do que utilizam, mas onde as coisas estão dispensadas da sobrecarga de serem úteis. (p. 311)

Cheio de melancolia, o gênio de Baudelaire é um gênio alegórico. Com Baudelaire, pela primeira vez, Paris torna-se objeto de poesia lírica. Esta poesia não é uma arte regional, mas antes o olhar do alegorista que toca a cidade, o olhar do estranho. (p.312)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

CONVITE




A comunidade de professores, alunos e funcionários do Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho (Cidade Nova) convida você para participar do



CONCURSO DE DESENHO, CARTAZES, FOTOGRAFIA, PARÓDIAS E DANÇA AFRO.



EVENTO EM COMEMORAÇÃO AO

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA



10 DE NOVEMBRO DE 2010



PROGRAMAÇÃO O DIA TODO.







Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho



CONCURSO DE DESENHO, CARTAZES , FOTOGRAFIA, PARÓDIAS E DANÇA AFRO EM COMEMORAÇÃO O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA



I - DO CONCURSO

Sendo a escola um espaço de criação, participação e interação entre as diferentes áreas, o Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho propõem o Concurso de desenho, cartazes, fotografia, paródias e dança afro em comemoração ao ” Dia da Consciência Negra”..



II - DO OBJETIVO

Valorizar a cultura, a importância e a história do negro na sociedade brasileira, criando espaços para manifestações artísticas que proporcionem reflexão crítica da realidade e afirmações positivas dos valores culturais negros.



III - DOS PARTICIPANTES

Poderão participar do concurso todos os alunos regularmente matriculados no Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho



IV - DAS INSCRIÇÕES E TRABALHOS

Serão inscritos trabalhos inéditos, individuais ou por duplas para os desenhos cartazes e fotografias; em grupos de até 4 alunos para a paródia e dança Afro; produzidos por iniciativa do(s) aluno(s) ou sob a orientação do professor, com o tema: “ Consciência Negra”



No trabalho deverá constar:

 Evento – O Dia da Consciência Negra

 Local – Colégio Estadual Gov. Luiz Viana Filho

 Horário – a partir das 9 h

 Data – 10 de novembro de 2010

 Atividade cultural – desenho,cartaz,fotografia,paródia e dança afro

 aluno(s), idade(s), série(s), turma(s),



O material a ser usado na execução deste trabalho é de inteira responsabilidade do CONCORRENTE (aluno). Os trabalhos deverão ser apresentados conforme o formato.



 Desenho – Papel ofício A 4, cor branco, identificado com o nome do aluno, série, turma e turno no verso.



 Cartaz- Em suporte tamanho 50 X 60 (cartolina), expondo a sua originalidade, criatividade e design e identificado no verso com nome, série, turma e turno.

 Fotografia- Cada fotógrafo ou dupla poderá inscrever até 3 fotografias. As fotos deverão está no formato 10x15cm e podem ser coloridas ou preto e branco.



 Paródia- Cada grupo poderá apresentar uma paródia que será avaliada quanto a originalidade; coerência com o tema ; vocabulário da letra da paródia; caracterização; harmonia e empolgação do grupo.

Deverá ser entregue junto com a ficha de inscrição em um envelope, duas cópias da letra da paródia em papel ofício A 4, digitada e com a devida identificação dos alunos na parte inferior da folha.



 Dança Afro brasileira - Cada grupo terá que apresentar uma coreografia com música selecionada a seu gosto no ritmo de dança afro brasileira.

Os mesmos tem de cumprir os seguintes requisitos:

1. Ser obrigatoriamente dança afro brasileira, não contendo qualquer mixagem de outro ritmo musical;

2. Ser uma única música. Todos os dançarinos participantes serão avaliados pelos seguintes critérios de avaliação: ( harmonia do grupo, ritmo / musicalidade, caracterização, coreografia, criatividade)

.

Obs:É de responsabilidade do grupo trazer o CD com a música para apresentação



Atendidas as exigências acima, os trabalhos deverão ser enviados para Coordenação, mediante ficha de inscrição ( xérox ) preenchida claramente conforme modelo em anexo.

V - DA COORDENAÇÃO

Aos professores e coordenadoras cabe a coordenação geral do concurso.

É da sua competência:

 realizar as inscrições dos trabalhos encaminhados pelos alunos

 constituir comissão julgadora;

 divulgar o (s) nome (s) do autor (es) do trabalho selecionado.

VI - DOS PRAZOS

Entrega dos Trabalhos até o dia 21 de outubro de 2010 na sala da coordenação do Colégio est. Gov. Luiz Viana Filho

VII - DA COMISSÃO JULGADORA

A comissão julgadora será constituída por 5 (cinco) componentes

 Dois professores do Colégio Luiz Viana

 Dois representantes da Comunidade Escolar

 Um representante da Direção Escolar

VII - DA PREMIAÇÃO

A comissão julgadora classificará os 3 (três) melhores trabalhos

Primeiro ,Segundo e Terceiro Lugar:

• A premiação será uma Viagem para Salvador para visitar os pontos turísticos representante da cultura negra ( Pelourinho, Museu Afro descendente, etc...)

VIII - DA DIVULGAÇÃO

A divulgação se fará por intermédio da comissão organizadora e através de panfletos no pátio da Unidade escolar

IX - ORIENTAÇÕES GERAIS

 A produção dos trabalhos não pode perder de vista o tema proposto;

 Os trabalhos não podem apresentar temas racista nem discriminatório que possa causar constrangimento;

 O(s) concorrente(s) devem apresentar trabalhos de criação própria confeccionados segundo as orientações

 Os dizeres da composição ficam restritos ao artigo IV deste regulamento;

 Poderão ocorrer alterações no decorrer do concurso, desde que seja a vontade da maioria dos representantes da comissão e não acarretem prejuízo aos participantes.

 As decisões do júri são soberanas, delas não cabendo recurso em qualquer instância.

 O não cumprimento de quaisquer das regras deste regulamento poderá causar, a critério dos organizadores, a desclassificação dos trabalhos e do participante. O ato da inscrição neste concurso implica na aceitação de todos os itens deste regulamento.

Obs: Os casos omissos serão resolvidos pela coordenação do concurso





Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho



CONCURSO DE DESENHO, CARTAZES , FOTOGRAFIA, PARÓDIAS E DANÇA AFRO EM COMEMORAÇÃO O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA 2010



FICHA DE INSCRIÇÃO



Modalidade:____________________________

Aluno(s) Série(s) e Turma(s)

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Endereço:______________________________________________

Telefone para contato:____________________________________

Endereço Eletrônico: _____________________________________

DECLARAÇÃO

Declaramos estar cientes do Regulamento do Concurso de Desenho Cartaz, Fotografia , Paródia e Dança Afro em comemoração ao Dia da Consciência Negra 2010, estando inteiramente de acordo e autorizamos a divulgação do evento usando o meu trabalho sem ônus para ambas as partes.



Assinatura do(s) Aluno(s): _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



Professor(a) Responsável(eis) pelo(s) aluno(s):

____________________________________________________



Feira de Santana, ___ de outubro de 2010.

EVENTO NO LUIZ VIANA FILHO

CONVITE

A comunidade de professores, alunos e funcionários do Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho (Cidade Nova) convida você para participar do

CONCURSO DE DESENHO, CARTAZES, FOTOGRAFIA, PARÓDIAS E DANÇA AFRO.

EVENTO EM COMEMORAÇÃO AO

DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

10 DE NOVEMBRO DE 2010

PROGRAMAÇÃO O DIA TODO.

domingo, 17 de outubro de 2010

Leituras, poetas, meninos, tradição e dendê: Caruru dos Sete Poetas

Leituras, poetas, meninos, tradição e dendê: Caruru dos Sete Poetas


A relação entre festa e literatura nos remete aos primeiros laços societários da humanidade, quando celebrações e ritos configuravam-se momentos propícios para reunir a comunidade em tom festivo e fazer daquele instante, que poderia durar horas, dias, meses, um espaço coletivo para os iniciados recitarem suas leituras de mundo, cânticos de guerra e de trabalho, festiva e ritualisticamente; consubstancializando a assertiva de Durkheim de que as festas teriam surgido da necessidade de separar o tempo em dias sagrados e profanos.

Estes encontros festivos acrescentaram no decorrer da história características cada vez mais aproximadas ao comércio e mais tarde ao mercado. O profissionalismo do recitador, estimulado no século VI por uma lei que estabelecia a recitação obrigatória de poemas completos de Homero no Festival quadrienal das Panatenéias[1], impôs de uma forma crescente uma certa “organização da cultura”, percebida hoje nas feiras de livros, bienais, festivais literários, e mesmo na necessidade de políticas culturais para promoção da leitura e estímulos a produção editorial.

Foi percebendo esta relação entre festa e literatura que o Caruru dos Sete Poetas: Recital com Gostinho de Dendê compôs o calendário festivo e literário entre 2004 e 2010, quando damos por fim a realização desta celebração depois de materializá-la por sete vezes. Fosse em Restaurante, Centros Culturais, Igrejas e principalmente na Praça, onde realizamos as duas últimas versões do Caruru, a participação daqueles que sentem a poesia para além da palavra, e não estão passivos diante das realidades do mundo, compôs o cenário deste evento que privilegiou vozes poéticas jovens e consagradas, marginais e canônicas, de crianças e adultos, de escritores, poetas e leitores, loucos e fingidos, inseridos nesta harmonia-caótica em que se transformou a sociedade. Um caos polarizado para além do bem e do mal de toda celebração. Sete meninos, poetas, um semi-circulo, todos ansiosos para meter mão na bacia de caruru, para recitar seus versos e melar o outro com suas palavras temperadas com pitadas de prazer e satisfação em ouvir e ser ouvido, espetacular o verbo original da criação com o outro que nos decifra.

Acima dos quereres, luzes, estrelismos, constelações, nossa responsabilidade com a mediação da cultura e promoção da leitura escrita buscou edificar, em um momento da cultura baiana de reverência aos Ibejis, da tradição afro-brasileira, e aos santos católicos São Cosme e Damião, a gosto pela leitura. E Numa analogia aos sete meninos das manifestações religiosas, promover o encontro de sete poetas para recitar seus poemas e celebrar nossa cultura e arte literária. Miscelânea de poesia, comida baiana, publicações e performances artísticas com o propósito de integração e fruição de uma tradição cultural baiana. Durante sete anos, poetas do Rio de Janeiro, Ceará, Sergipe e de diversos territórios baianos puderam se fartar com o banquete de culturas em que se tornou o Caruru dos Sete Poetas.

Sobrevive à morte da realização desta festa, a colcha de retalhos que colore e aquece as relações humanas, culturais e de fraternidade, que levou o Caruru dos Sete Poetas aos sete cantos da mundo, em especial à América Latina, através do Festival Palabra en el Mundo, rede de eventos literários que o Caruru fez parte. Sem essa colcha, não teríamos chances de arriscar e sair do lugar comum. A Casa de Barro Cultura Arte Educação, agradece a todos que fizeram do Caruru a festa da Poesia Baiana, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Cachoeira, pousadas, restaurantes e colaboradores de Cachoeira, em especial aos poetas: Adriano Eysen, Andersen Figueredo, Antonio Carlos de Oliveira Barreto, Bernardo Linhares, Crispim Quirino, Douglas de Almeida, Ediney Santana, Edson Conceição (Besouro), Ele Semog, edmar Vieira, Fausto Joaquim, Carlos Emílio C.Lima, Geraldo Maia, Gildemar Sena, Herculano Neto, Jaime Figura, Jocélia Fonseca, Jotacê Freitas, José Carlos Limeira, Juraci Tavares, Jurandir Rita, Landê Onawale, Lita Passos, Marcos Peralta, Nelson Santana, Nuno Gonçalves, Orlando Pinho, Puluca Pires, Raimundo Cerqueira, Rita Santana, Rony Bonn, Sérgio Bahialista, Thiago Oliveira, Tainara A Maiá (Índia Sônia), Urânia Munzanzu, Vania Melo, Carine Araujo, Wesley Correia Barbosa, e os primeiros dos Sete, aqueles que acreditaram no projeto desde o início: Cleberton Santos, Eliseu Moreira Paranaguá, Fabrícia Miranda, Jose Inácio Vieira de Melo, Miguel Carneiro e Vanessa Buffone, Axé!

Cachoeira, 27 de Setembro de 2010.

Atenciosamente,


Casa de Barro Cultura Arte Educação
-------------------------------------------------------------------------------
[1] Festas realizadas em homenagem à deusa grega Atena.
--

João de Moraes Filho

(71) 9942-3682 / 8165-7815 / (75) 9115 - 5692

skype: joao.de.moraes.filho

http://lattes.cnpq.br/4914934828546698

Produção poética

www.pedraretorcida.blogspot.com

www.emnomedosraios.blogspot.com

Oficina de Criação Literária Poesia Ouvida

www.poesiaouvida.blogspot.com

sábado, 16 de outubro de 2010

SARAU CAYMMI EM 3 TEMPOS

O NÚCLEO DE CULTURA POPULAR DO CUCA APRESENTA:

SARAU CAYMMI EM 3 TEMPOS

COM A CANTORA, COMPOSITORA E ESCRITORA MARILDA SANTANA- RAID DAS MOÇAS E ESPECIALISTA NA OBRA DE CAYMMI ONDE DEFENDEU SUA TESE DE DOUTORADO.

DATA: 22 DE OUTUBRO
HORÁRIO: 20:00HS
LOCAL: TEATRO DE ARENA DO CUCA.

ENTRADA FRANCA





A cantora baiana Marilda Santana é uma voz nova para os ouvintes da música brasileira.

Após vinte anos de carreira, com uma voz limpa e definida, Marilda Santana lança seu primeiro disco de canções inéditas como "Ouvindo e Entendendo Estrelas" (Carlinhos Marques/Lapa), "Curta" (Tito Bahiense) e releituras.

A cantora, também atriz e professora de canto traz o sabor do mar e calor baiano nas músicas "Dora" de Dorival Caymimi e "Não tem Solução" (Dorival Caymimi/Carlos Guinle). O melhor da música brasileira está representado pela releitura de "Dindi" (Tom Jobim/Aloísio de Oliveira), porém a suavidade e leveza do trabalho estão concentradas nas músicas inéditas.

SARAU CAYMMI EM 3 TEMPOS

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

NOVA EDIÇÃO DA VERBO21

www.verbo21.com.br

entrevistas com ANDERSON BRAGA HORTA e NANCY DE MELO
baixe o novo CD da banda CAMARONES totalmente free
ensaio españa, tierra ofendida - parte III por rodríguezbustos
resenha de inúteis luas obcenas, de hélio pólvora, por gerana damulakis
resenha do filme do começo ao fim por ademir luiz
resenha de um sussurro nas trevas, de h.p.lovecraft, por chico lopes
resenha de a outra margem, de idmar boaventura, por paulo andré correia
ensaio sobre a contística de mayrant gallo por lidiane nunes
resenha da poesia de ângela vilma e mônica meneses por gerana damulakis
tradução e comentário de um poema de antonio machado por joão filho
perfil biográfico de arlindo lopes por angelo mendes corrêa

poemas de bento calaça
conto de shellah avellar
poemas de joedson adriano da silva santos
conto de ronie von rosa martins

+ COLUNAS SOBRE MEIO-AMBIENTE, FICÇÃO, POLÍTICA, CINEMA, COMPORTAMENTO...

BLOG DE BENILSON TONIOLO

Meus poemas foram publicados no blog do poeta e agitador cultural BENILSON TONIOLO, São Paulo. Vamos visitar um blog de muitas poesias:

terça-feira, 21 de setembro de 2010

ROSEIRAL - 2 EDIÇÃO 2010


ROSEIRAL
Página de Poesia
Edição Especial Caruru dos 7 Poetas(25/09/2010)Cachoeira – Bahia
Poeta-Editor: Cleberton Santos
clebertonpoeta@yahoo.com.br



POÉTICA DO CARURU
para Luísa Mahin Nascimento

No chão comemos o caruru dos 7 poetas
Entre versos e tachos e sinestesias e bacias

Os poetas revivem a festa das matas africanas
De seus lábios ecoam os ritmos ancestrais

Rodam no terreiro cavalos da poesia
A palavra sibila no atabaque do malungo

Todos cantam na força da magia
7 poetas comem caruru recitando euforias

Do livro inédito “Cantares de Roda”.
Feira de Santana, 19-09-2010.




ROSEIRAL
para Rosana Maria Carneiro Rios

Teu corpo é roseiral que exala fogo,
lambendo e devorando meus desejos.
Teus róseos espinhos são mil lampejos
que rasgam meus gritos de desafogo.

Teu roseiral, campo de mil prazeres,
vermelha fonte de insaciável gozo,
arde sobre meu peito. E fogoso
canto salmos de orgia, por trazeres

para meus braços, ó lúdica ninfa,
a rosa mais rosa, do roseiral
secreto que trazias dentro de ti.

Do livro inédito “Aromas de Fêmea”.


LUZ DA PAIXÃO

Amanhecer em teus braços,
pleno do gozo de uma noite
escura, sentir meu corpo
claro sempre à tua procura.

Amanhecer em teus braços,
insaciado dos teus olhos,
buscar novamente teus
abraços, luz da paixão.

Amanhecer em teus braços,
recitando mil suspiros,
canções de ternura viva
em formas várias de amar.

Do livro inédito “Aromas de Fêmea”.




CANÇÃO DA AMIGA
(ao som de flauta doce)

Em teus lábios, amiga,
repousam sonhos disfarçados de euforia.

Em teus olhos, amiga,
naufragam poemas rupestres de dores oníricas.

Em teu corpo, amiga,
florescem lírios roxos em mar de volúpia.

Do livro inédito “Aromas de Fêmea”.