sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Projeto Cibercultua do Colégio Flamboyant


Compartilho com alegria e convido a todos a visitarem o blog do Projeto Cibercultura desenvolvido pelas professoras Ione Carla e Mirian e executado pelos alunos Caio Novoa, Celso Carvalho, Laís Oliveira, Luis Gustavo, Marcos Vinicius e Taina Oliveira, do Colégio Flamboyant, Salvador, Bahia.
Eles trabalham a poesia de Cleberton Santos, a música de Fabrício Barreto e a pintura de Gabriel Ferreira!


Fotografia inspirada no poema Balada de Solidão e Remorso


Fotografia de Raquel Arruda, inspirada no poema “Balada de Solidão e Remorso” publicado em "Aromas de Fêmea”, vencedora do Concurso para Leitores de "Aromas de Fêmea” 2013


Balada de Solidão e Remorso

Amiga, nesta cidade nua
ando sem consolo
sigo o rastro da sombra tua

pelo beco estreito de outrora 
tarde de domingo claro
um beijo de cinema roubado

mãos em rosto sonoro
afagando antigas ilusões
sigo o rastro das paixões

vestido indiano que flutua
em sons e cores e dardos
um beijo de cinema roubado.



Lançamento de "Estante Viva" na Bienal do Livro da Bahia 2013


Bienal do Livro da Bahia 2013


Lançamentos
Aromas de Fêmea (poesia)
Estante Viva (crítica literária)

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Lançamento na Assembleia Legislativa de Sergipe


No dia 17 de outubro, às 18:30h, o professor e poeta Cleberton Santos lança seu quarto livro de poesia, intitulado "Aromas de Fêmea", no Espaço Cultural Djenal Queiroz da Assembleia Legislativa de Sergipe, Aracaju, sob curadoria da jornalista Ilma Fontes. A obra conta com o projeto editorial de Rubervânio Rubinho Lima, imagens da capa do artista plástico baiano Antônio Brasileiro e prefácio do professor de filosofia Alex Gonçalves Muniz. Sobre este livro, declarou o poeta português Carlos Fernando Bondoso: “A poesia de Cleberton Santos é uma poesia moderna fora dos trâmites clássicos, mas excepcionalmente trabalhada. Neste livro surpreendente que é uma viagem de prazer constante de leitura, o poeta oferece-nos com a beleza dos seus poemas o patamar mais alto do erotismo não caindo no fácil que seria o pornográfico.”

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Concurso de Fotografia para Leitores de “Aromas de Fêmea”!

A melhor fotografia de um leitor ou leitora do livro “Aromas de Fêmea” ganhará um brinde da Cacau Show (chocolates)!
A fotografia deverá ser enviada para o e-mail clebertonpoeta@yahoo.com.br e postada no facebook!
A participação será até o dia 25/10/2013!
O resultado será divulgado no dia 01 de novembro de 2013!
Faça sua foto e participe! Incentive a leitura de poesia brasileira!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O erotismo luxuriante de “Aromas de Fêmea”.

O erotismo luxuriante de “Aromas de Fêmea”

Ao ler-se a poesia de Cleberton Santos brota no leitor uma extraordinária carga erótica que nos prende a todos os seus poemas traduzidos a imagens sensuais e objeto de desejo tornando a luxúria em prazeres da carne e aqui brilham os olhos do leitor. Reside neste particular muito do encanto literário em apreço. A linguagem literária não carece de classificações, é universal na manifestação de pensamentos e na qualidade com que os eleitos da poesia a moldam. A descrição íntima da atmosfera voluptuosa que o poeta cria de forma admirável leva-nos ao clímax com este maravilhoso poema carregado de erotismo e imaginação, onde o foco central é a fêmea e não foi por acaso que deu o título do livro, onde o erotismo sob esta forma gera liberdade.

Tudo exalava fêmea.
As hastes nuas exalavam fêmea.
A chuva rala exalava fêmea.
O busto mármore cinza exalava fêmea.
O colorido guarda-chuva exalava fêmea.
Uma música ao longe exalava fêmea.
A poça rasa d'água exalava fêmea.
Os esticados seios da cadela exalavam fêmea.
Tudo exalava fêmea naquela manhã.

A poesia de Cleberton Santos é uma poesia moderna fora dos trâmites clássicos, mas excepcionalmente trabalhada. Neste livro surpreendente que é uma viagem de prazer constante de leitura, o poeta oferece-nos com a beleza dos seus poemas o patamar mais alto do erotismo não caindo no fácil que seria o pornográfico. Escrever a este nível não é para todos. Não sendo eu critico literário, mas sim poeta, leva-me a olhar para os seus versos magnificamente construídos e intelectualmente brilhantes com uma sensibilidade diferente de quem faz análise e crítica literária. São de uma beleza e sensibilidade poética que poucas vezes tenho lido em livros com a mesma temática. O expoente máximo está neste pequeno poema, onde o poeta revela uma sensibilidade fora do comum.

Bilisco o bico do teu peito
a gala escapa dos meus dedos

não ter que pensar é estar fodendo em segredo

Isto é sublime. É uma leitura que exige um esforço intelectual que nos leva a sonhar e estar para lá da razão! Realço alguns poemas onde o poeta no seu desejo intrínseco torna os versos numa carga erótica forte que nos toca os sentidos e nos envolve num erotismo luxuriante.

Carlos Fernando Bondoso – Poeta (Portugal)
23 de setembro de 2013


domingo, 22 de setembro de 2013

Lançamento de Aromas de Fêmea na Academia de Letras da Bahia 2013





Fotos do lançamento de "Aromas de Fêmea" na Academia de Letras da Bahia, 18/09/2013, Salvador.






Fotos de Rosana Rios


"Aromas de Fêmea" na Cidade da Cultura

Fotos da divulgação de "Aromas de Fêmea" na Cidade da Cultura, Feira de Santana, 13/09/2013.


Emanuel, Sandro Penelú, Cleberton, Adriano Eysen


Cleberton e Rosa

Lançamento de "Aromas de Fêmea" em Feira de Santana

Fotos do lançamento de "Aromas de Fêmea" na Feira do Livro de Feira de Santana. 14/09/2013


Foto de Beto Souza


Foto de Beto Souza


Foto de Beto Souza


Foto de Rhafael Rios




Foto Beto Souza

terça-feira, 10 de setembro de 2013

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Poema Vulto Feminino

Era quimera
e parecia ser o amor.
Neide Archanjo

VULTO FEMININO

Percebi o vulto no vidro
que traduzia
a língua da elegância.

Poema do meu novo livro "Aromas de Fêmea" (Editora Oxente, 2013)


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Aromas de Fêmea: poemas eróticos

Lançamento na 6ª Feira do Livro: Festival Literário e Cultural de Feira de Santana, 14 de setembro de 2013.


Aromas de Fêmea

Em breve, lançamento de 



domingo, 4 de agosto de 2013

QUASE SONETO ERÓTICO

Cuerpo de mujer mía persistiré en tu gracia.
Pablo Neruda

QUASE SONETO ERÓTICO

E sobre a cama um resto de embriaguez,
cantou poeta mui amigo em decassílabo
erótico tramado em tempestades
e sonhos translúcidos de Jerez.

Sobre a cama restam olhos passivos
indício de sexos indevassados
pernas entrecortadas de lascivos
corpos embriagados, bocas coladas.


Poema do livro inédito “Aromas de Fêmea”, previsão de lançamento para outubro 2013.


 
Gabriel Ferreira

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

poema LUZ DA PAIXÃO


Amanhecer em teus braços,
pleno do gozo de uma noite
escura, sentir meu corpo
claro sempre à tua procura.

Amanhecer em teus braços,
insaciado dos teus olhos,
buscar novamente teus
abraços, luz da paixão.

Amanhecer em teus braços,
recitando mil suspiros,
canções de ternura viva
em formas várias de amar.

Do livro “Cantares de Roda” 2011


Gabriel Ferreira

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Fortuna crítica de "Cantares de Roda"

POESIA E OFERTA
Sandro Ornellas
Poeta e professor da UFBA

“E para que poetas em tempo de penúria?”, pergunta Friedrich Hoelderlin na sétima de suas odes, intituladas Pão e vinho, na antessala da modernidade, a mesma que valorizará excessivamente a técnica e a tecnologia, o dinheiro e o valor de troca dos bens, financeiros e simbólicos, fazendo comércio de toda experiência acumulada de vida e mudando-a em mera sensação, imediata e privada. Se o poeta nesse cenário foi catapultado para a margem – por produzir um bem tão pouco ou nada mensurável, tão pouco ou nada afeito à lógica financeira e comercial, tão pouco ou nada semelhante à lógica da troca sócio-econômica – digamos que é aí justamente que está a sua força: a intempestividade e o deslocamento permanentes. Em uma época como a nossa, tão imersa na novidade jornalística que transforma tudo em informação, tão voltada para uma falsa tecnofelicidade, para o medusamento publicitário, a poesia – exatamente por não possuir qualquer valor de troca no mercado de bens culturais – é a novidade que permanece sempre novidade. Sua contemporaneidade está precisamente na sua extemporaneidade. Enquanto todos vão, a poesia e o poeta já voltaram, renovados. É aí que está o traço mais característico deste novo livro de poemas de Cleberton Santos – Cantares de roda – e o que o justifica.
“Não quero mais cantar / para homens feitos de solidão”, afirma sem meias palavras Cleberton, no início de “Anúncio”. E ouso, agora eu, afirmar que esse anúncio é cumprido quase que à risca ao longo de todo este seu novo livro. A sua ideia é muito propriamente essa: dar as mãos aos leitores e propor uma cantiga, uma dança e uma roda, uma alegria compartilhada. Compartilhada. Ao rejeitar “homens feitos de solidão”, Cleberton rejeita também a percepção comum da solidão do poeta, abandonado pelo leitor moderno, como também rejeita a solidão do leitor, esquecido pelo poeta moderno. Com inteligência e sensibilidade, o efeito buscado e alcançado ao longo do discurso deste livro é o da oferta de experiências comuns, cabendo ao poeta sua razão mais fundamental: fixar essas experiências na memória de todos, através da palavra do poema. E Cleberton sabe disso, como mostra em “A razão do poeta”: “Não cantar / ficar para semente / eis a raiz do poema. // Não morrer / ficar na escansão do presente / eis a razão do poeta”.
São vários os caminhos que Cleberton usa para estender a mão ao leitor e iniciar os seus cantares, mas o principal talvez seja o de buscar ser audível e inteligível. Qualidades que a poesia contemporânea volta a exercitar desde as últimas décadas e que em Cleberton se destacam com habilidade: “Meu canto de vida, / Brasileiros, ouvi: / Sou filho do samba, / No samba cresci; / Brasileiros, descendo / Do grande rei Zumbi” (“Filho do samba”). Sua técnica é intensificada para se ocultar, em proveito da roda, como uma espécie de dádiva, de dom que o poeta oferece à sua comunidade de leitores, a exemplo do poema que abre o discurso do livro, como um presente, “Cantares de amigo”: “Vamos cantar esta tarde sem pejo / de sermos somente sementes de alegria / de sermos sementes somente renascidas / (...)”. O “nós” do sujeito desfazendo os “nós” do texto para de mãos dadas drummondianamente semearem esperança, “razão do poeta”.
Mas se a cantiga é extemporânea por ser ancestral, esse arcaísmo (de arché: origem) do seu discurso é também cada vez mais contemporâneo no modo como Cleberton naturaliza a sua técnica poética: não há nos seus poemas fogos de artifício sintáticos, explosões imagéticas ou preciosismos lexicais, há a tradição dos ritmos e das formas temáticas da poesia, há inteligentes (não mumificados) usos de redondilhas e anáforas, assim como nas referências ao universo negro-popular em “Samba de roda”, “Carnaval”, “Roda”, “Ciranda”, “Menestrel”, dentre outros, assim como ao erotismo amoroso de “Canção da amiga” e “Luz da paixão”. Neste, o chiaroscuro dá a ambiência erótica conjugando-se ao cavalgamento rítmico entre os versos: “Amanhecer em teus braços, / pleno do gozo de uma noite / escura, sentir meu corpo / claro sempre à tua procura”. Há também outras imagens variadas, e francamente legíveis no seu sentido, imagens alegóricas de imaginários comuns, como em “Barco”, ou imagens mais pessoais, como na série final “Fuga da criação”.
Texto legível, técnica inteligível, sensibilidade temática e experiência cultural: é o que se vê e se lê neste terceiro livro de Cleberton Santos, é o que oferece o poeta aos seus leitores, sua dádiva, seu dom em forma de canto e poema. Cleberton, portanto, nos dá o que não se resume ao poema, mas nele encontra sua expressão mais concentrada: poesia. Que o leitor abra este livro como uma espécie de gesto especial, não esperando soluções mágicas para a vida e seus impasses, mas com a certeza de encontrar poemas prontos para fazer o que lhes cabe: cantar esperanças, dores, origens e amores que todos conhecemos e com os quais sonhamos, mesmo que não os conquistemos:
Atirei
Sonhos na amada
Mas meus sonhos foram só meus
Pois a amada não gosta de sonhos
E só sabe dizer adeus (“Roda do desamor”).

Salvador, junho de 2011.
Texto publicado no livro “Cantares de Roda”.

Opiniões sobre minha poesia

Gostei dos poemas. Há um quê de melancolia nos dois. Arriscaria dizer que você é um poeta elegíaco, como o nosso Ruy Espinheira Filho. O seu verso é bem trabalhado, você escolhe bem as palavras (Mallarmé disse que poesia se faz com palavras, e não com ideias). Embora as idéias também sejam imprescindíveis... (Ricardo Vieira Lima)

Cleberton sabe que não há como suspender a marcha dos dias: “Contemplar o amanhã sem detê-lo / em sua voracidade de amanhecer”.  O novo atropela o velho e conduz à “Intransitividade do olhar”: “Em direção à praia submersa / meu olhar é de distância, concretude de ausências”. Ecos simbolistas perpassam os versos de Cleberton, atentos à beleza das aliterações e das sinestesias que remetem ao poeta Sosígenes Costa e também à poesia de Alphonsus Guimaraens e Cruz e Sousa: “Estilhaços de azul emolduram o poente. // (...) // Vestidos vermelhos amarelados, em tons furtivos de saudades, / bailam com seus fantasmas na brisa // (volúpia sonora do orgasmo marítimo)”. (Reynaldo Valinho Alvarez)

Isso que você faz é poesia mesmo. Poesia da melhor qualidade. Não precisa ser um especialista para chegar a essa conclusão. “Concerto para ninar calangos opalinos” constitui verdadeiro achado. Um primor de beleza contida. “Amor”, idem. Todos os outros, idem. Daí, a desnecessidade de mencioná-los expressamente. Sua poesia é o triunfo da subjetividade. (Francisco Carvalho)

A poesia de Lucidez Silenciosa vem impregnada de lirismo, não aquele lirismo “lugar comum” que se observa nos poetas de baixa qualidade literária, mas um lirismo natural, dos grandes poetas. Nota-se em seu conteúdo que o autor não é nenhum “poetégo”, desses que se preocupam somente com seu próprio umbigo, mas sim com quem por acaso, venha a abrir a primeira página e viajar nas suas entrelinhas. (Rogério Salgado)

Li, com gosto, seu livro de poemas Lucidez Silenciosa (eis, aqui, um belo conceito de poesia!). Em linhas gerais, creio que você demonstra, sobretudo em alguns versos, o poder da criação e a força poética das palavras. (Hildeberto Barbosa Filho)

Já Cleberton Santos, em Lucidez silenciosa (EPP Publicações e Publicidade), valoriza palavras raras, sonoras e requintadas, mais no sentido do adorno que da estrutura. “Composição para flauta” dá a medida de seu potencial lírico: “Faço versos com retalhos de vida / fios de cabelos que apascento nos dedos”.
(André Seffrin)

Nota-se em Lucidez Silenciosa estilo e técnica, com síndromes peculiares de arte e de beleza, estando – sempre a palavra certa no lugar certo, de maneira viva a espontânea. Não faço uma crítica, é evidente. Mas, com prazer, traço um breve louvor a quem o merece de fato e de direito. (Mário Cabral)

Concurso de Poesia Vinicius de Moraes no IFBA Campus de Paulo Afonso 2013

A Área de Linguagens e Códigos informa que estão abertas as inscrições para o CONCURSO DE POESIA VINÍCIUS DE MORAES para os alunos do campus IFBA Paulo AfonsoTodas as normas e critérios para participar deste certame estão detalhados no regulamento disponível no site do IFBA. Esta atividade faz parte das comemorações pelo Centenário de Nascimento do Poeta. Brevemente divulgaremos a programação do Evento Centenário de Vinicius de Moraes que acontecerá em setembro em nosso campus. Maiores informações visitem o site http://www.pauloafonso.ifba.edu.br/

 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Vídeo da Conferência no Castelo Armorial de São José do Belmonte 2013

video

Jornada Acadêmica de São José do Belmonte 2013


Foi excelente a Jornada Acadêmica em São José do Belmonte. Falei sobre como o "Leitor, poeta, professor e crítico literário" foram nascendo ao longo da minha jornada. Ainda recitei alguns poemas de "Cantares de Roda".  Tudo isso dentro do cenário interessantíssimo do Castelo Armorial. 




sexta-feira, 26 de julho de 2013

Meus primeiros poemas em antologia

Estes são os primeiros poemas que publiquei em uma antologia literária. Foram meus primeiros versos editados em formato de livro. Compartilho com vocês!


Escravo destino

Não sou gente,
gente malvada.
Malvada escravidão,
escravidão sem perdão.
Perdão do meu senhor,
senhor do meu corpo.
Corpo negro,
negro destino,
Destino de escravo,
escravo nasci.
Nasci escravo!
Escravo morri.

Analecto: Antologia Literária. Aracaju: Luz, 1997.




ERA

Era lua
Sol demente
Que Luzia
Na escuridão.

Era eu
Ser loucamente
Que fugia
Na imensidão.

Eras tu
Mulher serpente
Que seduzia
Escravos da paixão.

Era tudo
Corpo e mente
Que traia
Eva e Adão.

Analecto: Antologia Literária. Aracaju: Luz, 1997.




HUMANIDADE

Se pensas como animal
És filho do absurdo,
Gente de prazer!

Se pensas como planta
És filha do medo,
Mulher sem porquê!

Se pensas como homem
És filho da guerra,
Povo a sofrer!

Se pensas como Deus
És filha da poesia,
Humanidade livre ser!

Analecto: Antologia Literária. Aracaju: Luz, 1997.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

Homenagem do Banco Capital ao Dia do Escritor


Conferência e lançamento na III Jornada Acadêmica de São José do Belmonte


No próximo domingo, 28/07, realizarei uma conferência sobre Criação Literária, Crítica e Docência de Letras durante a III Jornada Acadêmica de São José do Belmonte / PE que acontecerá de 26 a 28 de julho. E no sábado, 27/07, farei um recital-lançamento do meu livro “Cantares de Roda”. Saiba mais em http://jornadaacademica2013.blogspot.com.br/