sexta-feira, 29 de maio de 2015

TRAVESSIA DE ABISMOS

Em breve acontecerá o lançamento do meu novo livro

TRAVESSIA DE ABISMOS
(Editora Via Litterarum)
60 poemas, capa de Nanja Brasileiro


Foto de Rosana Rios


O tempo, o mundo e a poesia: o canto
ilumina a verdade e acende o espanto.

Reynaldo Valinho Alvarez

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Aleilton Fonseca - um narrador primordial





“Este livro vem preencher uma lacuna. A Guerra de Canudos continua. A luta do sertão ainda sangra. O sertanejo ainda é um forte. Nada está encerrado e pacificado. A escritura da guerra não está completa. Não sem antes ouvirmos o que tem a dizer Aleilton Fonseca. Não sem pararmos para escutar a voz que vem dos sertões.”

Luís Antonio Cajazeira Ramos (poeta e membro da Academia de Letras da Bahia)  


domingo, 9 de novembro de 2014

domingo, 2 de novembro de 2014

Festa Literária de Euclides da Cunha


A Festa Literária de Euclides da Cunha, coordenada pelo poeta e Professor Doutor Adriano Eysen, ocorrerá de 12 a 14 de novembro de 2014. O evento, que conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Euclides da Cunha, será organizado pelo Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXII, da Universidade do Estado da Bahia.
Em especial, o município, localizado a 324 km de Salvador, no Território de Identidade Semiárido Nordeste II, contará com a presença do renomado educador e acadêmico Edivaldo Boaventura e de relevantes escritores brasileiros, como Cid Seixas; Aleilton Fonseca; Carlos Ribeiro; Roberval Pereyr; Luiz Valverde; Antônio Brasileiro; Sandro Ornellas; João Vanderlei de Moraes Filho; Clarissa Macedo; Daniela Galdino; Rita Santana; Lívia Natália; Kátia Borges; Mariana Paiva; Cleberton Santos e Douglas de Almeida.
A propósito, o evento trará pesquisadores e/ou críticos literários da UNEB, a exemplo do Professor Mestre Orlando Freire; Professora Mestre Léa Costa, uma das maiores especialistas em Euclides da Cunha; Professora Doutora e poeta Andréa Mascarenhas e Professor Mestre Maurílio Antônio Dias de Sousa.
A FLIEC terá, também, a presença dos renomados cordelistas Franklin Machado; Antônio Barreto e Gildemar Sena; do cantador e poeta Maviael Melo; dos repentistas Paraíba da Viola e Antônio Queiroz; do fotógrafo e produtor cultural Antenor Júnior; da atriz Tina Tude, com a apresentação do “Az de Ouro”. Especialmente, com intuito de celebrar as manifestações artísticas da cidade e região, farão parte da programação o Grupo Senzala (direção de Mateus Oxumaré); Índios Kaimbé (Toré); Farrapos CIA de Teatro (direção de Jean Fabrício); Companhia Teatral de Canudos (direção de Carlos Carneiro); Grupo de Recital Papo de Poeta (direção de Professor Mestre Francisco Setúval); Chorões do Cumpe, além do músico Tito Pereira e da cantora Camila Gonçalves.
Em suma, a festa oportunizará a professores, estudantes e comunidade em geral atividades acadêmicas: conferências, mesas temáticas, lançamentos de livro, bem como exposições de artesanato, mostra de cinema e apresentações culturais, a fim de estabelecer uma teia de relações entre ensino, pesquisa e extensão necessárias à ampliação do saber, da sensibilidade e do olhar crítico do cidadão no que se refere aos fatores, sobretudo, sócio-históricos e culturais da humanidade. 

http://fliec.blogspot.com.br/p/apresentacao.html


sábado, 4 de outubro de 2014

Uma mirada sobre o Caruru dos 7 Poetas




Uma mirada sobre o Caruru dos 7 Poetas


Era o ano da poesia de 2004, na Ladeira da Misericórdia da cidade de Salvador, no Zanzibar cheio de almas que buscavam se alimentar da palavra poética e corpos atraídos pelas delícias do caruru! Assim começava a história do Caruru dos 7 Poetas! Um evento literário, um recital de sete poetas irmanados pela força e magia da poesia em voz alta! Inspirado nos ritos de Cosme e Damião, o Caruru dos 7 Poetas cresceu incorporando outras linguagens artísticas: música, teatro, dança, circo e várias performances culturais! A cada ano, mais poetas convidados, novos diálogos estabelecidos entre as diversas gerações literárias da Bahia, do Brasil e do Exterior!
Agora são 10 anos deste rico e belo evento literário-cultural que fincou sua marca na história da cultura brasileira por sua importância na divulgação de mais de 70 poetas, consagrados e estreantes, nacionais e estrangeiros, e no incentivo e formação de novos e velhos leitores.
É, sem dúvida, um evento fortemente marcado pela pluralidade estética, com suas múltiplas linguagens e línguas de cantos e cantares que seduzem o povo ao encontro da palavra viva, da palavra imagem, da palavra comida, da palavra sentido que se faz e refaz pela via da palavra poética!
Comemoramos estes 10 anos de muita vibração cultural, de muitos encontros de poetas e leitores, de muitas partilhas e intercâmbios entre povos e culturas! Comemoramos o fortalecimento da diversidade de vozes que cantam músicas tão belas, recitam palavras ancestrais, escrevem poemas nas paredes do tempo, gravam versos na memória do povo, fazem da poesia um banquete de caruru que alimenta as múltiplas fomes do homem!
Salve o Caruru dos 7 Poetas!

Cleberton Santos
Feira de Santana, 17 de setembro de 2014.
Publicado na antologia poética “Todas as mãos” do Caruru dos 7 Poetas, organizada por João Vanderlei de Moraes Filho, publicada pela Portuário Ateliê Editorial, Cachoeira, Bahia, 2014
Disponível no site da Casa de Barro: http://www.casadebarro.org/





terça-feira, 30 de setembro de 2014

FESTA LITERÁRIA DE EUCLIDES DA CUNHA 2014


 FESTA LITERÁRIA DE EUCLIDES DA CUNHA (FLIEC)

A Festa Literária de Euclides da Cunha, coordenada pelo poeta e Professor Doutor Adriano Eysen, ocorrerá de 12 a 14 de novembro de 2014. O evento, que conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Euclides da Cunha, será organizado pelo Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – Campus XXII, da Universidade do Estado da Bahia.
Em especial, o município, localizado a 324 km de Salvador, no Território de Identidade Semiárido Nordeste II, contará com a presença do renomado educador e acadêmico Edivaldo Boaventura e de relevantes escritores brasileiros, como Cid Seixas; Aleilton Fonseca; Carlos Ribeiro; Roberval Pereyr; Luiz Valverde; Antônio Brasileiro; João Vanderlei de Moraes Filho; Clarissa Macedo; Daniela Galdino; Rita Santana; Lívia Natália; Kátia Borges; Mariana Paiva; Cleberton Santos, Douglas de Almeida e Sandro Ornellas.
A propósito, o evento trará pesquisadores e/ou críticos literários da UNEB, a exemplo do Professor Mestre Orlando Freire; Professora Mestre Léa Costa, uma das maiores especialistas em Euclides da Cunha; Professora Doutora e poeta Andréa Mascarenhas e Professor Mestre Maurílio Antônio Dias de Sousa.
A FLIEC terá, também, a presença dos renomados cordelistas Franklin Machado; Antônio Barreto e Gildemar Sena; do cantador e poeta Maviael Melo; dos repentistas Paraíba da Viola e Antônio Queiroz; do fotógrafo e produtor cultural Antenor Júnior; da atriz Tina Tude, com a apresentação do “Az de Ouro”. Especialmente, com intuito de celebrar as manifestações artísticas da cidade e região, farão parte da programação o Grupo Senzala (direção de Mateus Oxumaré); Índios Kaimbé (Toré); Farrapos CIA de Teatro (direção de Jean Fabrício); Companhia Teatral de Canudos (direção de Carlos Carneiro); Grupo de Recital Papo de Poeta (direção de Professor Mestre Francisco Setúval); Chorões do Cumpe, além do músico Tito Pereira e da cantora Camila Gonçalves.
Em suma, a festa oportunizará a professores, estudantes e comunidade em geral atividades acadêmicas: conferências, mesas temáticas, lançamentos de livro, bem como exposições de artesanato, mostra de cinema e apresentações culturais, a fim de estabelecer uma teia de relações entre ensino, pesquisa e extensão necessárias à ampliação do saber, da sensibilidade e do olhar crítico do cidadão no que se refere aos fatores, sobretudo, sócio-históricos e culturais da humanidade.

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

João Ubaldo Ribeiro: nas páginas e no palco

Em 1999, ainda no primeiro semestre do curso de Letras da Universidade Estadual de Feira de Santana, li pela primeira vez “Sargento Getúlio” de João de Ubaldo Ribeiro. Fui indiscutivelmente conquistado pela força de sua narrativa e também pela identificação com aquele universo sergipano, principalmente linguístico, que eu acabara de deixar para viver nas terras baianas. Logo depois fiz um artigo para conclusão de alguma disciplina.
Hoje, 15 anos depois, assisti à peça “Sargento Getúlio” encenada pelo ator baiano Carlos Betão, com adaptação e direção de Gil Vicente Tavares, filho do poeta Ildásio Tavares.
No auditório do Memorial Chesf lotadíssimo, com o apoio sempre fundamental do SESC Ler Paulo Afonso, o público de estudantes, professores e demais espectadores da cidade de Paulo Afonso pode conferir um espetáculo teatral de altíssima qualidade visual, sonora e textual.
A mesma sensação de alegria estética que senti quando li as páginas do livro que contavam a história de um sargento sergipano que vive sua odisseia existencial pelas veredas do sertão nordestino foi renovada vendo o monólogo no palco. Merece grande destaque o desempenho do ator Carlos Betão que personifica vozes de outros personagens de forma magistral, pois sem sair de cena para trocar figurinos, apenas com os recursos vocais e gestuais, ele recria diálogos entre os personagens da narrativa. Momentos líricos são estabelecidos no tecido da peça pelos aboios que atravessam o palco e o coração da plateia e ecoam no próprio texto ubaldiano que muitas vezes se aproxima da poesia popular de matriz nordestina. Mesmo diante das situações mais dramáticas vividas na peça, o riso também ganha seu espaço e envolve o público em vários momentos de alternância entre as reflexões sobre o destino trágico do homem e sua mais cômica e banal possibilidade de rir da sua própria condição miserável diante da tragédia que é viver.  
A peça não substitui a leitura do livro. Isso é claro. Mas o livro também não substitui a beleza da realização cênica da história imaginada pelo engenhoso João Ubaldo Ribeiro, autor de tantos outros livros tão importantes para nossa literatura. Ler e ver a linguagem de João Ubaldo Ribeiro são duas aprendizagens estéticas e várias lições de profundo humanismo.

Cleberton Santos

Paulo Afonso, 05 de junho de 2014.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

GASTÃO CRUZ

Dentro da vida

Não estamos preparados para nada:
certamente que não para viver
Dentro da vida vamos escolher
o erro certo ou a certeza errada

Que nos redime dessa magoada
agitação do amor em que prazer
sem sempre é o que fica de querer
ser o amador e ser a coisa amada?

Porque ninguém nos salva de não ser
também de ser já nada nos resgata
Não estamos preparados para o nada:
certamente que não para morrer

CRUZ, Gastão. Os poemas. Lisboa: Assírio & Alvim, 2009.
Literatura Portuguesa Contemporânea



domingo, 11 de maio de 2014

III Banquete Literário do SESC Ler Paulo Afonso

Momentos do III Banquete Literário do SESC Ler Paulo Afonso no Blog Circuito PA
Homenagem ao Poeta Manoel de Barros
09 de maio de 2014
Fotos de Marcos Pinheiro






III Banquete Literário do SESC Ler Paulo Afonso

Momentos do III Banquete Literário do SESC Ler Paulo Afonso
Homenagem ao Poeta Manoel de Barros
09 de maio de 2014
Fotos de Rosana


 Na companhia da Professora Edileide Reis

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Projeto Cibercultua do Colégio Flamboyant


Compartilho com alegria e convido a todos a visitarem o blog do Projeto Cibercultura desenvolvido pelas professoras Ione Carla e Mirian e executado pelos alunos Caio Novoa, Celso Carvalho, Laís Oliveira, Luis Gustavo, Marcos Vinicius e Taina Oliveira, do Colégio Flamboyant, Salvador, Bahia.
Eles trabalham a poesia de Cleberton Santos, a música de Fabrício Barreto e a pintura de Gabriel Ferreira!


Fotografia inspirada no poema Balada de Solidão e Remorso


Fotografia de Raquel Arruda, inspirada no poema “Balada de Solidão e Remorso” publicado em "Aromas de Fêmea”, vencedora do Concurso para Leitores de "Aromas de Fêmea” 2013


Balada de Solidão e Remorso

Amiga, nesta cidade nua
ando sem consolo
sigo o rastro da sombra tua

pelo beco estreito de outrora 
tarde de domingo claro
um beijo de cinema roubado

mãos em rosto sonoro
afagando antigas ilusões
sigo o rastro das paixões

vestido indiano que flutua
em sons e cores e dardos
um beijo de cinema roubado.



Lançamento de "Estante Viva" na Bienal do Livro da Bahia 2013


Bienal do Livro da Bahia 2013


Lançamentos
Aromas de Fêmea (poesia)
Estante Viva (crítica literária)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Lançamento na Assembleia Legislativa de Sergipe


No dia 17 de outubro, às 18:30h, o professor e poeta Cleberton Santos lança seu quarto livro de poesia, intitulado "Aromas de Fêmea", no Espaço Cultural Djenal Queiroz da Assembleia Legislativa de Sergipe, Aracaju, sob curadoria da jornalista Ilma Fontes. A obra conta com o projeto editorial de Rubervânio Rubinho Lima, imagens da capa do artista plástico baiano Antônio Brasileiro e prefácio do professor de filosofia Alex Gonçalves Muniz. Sobre este livro, declarou o poeta português Carlos Fernando Bondoso: “A poesia de Cleberton Santos é uma poesia moderna fora dos trâmites clássicos, mas excepcionalmente trabalhada. Neste livro surpreendente que é uma viagem de prazer constante de leitura, o poeta oferece-nos com a beleza dos seus poemas o patamar mais alto do erotismo não caindo no fácil que seria o pornográfico.”

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Concurso de Fotografia para Leitores de “Aromas de Fêmea”!

A melhor fotografia de um leitor ou leitora do livro “Aromas de Fêmea” ganhará um brinde da Cacau Show (chocolates)!
A fotografia deverá ser enviada para o e-mail clebertonpoeta@yahoo.com.br e postada no facebook!
A participação será até o dia 25/10/2013!
O resultado será divulgado no dia 01 de novembro de 2013!
Faça sua foto e participe! Incentive a leitura de poesia brasileira!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O erotismo luxuriante de “Aromas de Fêmea”.

O erotismo luxuriante de “Aromas de Fêmea”

Ao ler-se a poesia de Cleberton Santos brota no leitor uma extraordinária carga erótica que nos prende a todos os seus poemas traduzidos a imagens sensuais e objeto de desejo tornando a luxúria em prazeres da carne e aqui brilham os olhos do leitor. Reside neste particular muito do encanto literário em apreço. A linguagem literária não carece de classificações, é universal na manifestação de pensamentos e na qualidade com que os eleitos da poesia a moldam. A descrição íntima da atmosfera voluptuosa que o poeta cria de forma admirável leva-nos ao clímax com este maravilhoso poema carregado de erotismo e imaginação, onde o foco central é a fêmea e não foi por acaso que deu o título do livro, onde o erotismo sob esta forma gera liberdade.

Tudo exalava fêmea.
As hastes nuas exalavam fêmea.
A chuva rala exalava fêmea.
O busto mármore cinza exalava fêmea.
O colorido guarda-chuva exalava fêmea.
Uma música ao longe exalava fêmea.
A poça rasa d'água exalava fêmea.
Os esticados seios da cadela exalavam fêmea.
Tudo exalava fêmea naquela manhã.

A poesia de Cleberton Santos é uma poesia moderna fora dos trâmites clássicos, mas excepcionalmente trabalhada. Neste livro surpreendente que é uma viagem de prazer constante de leitura, o poeta oferece-nos com a beleza dos seus poemas o patamar mais alto do erotismo não caindo no fácil que seria o pornográfico. Escrever a este nível não é para todos. Não sendo eu critico literário, mas sim poeta, leva-me a olhar para os seus versos magnificamente construídos e intelectualmente brilhantes com uma sensibilidade diferente de quem faz análise e crítica literária. São de uma beleza e sensibilidade poética que poucas vezes tenho lido em livros com a mesma temática. O expoente máximo está neste pequeno poema, onde o poeta revela uma sensibilidade fora do comum.

Bilisco o bico do teu peito
a gala escapa dos meus dedos

não ter que pensar é estar fodendo em segredo

Isto é sublime. É uma leitura que exige um esforço intelectual que nos leva a sonhar e estar para lá da razão! Realço alguns poemas onde o poeta no seu desejo intrínseco torna os versos numa carga erótica forte que nos toca os sentidos e nos envolve num erotismo luxuriante.

Carlos Fernando Bondoso – Poeta (Portugal)
23 de setembro de 2013


domingo, 22 de setembro de 2013

Lançamento de Aromas de Fêmea na Academia de Letras da Bahia 2013





Fotos do lançamento de "Aromas de Fêmea" na Academia de Letras da Bahia, 18/09/2013, Salvador.






Fotos de Rosana Rios


"Aromas de Fêmea" na Cidade da Cultura

Fotos da divulgação de "Aromas de Fêmea" na Cidade da Cultura, Feira de Santana, 13/09/2013.


Emanuel, Sandro Penelú, Cleberton, Adriano Eysen


Cleberton e Rosa

Lançamento de "Aromas de Fêmea" em Feira de Santana

Fotos do lançamento de "Aromas de Fêmea" na Feira do Livro de Feira de Santana. 14/09/2013


Foto de Beto Souza


Foto de Beto Souza


Foto de Beto Souza


Foto de Rhafael Rios




Foto Beto Souza

terça-feira, 10 de setembro de 2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Poema Vulto Feminino

Era quimera
e parecia ser o amor.
Neide Archanjo

VULTO FEMININO

Percebi o vulto no vidro
que traduzia
a língua da elegância.

Poema do meu novo livro "Aromas de Fêmea" (Editora Oxente, 2013)


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Aromas de Fêmea: poemas eróticos

Lançamento na 6ª Feira do Livro: Festival Literário e Cultural de Feira de Santana, 14 de setembro de 2013.


Aromas de Fêmea

Em breve, lançamento de 



domingo, 4 de agosto de 2013

QUASE SONETO ERÓTICO

Cuerpo de mujer mía persistiré en tu gracia.
Pablo Neruda

QUASE SONETO ERÓTICO

E sobre a cama um resto de embriaguez,
cantou poeta mui amigo em decassílabo
erótico tramado em tempestades
e sonhos translúcidos de Jerez.

Sobre a cama restam olhos passivos
indício de sexos indevassados
pernas entrecortadas de lascivos
corpos embriagados, bocas coladas.


Poema do livro inédito “Aromas de Fêmea”, previsão de lançamento para outubro 2013.


 
Gabriel Ferreira

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

poema LUZ DA PAIXÃO


Amanhecer em teus braços,
pleno do gozo de uma noite
escura, sentir meu corpo
claro sempre à tua procura.

Amanhecer em teus braços,
insaciado dos teus olhos,
buscar novamente teus
abraços, luz da paixão.

Amanhecer em teus braços,
recitando mil suspiros,
canções de ternura viva
em formas várias de amar.

Do livro “Cantares de Roda” 2011


Gabriel Ferreira