Cleberton Santos (14/05/1979, Propriá/SE) é poeta e professor do IFBA campus Santo Amaro. Mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS. Publicou os livros “Ópera urbana” (2000), “Lucidez silenciosa” ( 2005) “Cantares de roda” (2011), “Aromas de fêmea” (2013), "Estante Viva” (2013 ) e "Travessia de abismos" (2015). Vencedor do Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima da Academia Brasileira de Letras (2002). Este blog é dedicado à divulgação da Literatura e outras Artes.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
JORNAL POESIA VIVA
Jornal poesia viva nº 37
Entrevista com Lélia Coelho Frota
Poetas Participantes: Anderson Braga Horta, Augusto Sérgio Bastos, Celi Barros da Luz, Elisa Flores, Flávia Savary, Foed Castro Chamma, Gilberto Mendonça Teles, Léa Madureira, Leda Miranda Hühne, Marly de Oliveira, Octavio Mora, Olga Savary, Reynaldo Valinho Alvarez, Walmir Ayala.
Roda de Leitura de poemas
Jornais nº 36 e nº 37
DIA 3 DE OUTUBRO DE 2008 SEXTA-FEIRA
ÀS 18 HORAS
CENTRO DE CULTURA POPULAR, RUA DO CATETE, 179 E 181.
UAPÊ, Av. Olegário Maciel, 511/303, Tel./Fax: 2493-9175 cep 22621-200
Site: www.uape.com.br / E-mail: editorauape@terra.com.br
AGENDA DA CIDADE DA CULTURA
AGENDA
DIA 02/10 ASA FILHO E CONVIDADOS 19H.
DIA 03/10 ASA FILHO E TERCETO 21H.
DIA 04/10 BARULHO DO SOMMENSAL 20H.
Rafael Damasceno é publicitário mas influenciado por muitos artistas da MPB, vem demonstrando com sua viola que vai ser mais um dos artistas de nossa terrinha. Mais uma vez ele pisa no palco da Cidade da Cultura com o show percussivo e violado. Cantando e tocando músicas próprias e dos nossos mestres compositores brasileiros tais como: Gil, Moraes Moreira, Jerônimo, Luiz Gonzaga ...
Venha Conferir> CIDADE DA CULTURA É SEU LAZER EM FORMA DE ARTE
CONTATO: 75 3483.2740
CIDADE DA CULTURA
Rua H, 170 conj. João Paulo II
Feira de Santana – Bahia
Tel.: 75 3483 2740
domingo, 28 de setembro de 2008
EXPOSIÇÃO JORGE GALEANO

Galeano - Percepções Mágicas
Por César Romero 2005 - Prêmio Gonzaga Duque - 2004 ABCA-AICA
Jorge Galeano nasceu em Concórdia, Argentina, no ano de 1953. Morou em Buenos Aires, onde estudou desenho.
Viajou pesquisando, fazendo anotações e expondo pela América do Sul. Vivenciou culturas de seu país de origem, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Peru e Brasil. Chegou a Salvador em 1980, oito anos depois fixou-se em Feira de Santana e hoje mora numa chácara a 10 km da cidade. Com essa experiência se deu a fusão de duas culturas a Andina e a Sertaneja. Estas ações justificam seu trabalho.
As percepções mágicas e rutilantes, seu ideário metafísico podem evocar Juan Rulfo em Pedro Páramo e Guimarães Rosa em "Grande Sertão: Veredas". É nessa atmosfera - de um outro lugar - que se situa sua pintura.
Luzes e contrastes, entonações, sutilezas, vão dando identidade a personagens. O Sertão e os Andes se somam e se confundem, num exercício de ternura, numa anexação amorosa.
Cromatismo riquíssimo, superposição, contrastes, refrações, ajustes, combinações - a cor emocional - um universo mítico e envolvente. O sol do Sertão, o sol Andino,as reminiscências, caleidoscópio mágico, sucessões cambiantes, estórias sonhadas e as prometidas.
Galeano pinta seu entorno do ponto de vista plástico e ideativo. Na chácara um tempo derramando lentamente, ler, refletir, pintar na calmaria bucólica da terra. Os grandes e longínquos horizontes, os rios de águas buliçosas, o pingar das chuvas, o pôr-do-sol que não espera, a vitória das manhãs, os ventos de continuada passagem, os céus estelares e o Homem.
O trabalho: inventar um novo rumo para as coisas, acontecimentos, transmutar os achados da memória, os guardados arquétipos. Pintura - sonho e ação.
As lendas da infância e das cercanias do hoje, as casas de sapé, a caatinga exuberante parida da chuva. Os violeiros cantadores, a melancolia do tango, as festas populares, a solidão dos pampas, as coisas se fundindo num redemoinho constante e plural. Colcha de retalhos, o pulsante coração Latino-Americano: as questões do pintor.
Texto disponível em http://www.jorgegaleano.blogspot.com/
POUSADA LABARCA - CACHOEIRA/BA
Telefones : (75) 3425-1070 (pousada) – (75) 9991-7281(táxi)
Endereço : Rua Inocêncio Boaventura, nº 37 – Centro Cep. 44.300-000 – Cachoeira – Bahia Proprietária: Cristina Alicia Solimando
CPF: 508696805/44CNPJ: 05 486 853/0001.07 Cadastro EMBRATUR / BA: 21.05.486.853/0001.07
Já fiquei lá duas vezes. O lugar é super agradável e temos o prazer de conversar com a inteligente e bem humorada artista plástica CRISTINA SOLIMANDO. Uma grande figura humana! Indico aos bons amigos! Aquele abraço,
http://labarca.zip.net/indexc.htm
UMA BOA PIZZA!
PIZZARIA SHAMBHALAH
Praça da Aclamação 12/A, Centro, Cachoeira – BA
Boa massa! Atendimento super simpático. Se vai visitar a histórica cidade de Cachoeira, já sabe onde encontrar uma boa PIZZA! Eu já conferi!
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
NANDO CORDEL NA FLIPORTO 2008
CARURU DOS 7 POETAS - CACHOEIRA, BAHIA.
DIA 27 DE SETEMBRO, NA IGREJA DO ROSARINHO, CACHOEIRA, BAHIA. 19 HORAS.
GATOS PINGADOS
SÁBADO, 27/09/2008
NO BAR SEU ZÊ
21HS.
Música de altíssima qualidade. Para os amantes. Para os apaixonados pelas grandes melodias e improvisos musicais. Para os seres humanos que ainda respiram vida... Vida!
Vamos lá!
A VIDA E OS SONHOS NOS MUROS.
Cyro de Mattos*
Ultrapassada a fase criativa sob o domínio da inspiração e transpiração, um dia o autor imagina que o primeiro livro está pronto para ser editado. Vai ser útil ao outro na leitura do mundo. Ainda não sabe como é complicado publicar um livro por editor no circuito nacional, principalmente quando se trata de poesia. Com o mineiro Ney Mourão não foi diferente.
Há vinte anos, o poeta de “Notas Dispersas pelos Muros” (1) vinha batalhando para a publicação de seu primeiro livro. Chegou a ter uma idéia desesperadora nesse desejo de vê-lo finalmente editado. Começou a grafitar poemas nos muros da cidade. Assinava-se “poeta à procura de editor.” Ante o espanto de alguns e indiferença de muitos, grafitou cerca de 200 poemas. Andou quilômetros, em três anos, a pé de e de ônibus. Cobriu quase todos os bairros da cidade. Várias vezes fora preso e humilhado. Serviu como tema de redação nas escolas. Foi dado como morto. Souberam que o poeta estava vivo. Foi entrevistado e virou notícia na mídia. Mas nada de encontrar até então o editor de seu livro de estréia.
Em seu destino de ser poeta, com a marca da vida e do sonho nos muros, nunca desistia. Fazia, no itinerário das madrugadas de um homem só, que Belo Horizonte amanhecesse riscada de versos comoventes. Como estes do conhecido poemeto “Lampejo”: “Apague / a rua/ que a lua / tá linda!”. Ou ainda estes de ”Light”, de conotação surrealista: “Às vezes / de tão feliz/ ela acorda/ e sai por aí/ a t r o p e l a n d o b o r b o l e t a s.” Ou também nestes de “mercadolivrepontocom”: “Troco/ um apito de fábrica/ por um canto de pássaro”. Entre tantos poeminhas, que lembram o haicai, pela síntese construtiva, intencionalidade de grande beleza imagética, não posso deixar de citar estes versos primorosos de “Litúrgico”: “Grafite de Deus/ é arco-íris/ no horizonte1”
Em sua composição técnica e estética, como numa peça sinfônica, o conjunto dessas gritantes “Notas Dispersas pelos Muros” reúne poemas curtos na maioria das vezes. Acordes no elétrico emocional do espírito para iluminar o ar. Repercutir nas ruas e invadir as casas. Coexistem, em sua partitura musical, como elementos constituintes do discurso terno quase sem o liame entre o poeta e o leitor, leia-se ouvinte, eliminando-se o que se considera ser tão somente um formalismo desnecessário, na esperança de aumentar em suas conexões sensoriais o poder emocional que emerge em cada verso.
Mas esse mineiro criador de uma poesia nas paredes e tapumes também se sai bem quando escreve o poema com desdobramento da razão emotiva. Nesse particular, anotem como fatura exemplar do eu lírico os textos denominados “Inventário”, “Poema Musical para Roer as Unhas” e “Indo”. Neles o poeta não pretende explicar a vida, o que para muitos é inexplicável. Sob aspectos pungentes, transmite a beleza inevitável da poesia na vida, em momentos de chuva, lágrima e solidão vindas da nossa condição humana, nestes agudos ritos de passagem no sempre.
Trata-se de uma poesia de captação fácil, como talvez deva ser nos tempos atuais de velocidade. Seu discurso articula-se com rapidez para ser ouvido pelo outro mais o mundo, seduz com a enunciação sensitiva de seu conteúdo. O leitor vai encontrar nessas estridentes “Notas Dispersas pelos Muros” o andamento da beleza com motivações múltiplas no exercício da vida.
Nos tempos de hoje, em cujo ritmo uma sociedade pós-industrial impele-se pela automação, massificação e consumo, vale a pena tomar conhecimento da estréia desse poeta mineiro. Sua voz singular e plural lateja emoções. Em nervura e cumplicidade de palavras polivalentes, mostra o quanto o homem tem de grandeza em sua consciência.
****
1) “Notas Dispersas pelas Paredes”, Ney Mourão, Editora Autêntica, Belo Horizonte, 2008.
2) Cyro de Mattos é baiano de Itabuna. Poeta, contista, cronista, ensaísta e autor de livros infantis Já publicou mais de trinta livros. Possui prêmios importantes e, entre eles, o Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras, o APCA, o Emílio Moura, da Academia Mineira de Letras, e o Segundo Prêmio Internacional Maestrale Marengo d’Oro, em Gênova, Itália, duas vezes. A Palimage Editores, de Viseu, Portugal, publicou dois livros seus de poesia: “Ecológico” e “Vinte Poemas do Rio”.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
PROJETO LITERATURA COMENTADA - A CASA DOS MEUS QUARENTA ANOS EM JEQUIÉ
Palavras do poeta JIVM em http://jivmcavaleirodefogo.blogspot.com/2008/09/casa-dos-meus-quarenta-anos-em-jequi.html
PROGRAMA DO III COLÓQUIO DE LITERATURA BAIANA
III COLÓQUIO DE LITERATURA BAIANA
PROGRAMAÇÃO DAS SESSÕES DE COMUNICAÇÕES
SESSÃO 1 24/09, quarta, 14h30
Aspectos e questões de ficção baiana
Local: Auditório Magalhães Neto
Coordenador: Benedito Veiga (UEFS)
A POÉTICA DA MEMÓRIA: O ROMANCE DE HERBERTO SALESÂngela Vilma S. Bispo Oliveira (UNEB)
OUTRO OLHAR SOBRE PAI CONTRA MÃE DE MACHADO DE ASSIS
Benedito José de Araújo Veiga (UEFS)
A CRÍTICA COMO ESCRITA AUTOBIOGRÁFICA: UMA LEITURA DE TEXTOS DE JUDITH GROSSMANN
Fernanda Mota Pereira (UFBA)
ATANDO AS PONTAS DA VIDA EM "SINA", DE CYRO DE MATTOS
Elizabeth Gonzaga de Lima (UFBA)
REPRESENTAÇÕES DO TRÁGICO NO CONTO BEZERRO DESMAMA,
DE JORGE DE SOUZA ARAÚJO
Solange Araújo Fioravanti (Mestre Lit.e Div. Cultural/UEFS)
DE RIO E DESERTOS: UMA LEITURA DE A DAMA DO VELHO CHICO,
DE CARLOS BARBOSA
Mônica de Menezes Santos (UFBA)
A CIDADE COMO PERSONAGEM EM ADONIAS FILHO E ALEILTON FONSECA
Lílian Almeida (UNEB-Gandu)
SESSÃO 2 24/09, quarta, 14h30
Temas e questões da lírica baiana
Local: Auditório Pedro Calmon
Coordenador: Cleberton Santos (UEFS/CEGLVF)
O galope poético De Florisvaldo Mattos
Cleberton dos Santos (UEFS / CEGLVF)
A CIDADE E OS SONHOS IN MEMORIAM: O FORJAMENTO DA IMAGEM EM RUY ESPINHEIRA FILHO
Joabson Lima Figueiredo UEFS/UNEB- Seabra)
MEMÓRIA, MULHER E EXPERIÊNCIA URBANA NA POESIA DE MARIA DA CONCEIÇÃO PARANHOS
Ricardo Pacheco (UEFS)
EDIÇÃO DE POEMAS DE PEQUENOS ASSOMBROS, DE ANTONIO BRASILEIRO
Kaline Gabriela Maciel da Silva (UEFS)
Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz (Orientadora-UEFS)
ANOTAÇÕES SOBRE POESIA, POEMA E CRÍTICA LITERÁRIA - UMA APRENDIZAGEM COM A POÉTICA DE ALEILTON FONSECA
Nildecy de Miranda Bastos (UFBA)
JORGE ARAÚJO: A LUMINOSA POESIA DE UM TEMPO OBSCURO
Edeildes Sena Nunes (UEFS)
A RUPTURA DA RUPTURA E O RETRATO DA POESIA CONTEMPORÃNEA EM LUÍS ANTONIO CAJAZEIRA RAMOS
Luciana Santos de Oliveira (UEFS)
SESSÃO 24/09, quarta, 14h30
Literatura e questões culturais
Local: Sala de Reuniões (térreo)
Coordenadora: Maria da Conceição Reis Teixeira (UNEB/SALT)
O PERCURSO LITERÁRIO DE JOÃO GUMES
Maria da Conceição Reis Teixeira (UNEB/SALT)
SENTIDOS DA INFÂNCIA EM TEXTOS DA BAIANA CELINA DÁVILA
Andréa Barreto Borges de Souza (UNEB- Sto Antonio de Jesus)
A MULHER NA POESIA DE CASTRO ALVES
Maria da Soledade Oliveira Rios (UEFS)
AS IMAGENS DO VINHO NA POESIA DE GODOFREDO FILHO
Evanice Pereira dos Santos (Col. Polivalente M.L.F.B.- Feira de Santana)
A COSMOGONIA POÉTICA DE MYRIAM FRAGA
Ricardo Nonato Almeida de Abreu Silva (UFBA/Bolsista da FAPESB)
A CRIAÇÃO POÉTICA DE VALDELICE PINHEIRO: UM OLHAR DIFERENCIADO
Mércia Socorro Ribeiro Cruz (UESC)
DE ÂNCORAS, ÂNSIAS, REMOS E MEDOS: O FEMININO REVISITADO EM TRATADO DAS VEIAS, DE RITA SANTANA
Daniela Galdino Nascimento(UNEB)
SESSÃO 4 25/09, quinta, 14h30
Aspectos da ficção baiana
Local: Auditório Magalhães Neto
Coordenadora: Léa Costa Santana Dias (UNEB)
CUÍCA DE SANTO AMARO E O CULTO A GETÚLIO VARGAS
Léa Costa Santana Dias (UNEB-Euclides da Cunha)
REDESCOBRINDO MANUEL HENRIQUE PEREIRA (MESTRE BESOURO MANGANGÁ) ATRAVÉS DO CORDEL DE ANTÔNIO VIEIRA
Jonalva Santiago Da Silva (UNEB- Salvador)
TIETA, UMA AFRODITE BAIANA?
Elque Conceição dos Santos (Centro Universitário Jorge Amado)
AS FALAS REGIONAL, SOCIAL E ESTILÍSTICA EM SARGENTO GETÚLIO, DE JOÃO UBALDO RIBEIRO
Vitor Hugo Fernandes Martins (UNEB Sto. Antonio de Jesus)
MODOS DE VIVER: A CIDADE DAS CRÔNICAS DE VASCONCELOS MAIA
Edna Maria Viana Soares (UNEB)
A CIDADE ENTRÓPICA: A FORÇA SIGNIFICANTE DA NARRATIVA DE CLAUDIUS PORTUGAL
Nilo Ferreira da Rocha (CEFET/Fortaleza-CE)
TRAVESSIAS NACIONAIS E ENCRUZILHADAS CULTURAIS: O NORDESTINO NA TRILOGIA DE ANTÔNIO TORRES
Amanda da Silva (UEFS)
SESSÃO 5 25/09, quinta, 14h30
Questões literárias baianas
Local: Auditório Pedro Calmon
Coordenadora: Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz (UEFS)
EM BUSCA DOS TEXTOS GENUÍNOS DE AUTORES BAIANOS
Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz (UEFS)
RETALHOS DA MEMÓRIA DE MARIA AUGUSTA BITTENCOURT
Nancy Rita Ferreira Vieira (UCSAL)
A REPRESENTAÇÃO FEMININA NA OBRA DE AFRÂNIO PEIXOTO
Érica Azevedo Santos (UEFS)
Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz (Orientadora-UEFS)
MÚLTIPLOS OLHARES: A REPRESENTATIVIDADE LITERÁRIA DE ANÍSIO MELHOR
Ionã Carqueijo Scarante (Faculdade de Ciências Educacionais - Valença)
A CASA DOS BUDAS DITOSOS: O EROTISMO COMO CRÍTICA SOCIAL
Solange Santos Santana (UEFS Bolsista PIBIC/CNPq)
O VOCABULÁRIO ERÓTICO EM A CASA DOS BUDAS DITOSOS
Jeffeson Mendes Correia (UEFS)
Priscila Brasileiro Silva do Nascimento (UEFS)
Solange Santos Santana (UEFS)
Rita de Cássia Ribeiro de Queiroz (Orientadora-UEFS)
A MULHER E A LITTERATURA: ANNA AUTRAN, DEFENSORA FEMINISTA NO DIÁRIO DA BAHIA - 1871
Andreza da Silva Conceição (UNEB)
Maria Conceição Reis Teixeira (UNEB / SALT)
SESSÃO 6 25/09, quinta, 14h30
Literatura e questões temáticas
Local: Sala de Reuniões (térreo)
Coordenador: Luiz Antonio de Carvalho Valverde (UNEB /UFPE)
O SER E O ALÉM DO SER NA CONFIGURAÇÃO DA OBRA DE OSÓRIO ALVES DE CASTRO
Luiz Antonio de Carvalho Valverde (UNEB /UFPE)
HISTÓRIA E MEMÓRIA NAS CARTAS DA SERRA, DE EURICO ALVES
Grazyelle Reis dos Santos (UEFS)
JORGE AMADO E A CONSTRUÇÃO DE SI: UNIVERSALIDADE, AUTORIDADE, AUTENTICIDADE, IMORTALIDADE
Elisângela Sales Encarnação (UNEB)
O IMAGINÁRIO SERTANEJO EM CASCALHO, DE HERBERTO SALES, E EM TEREZA BATISTA CANSADA DE GUERRA, DE JORGE AMADO.
Adriana Silva Teles Boudoux (UEFS)
A PRÁTICA DO REALISMO FANTÁSTICO EM A MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO DÁGUA, DE JORGE AMADO
Wodisney Cordeiro dos Santos (UNEB Sto. Antonio de Jesus)
IMAGENS DE BALDO EM JUBIABÁ DE JORGE AMADO
Derneval Andrade Ferreira (Faculdade de Ciências Educacionais)
ANTÔNIO TORRES: UM FICCIONISTA DE IDENTIDADES
DA SOCIEDADE BRASILEIRA
Lucélia Lima Lopes (UNEB)
SESSÃO 7 26/09, sexta, 14h30
Presença da mulher na ficção baiana
Local: Auditório Magalhães Neto
Coordenadora: Rosana Ribeiro Patrício (UEFS)
MARIA AUGUSTA GUIMARÃES CONTEMPORÂNEA DE ÁLVARES DE AZEVEDO
Ivia Alves (UFBA)
UMA SENHORA DE ACADEMIA: D. EDITH GAMA E A REVISTA DE LETRAS
Maria da Conceição Pinheiro Araújo (CEFET-BA)
MEMÓRIA LITERÁRIA FEMININA DA BAHIA: REVISTA A PALADINA DO LAR Vanilda Mazzoni (Faculdade São Bento da Bahia)
PERFIS DA MULHER CASADA EM CLARICE LISPECTOR E EM SÔNIA COUTINHO
Marcelo Brito da Silva (UEFS)
Rosana Ribeiro Patricio (Orientadora-UEFS
MULHER, IDENTIDADE, DISCURSO E UM OLHAR SOBRE AS DIVERSAS FORMAS DE VIOLÊNCIA QUE PERPASSAM AS DIFERENTES VOZES
Iraildes Pereira de Matos(UNEB - Euclides da Cunha- BA)
Jailma Matos de Souza (UNEB - Euclides da Cunha- BA)
Léa Costa Santana Dias (Orientadora- UNEB)
SEXUALIDADE E TRANSGRESSÃO EM CEM MENTIRAS DE VERDADE, DE HELENA PARENTE CUNHA
Maria das Graças de Carvalho César (Educ. Oliveira Brito - Euclides da Cunha-BA)
Raimunda Dantas dos Santos (Centro Educ. da Mônica - Ecuclides da Cunha-BA)
SESSÃO 8 26/09, sexta, 14h30
Temas da literatura baiana
Local: Auditório Pedro Calmon
Coordenadora: Ivana Teixeira Figueiredo Gund (UNEB)
NA BAHIA SETECENTISTA, CABEÇA DA AMÉRICA PORTUGUESA, UMA ACADEMIA EVOCA O NOME QUE APAGA A MEMÓRIA
Manoel Barreto Júnior (UNEB- Salvador)
DAS MARGENS DO CÂNONE, DOS CACAUEIROS AOS UMBUZEIROS: A PRODUÇÃO ESCRITA DE EUCLIDES NETO
Ana Sayonara Fagundes Britto Marcelo (UNEB/UESB)
O VENTO NO TAMARINDEIRO, DE RUY ESPINHEIRA FILHO:
A MEMÓRIA COMO REFÚGIO E PESADELO
Clarisse Lyra Simões (UEFS)
MEU QUERIDO CANIBAL: A METAFICÇÃO HISTORIOGRÁFICA COMO ATOS ANTROPOFÁGICOS
Eugenia Mateus de Souza (UNEB -XIVCONCEIÇÃO DO COITÉ)
POR ESSA TERRA... DESTINOS ITINERANTES: OS CAMINHOS DO SUJEITO MIGRANTE EM ANTÔNIO TORRESIvana Teixeira Figueiredo Gund (UNEB -Teixeira de Freitas)
CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA MEU QUERIDO CANIBAL E COMO ERA GOSTOSO O MEU FRANCÊS SOB A ÓTICA LITERÁRIA
Jaqueline Cardoso da Silveira (UEFS)
TOCAIA GRANDE: UMA REPRESENTAÇÃO DE IDENTIDADE NACIONAL
Gildeone dos Santos Oliveira (UNEB)
Eugênia Mateus de Souza (Orientadora UNEB)
SESSÃO 9 26/09, sexta, 14h30
Questões de poesia baiana
Local: Sala de Reuniões (térreo)
Coordenadora: Valeria Lessa Mota (UESB
UM CANTO ELEGÍACO PARA A CIDADE NA OBRA DE RUY ESPINHEIRA FILHO
Valeria Lessa Mota (UESB)
DE AREIA À FAVO DE MEL: IMAGENS DE UBAÍRA EM POESIA DE UBAIRENSES
Ângela Márcia Damasceno Teixeira Barbosa
JANELA ABERTA AO MUNDO :CAMILLO DE JESUS LIMA EM ENTREVISTA COM GARCIA LORCA
Esmeralda Guimarães Meira (UNEB Caetité)
TEM BATUQUE NA CIDADE: IMAGENS POÉTICAS DA CULTURA NEGRA EM FEIRA DE SANTANA
Denilson Lima Santos (UEFS)
A PRODUÇÃO POÉTICA DE HONORATO FILHO 1923-1949
Marcela Rodrigues Soares (UEFS)
LUÍS GAMA E O ESTIGMA DA COR
Arolda Maria da Silva Figueredo (UNEB - Teixeira de Freitas)
A CONSTRUÇÃO DO SUJEITO POÉTICO NEGRO NA OBRA DE LUIS GAMA
Ana Maria Silva Carmo (UFBA)
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
MÚSICA INESQUECÍVEL
ÊXTASE
(Guilherme Arantes)
Eu nem sonhava te amar desse jeito
Hoje nasceu novo sol no meu peito
Quero acordar te sentindo ao meu lado
Viver o êxtase de ser amado
Espero que a música que eu canto agora
Possa expressar o meu súbito amor
Com sua ajuda tranqüila e serena
Vou aprendendo que amar vale a pena
Que essa amizade é tão gratificante
Que esse diálogo é muito importante
Espero que a música que eu canto agora
Possa expressar o meu súbito amor
Eu nem sonhava te amar desse jeito
Eu nem sonhava te amar desse jeito
Eu nem sonhava te amar desse jeito
Eu nem sonhava te amar desse jeito
HÉLIO PÓLVORA: ... de amor ainda se morre...
“Jamais separem homem e mulher que se entendem sem falar e ardem só em se olhar. Eles têm a arma química que Bush ainda busca com afã no arrasado Iraque de Saddam".
Trecho da crônica De amor ainda se morre, publicada no livro homônimo do escritor Hélio Pólvora, que foi lançado na última terça-feira em Salvador, no Solar Cunha Guedes. O lançamento (com direito a um magnífico coquetel e música instrumental ao vivo) faz parte do Projeto de Arte e Cultura do Banco Capital, que já está na sua sétima edição e já publicou 20 livros. Que maravilha de projeto! Parabéns ao Banco Capital! E parabéns a Editora EPP, coordenada pelo artista plástico Fernando Oberlaender. Foram lançados na mesma noite o livro Passeios, de Washington Queiroz (autor convidado) e Penhascos, de Isabel Fontoura (Vencedora do Prêmio).
PÓLVORA, Hélio. De amor ainda se morre. Salvador: EPP Publicações e Publicidade, 2008.
PACOTE CULTURAL DE ASA FILHO
AGENDA
DIA 18/09 ASA FILHO E CONVIDADOS 19H.
DIA 19/09 ASA FILHO E TERCETO 21H.
DIA 20/09 PACOTE CULTURAL - COM AS APRESENTAÇÕES DE GABRIEL FERREIRA E PITITIU-MPB - 17H.
O pacote cultural ou o lançamento de sete edições ao mesmo tempo foi um projeto que se idealizou na coragem. Vários "dias de noites perdidas" nas quais o imaginário decantava. Para enaltecer mais a nossa vivencia na estrada da cultura de nossa terra e tentar acabar com o estigma que Feira de Santana não tem nada! Estamos na cidade da cultura investindo no seu lazer em forma de arte. Venha conferir: cinco livretos de cordel: O DISCURSO FOGE À PRÁTICA – É SEGUNDA FEIRA – FESTA DE VAQUEIROS DO POVOADO DO SOCORRO – POVO MÓRBIDO – COMPLEXO DE CASTRAÇÃO, FREUD EXPLICA. E mais o CD ASA FILHO E O REISADO DE SÃO VICENTE. E mais o livro de poemas NÃO É A PATA É A GAZELA, uma alusão ao escritor José de Alencar. Tudo isso por R$ 20,00. Venha conferir... Mano véi.
veja: www.fotolog.com/cidadedacultura
www.cidadedaculura.artblog.com.br
CIDADE DA CULTURA
Rua H, 170 conj. João Paulo II
Feira de Santana – Bahia
Tel.: 75 3483 2740
Biblioteca Infanto-juvenil Betty Coelho
A BIBLIOTECA COMO ESPAÇO DE LUDICIDADE
Recital de poemas com o grupo infantil Isto e Aquilo (Alana Santana, David de Almeida, Denilson Melo e Mauro Júnior) e palestra com a escritora e contadora de histórias, Maria Betty Coelho Silva
Dia 25 de setembro (quinta-feira) às 16h
Biblioteca Infanto-juvenil Betty Coelho
Rua Gustavo dos Santos 38, Boca do Rio
O grupo infantil Isto e Aquilo é formado por crianças usuárias da Biblioteca Infanto-juvenil Betty Coelho e interpretam poemas de autores brasileiros, como Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Mário Quintana e Glaúcia Lemos.
A escritora Betty Coelho, 84, é uma exímia contadora de histórias, jurada do Prêmio Jabuti e autora dos livros Contar histórias: uma arte dem idade (Ed. Ática) e O galo cantou e ninguém sabe (Ed. Scipione), entre outros.
GATOS PINGADOS NO CUCA
Aberto do Cuca promove 14 horas ininterruptas de arte e cultura
O Centro Universitário de Cultura e Arte (Cuca) comemora 13 anos de fundação na próxima sexta-feira (19), promovendo 14 horas ininterruptas de arte e cultura.
Das 8 às 22 horas serão realizadas atividades nas mais variadas modalidades artísticas: música, dança, teatro, cinema, artes plásticas, literatura e ciência, destinadas a comunidade em geral e totalmente gratuitas. A programação acontecerá nas instalações do Cuca, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e na Praça Monsenhor Renato Galvão (Praça da Matriz).
O Aberto do Cuca, cuja proposta é abrir o espaço para a comunidade, oferecendo arte e cultura durante todo o dia, vai acontecer pela segunda vez. Este ano o evento contempla as artes visuais com pintura ao ar livre, exposição de xilogravura, fotografia, cerâmica e feira de artesanato.
O Museu Regional de Arte abre para o público o acervo permanente, enquanto a galeria de Arte Carlo Barbosa expõe Brinquedos Semânticos, do artista plástico Nailson Chaves. Fora da galeria, ele coordena workshop sobre Aerografia (técnica de pintura).
A música também estará representada com show de lançamento do CD "Rede na Varanda", do cantor e compositor Timbaúba, às 20 horas, no teatro de arena do Cuca. O disco reúne onze músicas, das quais nove inéditas. Este é o 4º CD do artista, que, com mais de 20 anos de carreira, continua fiel às raízes nordestinas. Ele traz como convidados os cantores Dionorina, Cescé e Carlos Pita, entre outros.
Além da apresentação de peças teatrais, haverá aula de teatro, com a professora Tacira Coelho, destinada a alunos das escolas públicas de Feira de Santana. Na CDL o público terá a oportunidade de visitar a pinacoteca, recentemente inaugurada, assistir recitais didáticos com o grupo paulista Sopro Novo, exibição do vídeo "O velho e o Mar", de Alexandre Petrov, além de palestra e apresentação do filme "Um Outro", do cineasta Chico Liberato.
A programação prevista para Praça da Matriz inclui apresentação de Filarmônica, pintura ao ar livre, coordenada pela artista plástica Maristela Ribeiro, e intervenções do Grupo Gema e do ator José Guedes. Sob a coordenação do SESC, o circo marca presença com o palhaço Bolinha e sua turma.
Fonte: Da Redação com Ascom/Cuca
domingo, 14 de setembro de 2008
NOVO LIVRO DE Washington Queiroz
Na próxima terça-feira, dia 16/09, às 19h30min, estarei lançando o livro Passeios. Será um prazer contar com as presenças de cada um de vocês. Por determinação da organização do evento o acesso ao coquetel só se dará mediante apresentação do Convite Individual. Caso tenham interesse em comparacer, confirmem. Entrarei em contato para entregar os convites a cada um de vocês.Um abraço.
Washington Queiroz
Local:
Solar Cunha Guedes
Av. Sete de Setembro, 2445
Vitória - Salvador - BA.
Lançamento de Texto Teatral de Flávia Savary
Autora: Flávia Savary
Ilustrado por Ivan Zigg
32 Páginas
Formato: 22 x 23 cm
Preço: R$ 19,50
A premiada autora e ilustradora Flávia Savary lançará o livro O ROQUE DA CIGARRA, na Livraria da Travessa, Shopping Leblon.A festa será no dia 28 de setembro de 2008, domingo, a partir 16 horas.
Flávia Savary, ganhadora do Prêmio Ana Maria Machado para textos de teatro infantil / 2008, transforma a conhecida fábula de La Fontaine, A cigarra e a formiga, numa peça teatral para crianças, com um final surpreendente. Solidariedade e arte, no texto, são tão valorizadas quanto o trabalho.O ROQUE DA CIGARRA é o primeiro título de uma série lançada pela Editora Salesiana. A proposta é incentivar o gosto pelo teatro em crianças a partir do 4º ano do Ensino Fundamental. Na apresentação gráfica, outra inovação: o formato permite tanto a leitura linear (como a de qualquer outro livro), quanto a leitura/montagem de um texto teatral propriamente dito, com todas as indicações de cenas, entradas das personagens, expressões etc. Diálogos divertidos, músicas que a autora compôs especialmente para a peça, mais descrições detalhadas de cenários e figurinos, facilitam a montagem da peça até em sala de aula.
FLÁVIA SAVARY nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de setembro de 1956. É escritora, ilustradora, autora teatral e contadora de histórias. Formada em Letras pela UFRJ. Ilustradora de livros de diversos autores, entre eles, Ana Maria Machado, Haroldo Maranhão, Sonia Hirsch e Fausto Wolff. Tem participado de exposições de ilustradores, bem como de antologias poéticas e de contos, crônicas e dramaturgia, no Brasil e exterior. Recebeu mais de 70 prêmios literários. Livros editados: HISTÓRIAS DE FOGO, Editora Salesiana, SP, 2007. ANABELA PROCURA E ACHA MAIS DO QUE PROCURA, Editora Dimensão, MG, 2007 (Prêmios Alice da Silva Lima e Funarte de dramaturgia infantil). AS ESCOLHAS DE RAFAEL, Editora Salesiana, SP, 2007, prefácio de Chico Alencar. CAMINHANDO, EU VOU!, Editora Salesiana, SP, 2007. LENDAS AMAZÔNICAS... E É ASSIM ATÉ HOJE, Editora Salesiana, SP, 2006. MENINOS, EU VI!, Editora Salesiana, SP, 2005, prefácio de Joel Rufino dos Santos. OITAVO ANIVERSÁRIO, PRIMEIRO AMOR (1º lugar nos Prêmios Cruz e Sousa e Adolfo Aizen), Editora Melhoramentos, SP, 2005, prefácio de Ziraldo. VINTE CANTOS DE SEREIA (acervo básico da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), Editora Dimensão, MG, 2004, prefácio de Olga Savary. MEMÓRIA DE BALEIA, Editora Salesiana, SP, 2004. A ARCA DO TESOURO (1º lugar no Prêmio Uapê de Cultura), Editora Salesiana, SP, 2004. QUERIDO AMIGO, Editora Melhoramentos, SP, 2002, e 25 SINOS DE ACORDAR NATAL (escolhido para representar o Brasil na 39ª Feira de Bolonha e 1º lugar no Prêmio Murilo Rubião para livro de contos), Editora Salesiana, SP, 2001, ambos ilustrados pela autora.
Resumo de dados sobre o lançamento dos livros
Data: 28 de setembro de 2008, domingo
Horário: A partir das 16 horas
Local: Livraria da Travessa (Shopping Leblon)
Endereço: Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, loja 205, Leblon, Rio de Janeiro, RJTelefone da Livraria: (21) 3138-9600
Contatos: Caso algum esclarecimento adicional se faça necessário,contate Flávia Savary através do e-mail: contatos@flaviasavary.com
VISITE O SITE: www.flaviasavary.com
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
EDIÇÕES GALO BRANCO
http://edicoesgalobranco.com.br/
terça-feira, 9 de setembro de 2008
JOSÉ ROBERTO TORERO
Olá professores e professoras de Língua Portuguesa,
Estou trabalhando com meus alunos do ensino fundamental (5ª a 8ª) o livro Uma história de futebol, uma novela de José Roberto Torero. Este livro pertence à coleção “Literatura em minha casa” que foi distribuída pelo MEC para várias escolas públicas em 2001. Aproveitem este excelente material e vamos seduzir nossos alunos e alunas para o maravilhoso mundo das palavras. Boa leitura!
Resumo
A estréia de José Roberto Torero na ficção infanto-juvenil
Zuza é um menino como tantos outros. Adora se reunir com os colegas para uma partida de futebol. Mas, quando chegamos às páginas finais de UMA HISTÓRIA DE FUTEBOL, percebemos que, na verdade, Zuza não é como os outros. Afinal, você conhece algum outro menino que tenha jogado futebol com Pelé?
Zuza jogou. E era o melhor amigo de Dico, apelido de infância de Edson Arantes do Nascimento, que, ao crescer, ficou famoso nos quatro cantos do mundo como "O Rei Pelé".
Esta novela, como bem define Ana Maria Machado, trata de começos. Começo de vida nova, começo de carreira. Mas nela nada é exatamente o que parece à primeira vista. Como se de algum modo houvesse um jogo de revelar e ocultar, uma brincadeira de esconde-esconde. O jeito é entrar no jogo e ir descobrindo aos poucos.
Enquanto vamos recolhendo as pistas, descobrindo o encoberto, nos deliciando com as aventuras desta turminha de Bauru, o tempo vai passando na vida de Zuza, Dico e demais garotos.
Dico, como todos do time Sete de Setembro desconfiavam, levava mesmo jeito para a bola. Ou, como escreve Torero, "a bola gostava dele". E deu no que deu: o maior de todos os tempos dentro das quatro linhas.
Já Zuza foi trabalhar numa grande empresa. E, certa vez, para curar a tristeza do amigo Paulo Machline, após uma derrota do Santos, resolveu contar-lhe uma história... Machline, diretor de cinema, transformou a história em filme, com roteiro de José Roberto Torero. Ganhou prêmios dos Estados Unidos à ÿndia e disputou o Oscar de Melhor Curta-Metragem de 2001. Uma jogada de mestre.
CIDADE DA CULTURA - ASA FILHO
AGENDA
DIA 11/09 ASA FILHO E CONVIDADOS 19h.
DIA 12/09 ASA FILHO TERCETO 21h.
DIA 13/09 JERRY BENEVIDES - SHOW REDENÇÃO 20h.
Jerry Benevides é cantor e compositor, tendo já participado de muitos shows e festivais pela a Bahia à fora com suas belas canções. Traz em seu repertório composições próprias e interpretações bastante originais de compositores como Elomar, Xangai, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Alceu Valença, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Ivan Soares, , além de outros clássicos da MPB. Com um estilo bem peculiar de tocar seu violão, consegue unir o Clássico e o Popular, o Pop e a Bossa, o Baião e a tropicália, fazendo uma mistura de ritmos e estilos empolgante. Além de Jerry Benevides, a formação conta com o Clarinetista Fábio Calisto e a Cantora Suely Canto.
Veja: www.fotolog.com/cidadedacultura
CIDADE DA CULTURA
Rua H, 170 conj. João Paulo II
Feira de Santana – Bahia
Tel.: 75 3483 2740
CARLOS GILDEMAR PONTES
Memória na pele
Há uma memória indissolúvel
que guarda desejos
abraços
prazeres
que acorda no meio da noite
e espera o dia vir
com seu cheiro de mato e passarinho
há nesta memória
o registro dos momentos passageiros
do brilho dos olhos teus
dos prazeres repartidos
da resina do sexo entre nossas coxas
erupindo como se fôssemos mar revolto
em minha memória és sede e tatuagem
como uma chupada gravada no pescoço
http://www.revista.agulha.nom.br/carlosgildemar.html#bio
domingo, 7 de setembro de 2008
PESQUISA DE LEILA MÍCCOLIS
http://www.blocosonline.com.br/literatura/poesia/pquantos/nomesak.htm
A POÉTICA DO GINGADO
http://www.sougabrielferreira.blogspot.com/
ARTIGO DE MOACIR EDUÃO
[PDF]LAT. 23
Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTMLNívia Maria, Cleberton Santos,. Adriano Eisen, Tito Gonçalves,. Patrice de Moraes, Idmar Boaventura,. Joaquim Gama, Moacir Eduão,
revues-plurielles.org/_uploads/pdf/17_23_21.pdf
SEBO ESTANTE VIRTUAL
http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca-v.cgi?vendor=livrosbomebarato&pchave=§ion=estante**Poesia&alvo=&inicio=1&orderby=autor%20(A-Z)&groupby=estante§ion=&refinar=0&memoria_queries=
BLOG JUDÔ E POESIA
http://judoepoesia.blogspot.com/2007/10/amor-cleberton-santos.html
ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA
COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de. Enciclopédia de literatura brasileira. São Paulo: Global; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Academia Brasileira de Letras, 2001: 2v.
FLIPORTO 2008
ANTÔNIO CAMPOS
sábado, 6 de setembro de 2008
LITERATURA INFANTIL - CYRO DE MATTOS
A Secretaria Municipal da Educação de São Paulo adquiriu 4.857 exemplares de “O Menino e o Boi do Menino” , novo livro do baiano (de Itabuna) Cyro de Mattos, para distribuir nas bibliotecas e escolas paulistas. Lançado pela Editora Biruta em maio deste ano, o livro escrito para a garotada nem bem começou a circular nas principais livrarias brasileiras já vai para a quarta edição. “O Menino e o Boi do Menino” é uma história tão comovente que às vezes parece pura poesia. É a história do boi Pintado que vive feliz da vida num sítio, com uma vaca azebuada que é sua mulher, um bezerro com pintas que é seu filho e um menino que é seu melhor amigo e nem imagina que um dia eles podem se separar.
Um dia, esta separação acontece e a gente vai acompanhando a história por dois caminhos – um, que é a longa e triste viagem do boi que vai ter de viver sozinho num lugar longe dos seus “amores”; o outro, é a saudade sem tamanho do menino que chega a ouvir o mugido do boi lá longe, de tanta falta que ele faz.
Acontece que vida de boi não é nada fácil porque “dele tudo se aproveita” e seu destino é ser criado para morrer. E a vida de menino é de uma tristeza sem limite, ainda mais quando ele sofre tanto que acaba ficando com o coração do tamanho de um boi.
Escrita numa linguagem fluente, dinâmica e poética, esta é uma história de amor, ternura e amizade, revelando que o afeto entre animais e pessoas é um sentimento tão humanamente forte que às vezes pode até mudar o curso da história e até mesmo surpreender a gente com um final feliz.
Baiano de Itabuna, escritor com prêmios respeitáveis, autor de 35 livros, Cyro de Mattos tem contos e poemas publicados em antologias no Brasil em Portugal, Itália, Alemanha, Rússia, Dinamarca, México e Estados Unidos. A Palimage Editora, de Viseu, Portugal, publicou dois livros seus de poesia, “Vinte Poemas do Rio” e “Ecológico”. A Runde Taarn Edizione, de Gerenzano (Varese), na Itália, vai publicar breve “Poesie della Bahia”, uma antologia de seus poemas. Sua história “Natal das Crianças Negras” foi incluída na “Antologia di Natale”, da Editora Tigulio Bacherontius, de Santa Margherita Ligure, Itália, reunindo 45 textos selecionados entre 247.
Texto enviado pelo autor.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Fogueiras de São João, Propriá - SE.
LANÇAMENTO DO CD DE JOSÉ INÁCIO VIEIRA DE MELO
Epitáfio para Guinevere
Cavalos já foram pombos
de asas de nuvem.
Domingos Carvalho da Silva
Meus cavalos choram por ti, égua de olhos azuis.
Não mais invadirei o vento montado no teu galope.
Que fique inscrito na tua lápide
o verso de lágrimas dos meus cavalos.
Para tu, que trazias os céus dentro dos olhos,
o relinchar da paixão pagã
dos cavalos que trago dentro de mim.
Lançamento do cd de poemas
"A casa dos meus quarenta anos",
de José Inácio Vieira de Melo
LDM Livraria Multicampi, Rua Direita da Piedade, Salvador - BA
13 de setembro de 2008 (sábado), das 10 às 14 horas
MELO, José Inácio Vieira de. A casa dos meus quarenta anos. Salvador: Aboio Livre Edições, 2008. 1 CD
MELO, José Inácio Vieira de. A infância do centauro. São Paulo: Escritura Editora, 2007.
MELO, José Inácio Vieira de. A terceira romaria. Salvador: Aboio Livre Edições, 2005.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Epifanias dos meus trinta anos
EYSEN, Adriano. Cicatriz do Silêncio.
Salvador: EPP Publicações e Publicidade,
2007.
Epifanias dos meus trinta anos
I
O gado rumina no pasto
sonhos da antiga criança
e teus olhos
como duas peixeiras
cortam a epiderme
da minha velhice.
II
Os morcegos carregam angústias
dentro da casa
onde morou minha infância.
Seus vôos tortos
apunhalam a noite
afugentando saudades
e as íris do menino
vêm como rosetas
rasurar o retrato
da meninice de ontem.
III
Lá fora a vida passa
sob o instante da chuva
e dentro do homem
um cego tateia sonhos.
Há uma multidão de pingos
que varrem os soluços
do antigo menino
e o tempo galopa em mim.
IV
O que vejo são os anos
sete facas sangrando
a última infância.
Apenas uma fotografia estendida na lembrança.
No quarto, os morcegos trazem
o aroma do campo.
A vida é o que perdi
e o que já não tenho na memória.
V
Nesta antiga casa
os móveis velam
a bonança das borboletas
que repousam no retrato de meus pais.
Na varanda, a luz do candeeiro
comunga com a brisa
os segredos envelhecidos
dentro da noite fechada.
VI
E as éguas do meu avô
marcham no quintal
onde descobri
os sabores do sexo.
É triste falar das mulheres
que pisam como potras
a inutilidade do meu sono.
VII
Tardo, e o chocalho das vacas
ressoam um sertão
que habita a inocência
do meu filho.
Chove dentro da madrugada
e no dorso de uma égua baia
a morte vem como sete sóis
siderando meus trinta anos.
Livro sobre Literatua e Gênero
SILVA, Antonio de Pádua Dias (org.). Identidades de Gênero e práticas discursivas. Campina Grande: EDUEP, 2008. ISBN 978-85-87108-92-0
Pedidos para:
Editora da Universidade Estadual da Paraíba
WWW.eduep.uepb.edu.br
eduep@uepb.edu.br
Anais do IV Colóquio Nacional Representações de Gênero e de
Sexualidades, 19 e 20 de junho de 2008
Campina Grande, Editora Realize, 2008 – ISBN 978-85-61702-00-7
YÊDA SCHMALTZ: A CONDIÇÃO FEMININA NO
DISCURSO POÉTICO.
Prof. Ms. Cleberton dos Santos
Universidade Estadual de Feira de Santana
RESUMO
Ficcionista, poeta e ensaísta de ampla produção e
reconhecimento crítico, Yêda Schmaltz (1941-2003) tematiza
em seus poemas a sexualidade, a solidão e a condição da
mulher frente à contemporaneidade com seus valores
incertos. Com base nas teorias da identidade cultural e da
crítica literária feminista poderemos analisar a representação
da condição feminina no discurso poético de Yêda
Schmaltz, uma das principais vozes da literatura brasileira
contemporânea. Assim, a partir deste sistema de
interpretação cultural, realizaremos uma leitura crítica a
partir de uma escritura de densidade poética que opera uma
linguagem questionadora das imagens representativas da
condição feminina na contemporaneidade.
Palavras-chave: Poesia, Gênero, Identidade e
Contemporaneidade.
Texto completo no livro indicado acima.
TEORIA DA LÍRICA - UFBA
1. Adriano Eysen Rego
2. Cleberton dos Santos
3. Igor Nunes Dourado de Carvalho
4. José Welton Ferreira dos Santos Júnior
5. Luisa Marques Torreão Sá
6. Rafael Nunes Maciel
7. Renata Spínola Caria
8. Rosana Almeida Junqueira
9. Vilma Santos da Paz
JORNAL PANORAMA
De cima de um muro
um calango vigia o mundo.
Imperioso e astuto e lépido
contempla a paisagem (surda)
ausculta os pensamentos de um cético.
De cima de um muro
um calango vigia o cego.
Viril e verossímel e audaz
afronta a morte que ronda
seu dorso listrado de couro tenaz.
Publicado no Jornal Panorama da Palavra - Rio de Janeiro.
http://www.panoramadapalavra.com.br/poesia2_53.html
CÂMARA BRASILEIRA DE JOVENS ESCRITORES
Veja quem foi publicado:
Adilson Roberto Gonçalves / Lorena-SPAlbina Morais Cordella / Santos-SPAmilton Fernandes de Azevedo / Mauá-SPAna Carolina Quintana de Serpa / Rio de Janeiro-RJAngela Maria Meili / Rio Grande-RSAnna Carolina dos Anjos Silva / São Paulo-SPAnne Glauce Freire / São Luís-MAAntonio Crisóstomo Damasceno Filho / Forteleza-CEAri Jorge Marques Machado / Rio de Janeiro-RJCarlos Alberto de Assis Cavalcanti / Arcoverde-PE
Cleberton Santos / Feira de Santana-BA
Daniele Carolina Menezes Araújo / Fortaleza-CEDébora Porto / Gravataí-RSEdmilson dos Santos Silva / Maceió-ALEnio S. Luciano / Sete Lagoas-MGFausto Roberto Vedoy Barcellos / Porto Alegre-RSFrancisco José Martins Teixeira / Manaus-AMGeorge Silva Costa / Fortaleza-CEJavier Lifschitz / Rio de Janeiro-RJJoão Múcio Amado Mendes / Belém-PAJosé Dércio Braúna / Jaguaruana-CEJuacêni Mastrângelo Abreu dos Santos / Belo Horizonte-MGJuliana Chalub / Belo Horizonte-MGJúnia Carvalho / Belo Horizonte-MGKarla Marília Meneses / Uberaba-MGKetty Elizabeth Benkendorf / Joinville-SCLeonardo Rodrigues / Anápolis-GOLucélia Maria de Souza Oliveira / Telêmaco Borba-PRLuiz Augusto Silva Rodrigues / São Bernardo do Campo-SPMaicon Moreira / São Paulo-SPMarco Antonio Cardoso / Salvador-BAMariana Rodrigues Ferri / São Carlos-SPMaria Odete Olsen / Florianópolis-SCMateus Machado da Cunha / Itatiba-SPMaurício Antonio Berardo Mazzo / Jardinópolis-SPNida Chalegre / Brasília-DFOdair Glatson dos Santos / Betim-MGPatrícia Mauá de Toledo / São Paulo-SPPedro Guimarães Ribeiro de Almeida / São Paulo-SPRamon Lustoza Varela Diaz / Parati-RJRenato de Oliveira Prata / Salvador-BARenato Saldanha Lima / Rio de Janeiro-RJRicardo Aparecido Silva / Pompéia-SPRil Avessanto / São Paulo-SPRoberto da Silva Ribeiro / Paulo Afonso-BARogério Almeida Dall Pozzollo Júnior / Natal-RNRômulo Carvalho Netto / Cuiabá-MTRosaura Barbosa / Porto Alegre-RSSandra Moreira Ebisawa / Rio de Janeiro-RJValdeci Ricardo Duarte / Rio Branco-ACViegas Fernandes da Costa / Blumenau-SCWagner Santos Ferreira / São Paulo-SPWagner Souza Rezende / Belo Horizonte-MGWaldyr Argento Júnior / Niterói-RJ
Clique aqui e saiba como adquirir as antologiasPainel Brasileiro de Novos Talentos
Veja aqui quem foi publicado nas edições anterioresClique sobre as antologias.
Você gostaria de publicar o seu próprio livro e não sabe como? Clique aqui e veja o que a CBJE/RJ pode fazer para que você se torne,de fato e de direito, um escritor brasileiro!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
I Seminário de Leitura crítica do conto baiano
Departamento de Letras e Artes/PPGLDC - UEFS
1º dia - 03/09 quarta-feira
8h30 - ABERTURA
8h30 Autores e temas do conto baiano contemporâneo
Prof. Dr. Aleilton Fonseca (UEFS)
9h00 Aspectos do conto de Adonias Filho
Prof. Dr. Adeítalo Pinho (UEFS)
9h30 Mulheres de Helena — imagens feminininas nos contos de Helena Parente Cunha. Prof. Ms. Lílian Almeida (UNEB)10 h- Sessão de Comunicações - Leituras críticas de contos baianos
14h - Leitura dramática e recriação de contos baianos
15 h - Sessão de Comunicações - Leituras críticas de contos baianos
2ºdia - 4/09 - Quinta-feira
8h30 - 10h Mesa-redonda: O conto na experiência dos seus autores
Invenção e recordação: o conto como experiência cênica
Adelice Souza
A experiência do conto: imaginação e memória
Carlos Ribeiro
Conto e cinema: criação e influência
Mayrant Gallo
Coordenação: Aleilton Fonseca
10h10 às 12h00 - Sessão de comunicações - Leituras críticas de contos baianos
14h - 16h Oficinas com os escritores
Oficina 1
Invenção e recordação: o conto como experiência cênica
Adelice Souza
Oficina 2
A experiência do conto: imaginação e memória
Carlos Ribeiro
Oficina 3
Conto e cinema: criação e influência
Mayrant Gallo
16h20 - Encerramento: O conto afinal de contas
Rosana Ribeiro Patricio
Aleilton Fonseca
16h50 - Sessão de autógrafos com os autores
domingo, 31 de agosto de 2008
CANÇÃO DA AMIGA
(para flauta doce)
Em teus lábios, amiga,
repousam sonhos disfarçados de euforia.
Em teus olhos, amiga,
naufragam poemas rupestres de dores oníricas.
Em teu corpo, amiga,
florescem lírios roxos em mar de volúpia.
Cleberton Santos
*Poema publicado no Jornal Tribuna Feirense, caderno Tribuna Cultural, 25/01/2004.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Lançamento de CD de JOSÉ INÁCIO VIEIRA DE MELLO
Por Helena Ortiz
LANÇAMENTO - José Inácio Vieira de Melo lança poemas em CD para festejar seus 40 anos de idade.O poeta nasceu no povoado alagoano Olho d'Água do Pai Mané e veio para a Bahia aos 20 anos, em 1988.
Ao completar 40 anos e festejá-los com a edição do cd "A casa dos meus quarenta anos", José Inácio Vieira de Melo pode olhar para trás (e nós também olhamos) e ver que tem uma carreira construída.Tão jovem ainda, apenas 40 anos, muito pouco para se mensurar a carreira de um poeta. Talvez seja uma temeridade fazê-lo, uma vez que muitos estréiam, publicam poemas em uma ou outra antologia, mas, porque o público escasseia ou porque perdem o ímpeto, vão fazer outra coisa. Não é o caso de JIVM, porque ele não escolheu ser poeta. Foi escolhido pelo anjo torto, talvez num sopro de vento mais forte, talvez com a primeira flor de algorobeira, quando se viu diferente dos outros. Surpreendeu-se, talvez, quando menino, algumas vezes não entendeu, por muito jovem, até que o tempo ensinou-o a decifrar alguns enigmas e ele aceitou a missão de menestrel contemporâneo.NA BOCA DA NOITE - Desde seu livro de estréia, Códigos do Silêncio, em 2000, José Inácio não parou mais. Seria excessivo que eu escrevesse sobre a sua poesia e os livros que vieram depois, Decifração de abismos e A terceira romaria, até A infância do Centauro, porque sobre ela (e eles) já escreveram nomes honrados e prestigiados do nosso pródigo cenário literário: Astrid Cabral, Marco Lucchesi, Francisco Carvalho, Lêdo Ivo, Izacyl Guimarães Ferreira, Igor Fagundes e seu admirado Gerardo Mello Mourão, hoje em outras paragens e sobre quem versa a tese de mestrado de José Inácio. Ao lado de tais nomes, o meu apareceria apagado, por poucos saberes acadêmicos. Mas há uma face que posso destacar, que me interessa muito, e me reporta a Lucchesi quando fala em "atitude de poeta". Falo do José Inácio ativista, coisa mais rara no ofício.Uma outra força lhe foi legada: a capacidade de inventar oportunidades. E trabalha com isso na área mais difícil das artes. É o que se chama hoje de agitador cultural, aquele que idealiza, aglutina, organiza, sai a campo e realiza.Durante quatro anos JIVM esteve à frente do Poesia na Boca da Noite, no restaurante Grande Sertão, em Salvador. Isso significa dizer que convidou, agendou (a agenda era feita no início do ano) fez contatos, juntou material, entrevistou e divulgou uma quantidade de poetas, fazendo com que aparecessem, conhecessem seus pares e tivessem espaço para mostrar o próprio trabalho; editou, junto com Aleiton Fonseca e Carlos Ribeiro cinco números da revista Iararana, além de organizar o concurso de poesia da revista; selecionou, organizou e editou a antologia Concerto lírico a quinze vozes, capa de Almandrade, novamente abrindo espaço para os novos poetas, um belo trabalho a que dedicamos as páginas centrais do panorama, com texto que tive o prazer de assinar.Quando vi a revista pela primeira vez, e as outras, ou quando recebi a antologia era sempre uma alegria e eu pensava: José Inácio estava ali, organizando o movimento, segurando a bandeira dos predestinados, engolindo sapos e ouvindo mais não do que sim. Mas José Inácio é mais sim do que não, e quando menos se esperava, ali estava o trabalho concluído.Em época de Olimpíadas, não seria ele uma das nossas maiores vitórias? Algum dia daremos a necessária atenção à mens sana, ou pelo menos a igual atenção que se dá ao corpore sano?José Inácio esteve muitas vezes nas páginas do panorama: por ocasião dos lançamentos dos seus livros, porque foi finalista do Concurso Astrid Cabral, porque realizava. Sobre ele escreveram no jornal Marcus Vinicius, Mayrant Gallo, Ronaldo Correia de Brito, Hélio Pólvora e Izacyl Guimarães Ferreira. Também esteve no Rio para a comemoração dos seis anos do panorama – uma festa da escrita que terminava para dar vez ao jornal virtual – uma pena!No período, muitas coisas aconteceram, boas e más, como são as coisas.Amigos que se distanciaram, outros que se aproximaram, a chegada de mais um filho, a correria da vida, de carro ou a galope, sempre a poesia pulsando.O centauro deixa a infância. José Inácio, aos 40 anos, voa. E lê, continua lendo, recitando ou cantando, graças a uma prodigiosa memória, os poetas de sua vida. Os poetas de todas as vidas, que só existem se os poetas de hoje não deixarem de cantá-los.
DIVULGADOR DE POESIA - Eu diria que por seu temperamento, José Inácio está mais para Castro Alves do que para Jorge de Lima, mas bem que podiam ser seus os versos: "um cavalo todo feito em chamas / alastrado de insânias esbraseadas / pelas tardes sem tempo ele surgiu / e lia a mesma página que eu lia".Por tudo isso podem comemorar todos aqueles que sabem o quanto é importante (e difícil) dar a conhecer, sem parar, a produção poética brasileira, a despeito dos que dizem que não se produz nada de novo no Brasil. A cultura é feita pela mediania, e não nos é dado decidir hoje quem será importante amanhã. É temeroso fazê-lo. Muitas promessas se tornaram cinzas e alguns nomes, aparentemente apagados, fizeram-se grandes com o tempo.O artista é o profeta do seu tempo e só o futuro lhe fará justiça. O que é preciso, hoje, é trabalhar, e disso, José Inácio é exemplo.Helena Ortiz é poeta, contista e editora do jornal Panorama da Palavra e da Editora da Palavra. Publicou os livros Em par (2001) e Sol sobre o dilúvio (2005), entre outros.
Resenha publicada no A Tarde Cultural, em Salvador, Bahia, em 23 de agosto de 2008
Lançamento do cd de poemas "A casa dos meus quarenta anos", de José Inácio Vieira de Melo
LDM Livraria Multicampi, Rua Direita da Piedade, Salvador - BA
13 de setembro de 2008 (sábado), das 10 às 14 horas
Retirado de http://www.jivmcavaleirodefogo.blogspot.com/
domingo, 24 de agosto de 2008
MOSTRA DE FOTOGRAFIA NO MAC
Onde: Museu de Arte Contemporânea – Feira de Santana.
Quando: 28 de agosto de 2008, às 20:00 horas
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
REVISTA POESIA SEMPRE - FBN
INFÂNCIA
No umbigo do mundo
escondi meu cavalo de barro.
No umbigo do mundo
escondi minha bola de gude.
No umbigo do mundo
a criança escondida
brinca de se esconder
do outro lado das coisas
vestindo palavras espumas.
CALÇADA RIBEIRINHA
Queria sentar nesta calçada antiga
repousar meus gritos e teoremas
jogar castanhas no buraco d’água.
Queria sentar nesta calçada antiga
sem a pressa dos vendavais urbanos
contar estrelas em esteiras amarelas.
Queria sentar nesta calçada antiga
sem a poesia que me atormenta
sentir a lua fria sobre as pernas.
Queria sentar nesta calçada antiga
e ver surgir do batente liso
a velha sombra da manhã vivida.
CANTO
A vida avança neste rio sem norte
e a sorte busca cada canto escuro
para dar morte a todo pássaro
que canta seu canto de esperança e medo.
A vida avança sem norte neste rio
e o canto escuro dos dementes
a todo pássaro cativo liberta
da morte do canto medroso e doente.
Poemas publicados na Revista Poesia Sempre, Nº 27, Ano 14. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2007. p. 151-153, ISSN 0104-0626
Revista Poesia Sempre
Fundação Biblioteca Nacional
Av. Rio Branco, 219, 5º andar, Centro.
Rio de Janeiro - RJ
20040-008
e-mail: poesiasempre@bn.br
terça-feira, 12 de agosto de 2008
O ESCRITOR CARLOS RIBEIRO
Visite o site de Carlos Ribeiro
www.carlosribeiroescritor.com.br
LANÇAMENTOS ESPECIAIS:
CAPITU MANDOU FLORES / PORTAL SOLARIS
Rinaldo de Fernandes organiza coletânea Capitu mandou flores: contos para Machado de Assis nos cem anos de sua morte, lançada pela Geração Editorial; Nelson de Oliveira a revista Portal Solaris, marco da ficção científica e do fantástico no Brasil. Vejam informações sobre ambas as publicações na seção Livros publicados
RESENHA A biografia Rubem Braga: um cigano fazendeiro do ar, de Marco Antonio de Carvalho, revela aspectos pouco conhecidos da vida do mais importante cronista brasileiro. Em Jornalismo literário
CRÔNICAS & ARTIGOS
Sagrado com rosto humano, sobre conferência do filósofo Luc Ferry; Gloriosa chatice, uma crítica à crítica feita ao cineasta Glauber Rocha, bem como à sua exaltada defesa; Esses nossos mitos dourados, uma opinião sintética sobre o Cinema Novo e o Maio de 68. Em Contos & crônicas
Desafios para um jornalismo mais humano: editorial publicado no jornal Reverso, do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Em Especial.
ENTREVISTA
Suzana Varjão faz, em Micropoderes, macroviolências, uma análise densa do que denomina de bolhas e vãos: o espaço dos dominantes e dos dominados nos jornais, e alerta especialmente aqueles que escrevem ou lêem jornais diários acerca da potencialidade da palavra impressa e sua responsabilidade na produção da ordem ou da desordem social. Em Especial / Entrevistas
CONTO "O CAMINHO DOS ANCESTRAIS", DE NUNO GONÇALVES Carlos Ribeiro recomenda - Nota 10,5
ANTONIO TORRES COMENTA O ROMANCE LUNARIS Fortuna crítica
NOVOS TRECHOS E CAPÍTULOS DE LIVROS DO AUTOR Livros publicados
ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA ABRE INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO NACIONAL BRASKEM / CONTO 2008. A PREMIAÇÃO É DE 15 MIL REAIS E PUBLICAÇÃO POR UMA EDITORA DE PROJEÇÃO NACIONAL. VEJA REGULAMENTO NO SITE DA ACADEMIA
www.academiadeletrasdabahia.org.br
RECÔNCAVOS REVISTA ACADÊMICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA FAZ CHAMADO PARA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS, ENSAIOS E RESENHAS. O NÚMERO 2 TRARÁ DOSSIÊ SOBRE OS 40 ANOS DO MAIO DE 68. MAIS INFORMAÇÕES NO SITE DA REVISTA www.reconcavos.ufrb.edu.br
Revisão, leitura de originais, produção de textos e atividades editoriais em geralcarlos@carlosribeiroescritor.com.br
MANUAL DE SEMÂNTICA
Editora: Vozes
Autor: Luciano Amaral Oliveira
184 páginas
Peso: 266 gramas
1ª edição
Assunto: Letras e literatura
Preço: R$ 30,00
Manual de Semântica traz para os leitores informações, provocações e reflexões acerca dos estudos do significado. Diferentes concepções teóricas são abordadas aqui, como, por exemplo, a Semântica Histórica, a Semântica Formal, a Semântica Cognitiva, a Semântica Estruturalista e a relação entre Semântica, Filosofia e Lingüística. A abordagem pragmática dos fenômenos semânticos não poderia deixar de ocupar uma grande parte deste livro, que também trata da semântica na prática docente e do status teórico do significado literal no processo de interpretação textual.
CURSO CASTRO ALVES - ALB
CURSO CASTRO ALVES 2008
III COLÓQUIO DE LITERATURA BAIANA
24 a 26 de setembro, das 14h30 às 19h30 - na ALB, em Salvador - Bahia
PROGRAMA
24/09 - quarta-feira
17h00 - O caráter dramático e coreográfico da poesia de Castro Alves
Alexei Bueno (poeta e ensaísta)
25/09 - quinta-feira
14h30 - Sessões de Comunicações de Literatura Baiana 1, 2 e 3
17h00- As imagens oníricas da violência no poema "O navio negreiro" de Castro Alves
Artur Bispo dos Santos Neto (UFAL)
26/09 - sexta-feira
14h30 - Sessões de Comunicações de Literatura Baiana 4, 5 e 6
17h00 - Leitores de Castro Alves: depoimentos, leitura e comentários de poemas
Edivaldo M. Boaventura (ALB)
Consuelo Pondé de Sena (ALB)
João Eurico Matta (ALB)
18h30 - Lançamento do livro "O olhar de Castro Alves - ensaios críticos de literatura baiana"
(reunião de 51 trabalhos apresentados em 2006 e 2007)FICHA DE INSCRIÇÃO (Período: 15/08 a 05/09)
Obs: Enviar a ficha e aguardar a Carta de Aceite, para daí pagar a taxa de inscrição.
Nome completo: ____________________________________________( ) Professor ( ) Outra profissão:____________________ ( ) Escritor( ) Estudante de Pós-Graduação em: ______________________________________( ) Estudante de Graduação em: __________________________________________
( ) Estudante Ensino MédioEndereço: Rua/Av.: ____________________________________________________Complemento: ____________________ Cidade:_________________ Estado:_______
Cep: Tel: Fax:
E-mail:
Instituição a que pertence: ___________________________________________________
Forma e taxa de Inscrição:( ) Estudante/graduação (ouvinte) - valor R$ 5,00( ) Estudante/graduaçãoc/Apres. de Comunicação (só de Iniciação Científica, com indicação de orientador) - valor R$ 15,00( ) Profissional/pós-graduando/outro (ouvinte) - valor R$ 20,00( ) Profissional/pós-graduando/outro (c/ Apresentação de Comunicação) - valor R$ 40,00Titulo da Comunicação:________________________________________________________________________
Obs: As comunicações devem ser sobre questões, temas, autores, obras da literatura baiana.
Serão fornecidos certificados de apres. de comunicação e/ou de ouvinte carga horária de 15h
Os trabalhos apresentados poderão ser selecionados e reunidos em livro em 2009.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
ÂNIMA TRIO
AGENDA CIDADE DA CULTURA
DIA 14/08 ASA FILHO E CONVIDADOS 19h.
DIA 15/08 ÂNIMA TRIO - ACÚSTICO 21h.
DIA 16/08 ASA FILHO E CONVIDADOS 19h.
QUEM É ÂNIMA TRIO -Ânima Trio é um projeto artístico que já nasce amparado numa sólida amizade entre seus integrantes:Flaviano Gallo (Bateria e Vocal); Sérgio Canhoto (Contrabaixo) e Tito Gonçalves (Teclados e Vocal).Juntos, esses três músicos de Feira de Santana decidem encarar um repertório sofisticado, voltado a diversas tendências e com um princípio fundamental: "música de dentro pra fora"
VEJA: WWW.FOTOLOG.COM/CIDADEDACULTURA
LEVE COM VOCE O CD ASA FILHO E O REISADO DE SÃO VICENTE
UMA ANTOLOGIA MUSICAL


