Cleberton Santos (14/05/1979, Propriá/SE) é poeta e professor do IFBA campus Santo Amaro. Mestre em Literatura e Diversidade Cultural pela UEFS. Publicou os livros “Ópera urbana” (2000), “Lucidez silenciosa” ( 2005) “Cantares de roda” (2011), “Aromas de fêmea” (2013), "Estante Viva” (2013 ) e "Travessia de abismos" (2015). Vencedor do Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima da Academia Brasileira de Letras (2002). Este blog é dedicado à divulgação da Literatura e outras Artes.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Elizeu Moreira Paranaguá
Guarda as coisas
que são tuas
para que ninguém
possa roubá-las;
guarda-as
debaixo da Pedra,
para que o Tempo
não as destrua;
guarda,
mas não as esconda;
necessariamente
guarda as coisas
no teu coração.
GIRASOLES
Girasoles
para Lílian Almeida
En las formas de tu cuerpo
recorro verbos infinitos
de angustia y placer
de soledad y demencia
de deleite y tortura.
Mientras inauguro cada mañana
formas lúcidas de amar girasoles.
Traducido por John Galán Casanova*
*Bogotá, Colombia, 1970. Poeta y ensayista. Su primer libro, ALMAC N AC STA, obtuvo el Premio Nacional de Poesía Joven de Colcultura en 1993. Egresado de la carrera de literatura en la Universidad Nacional con un primer acercamiento a la obra de Luis Tejada Cano (“Luis Tejada: Crítica crónica”, Boletín Cultural y Bibliográfico, Banco de la República, Nº 33, 1993). Siguiendo los pasos del gran cronista antioqueño, entre julio del 94 y noviembre de 1995 sostuvo la columna de opinión “En el camino” para el periódico El Espectador. Por esos tiempos se le vio implicado en la creación del grupo de poesía, danza, música, fotografía y video Poesía ácida. Su segundo libro de poemas, El coraz´n portátil, se publicó en 1999. El tercero, AY-YA (1997), apareció en el 2001. Algunos de sus ensayos y artículos han sido publicados por revistas como el Magazín Dominical de El Espectador, Número, El Malpensante, Gaceta de Colcultura y La Hoja de Medellín. Entre 1998 y 2002, John Galán se desempeñó como coordinador y editor de la Red de Talleres literarios Raíz de cinco para las bibliotecas de Comfenalco en Medellín. En 2005 Panamericana Editorial publicó su biografía Luis Tejada. Vida breve, crítica crónica, en su colección Cien personajes – Cien autores. Ha publicado conferencias, entrevistas y traducciones al español de los poetas brasileños Ferreira Gullar y Affonso Romano de Sant’Anna. Así mismo, ha traducido a varios de los poetas brasileños asistentes al Festival Internacional de Poesía de Cartagena, como Damário da Cruz y João de Moraes Filho.
CALANGOS

Primeira paisagem
Um calango espreita a vida
no mormaço de uma tarde estreita.
Sol a castigar o dorso de uma catenga
viúva silenciosa de outro calango morto.
Esticado em terra seca e astrosa
poeta repousa ossos e remorsos.
Segunda paisagem
De cima de um muro
um calango vigia o mundo.
Imperioso e astuto e lépido
contempla a paisagem (surda)
ausculta os pensamentos de um cético.
De cima de um muro
um calango vigia o cego.
Viril e verossímil e audaz
afronta a morte que ronda
seu dorso listrado de couro tenaz.
Concerto para ninar calangos
Silêncio tecido de dor e violinos
crava em meu peito
concerto estapafúrdio
para ninar calangos opalinos.
In: Lucidez Silenciosa (Salvador: EPP Publicações e Publicidade, 2005).
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
FULANA OPERETA
Não percam! Visitem: http://www.fulanaopereta.blogspot.com/
COMENTÁRIOS!
Agora todo mundo pode fazer seus comentários neste blog. Era um defeito de programação. Já resolvi! Aguardo os comentários. Um fraternal abraço, paz e saúde para todos.
Editora UAPE
Poesia Viva em Revista nº 3
Retrata o momento contemporâneo de nossa realidade poética. Neste número, entrevista com o poeta Paulo Henrique Britto e diversos poetas contemporâneos.
Lançamento: Quinta-feira, 29 de novembro19h, na Primavera dos Livros Museu da República, Rio de Janeiro, Brasil.
Vamos lá!
www.uape.com.br
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
ANDRÉ SEFFRIN
André Seffrin
Rio de Janeiro
Grande parte dos nossos poetas mais importantes não publica por editoras conhecidas e costuma passar ao largo dos benefícios (?!) da mídia e do meio acadêmico (este, sempre preso a ícones famosos e irremovíveis). Para a mídia, a imagem evanescente dos fantasmas (a exemplo do volátil JT Leroy) conta no cenário bem mais que um importante poeta de província, desses que não aparecem na televisão nem escrevem sobre os temas da moda. Esta mentalidade anêmica é hoje em parte debelada por alguns sítios (internet) tais como as revistas Cronópios e A máquina do mundo, e o Jornal de Poesia. Ou em livros, como nos dois alentados volumes, com cerca de mil páginas, Dimensões temporais na poesia & outros ensaios (Imago), nos quais César Leal reuniu diversos textos que escreveu sobre poesia brasileira e estrangeira, contemplando igualmente outros ramos do conhecimento (artes plásticas, crítica literária etc.). Em suas interpretações da poesia brasileira, ao longo dos anos ele contribuiu enormemente para a divulgação da obra de poetas ainda pouco estudados como Foed Castro Chamma, Soares Feitosa e Montez Magno. Seu livro é, nesse sentido, um verdadeiro oásis no deserto das relações entre poetas e público.
Na “quarta parte” do segundo volume, César Leal realiza pequena antologia de seus próprios poemas, recentes e antigos. Neles, como nos seus títulos conhecidos (Constelações, Tambor cósmico, Tempo e vida na terra etc.), ele ultrapassa os horizontes terrestres em metafísica que funde mitologia e ciência, figuras arquetípicas e metáforas luminosas, vasto universo feito de “Letras. Formas. Números! / Sol. Pássaros! Rosas! / Arcos, flechas, naves, / Vento, línguas, rodas!” Para além do notável teórico do fenômeno poético e ensaísta dos mais íntegros do nosso pensamento crítico, revela-se poeta protéico de assuntos inexplorados e anticonvencionais. O que se espera de todo grande poeta.
Jorge Tufic é outro exemplo de poeta que nunca usufruiu das benesses da mídia. Em entrevista ao escritor Nilto Maciel (revista Literatura, n. 29, maio/ago. 2005), ele afirmou que a “vocação literária sobrepõe-se ao fascínio da glória, seja ela fácil, por meios duvidosos, seja pela dificuldade em vencer as barreiras da incultura, livresca ou virtual. No meu caso particular, ainda não pude concluir nada acerca de minha persistência em vestir de livro os meus pobres escritos, cujo sucesso fica por conta dos amigos que tenho em Manaus, Fortaleza, e no Acre, sem mencionar as dezenas de pessoas a quem remeto os volumes que assino. O ato de escrever, e de editar, já nos serve de estímulo e consolo.” Suas publicações ficam restritas à província, geralmente em plaquetes que faz circular entre amigos: O sétimo dia (Edições Livro Técnico). Mas são cinqüenta anos de literatura e 43 livros publicados, entre poesia, ficção, ensaio e memórias, obra importantíssima que não devemos perder de vista.
A primeira seção de O sétimo dia reúne sonetos de alta musicalidade numa viagem interior de índole camoniana. “Soneto para Izabel” e “Périplo” estão na clave do que ele mesmo define como fusão do “mármore com a brisa”, como no “Soneto para José Chagas”, no qual flui lirismo de primeira água. Claro, nenhuma conotação parnasiana nesse “mármore”, uma vez que se trata de um pós-simbolista que assimilou muito bem as conquistas do Modernismo. Sua poesia nasce em anotações aparentemente aleatórias, sempre no sentido de fixar, entre sons e cores, imagens novas na velha paisagem do mundo. Assim: “Não sei dizer passarinho / sem dizer passarinhos, / tal como ensinava / a senhora de meus dias. / Ela dizia de um modo / que se via e se ouvia / o ser e o canto / a pluma e o vento; / e, por detrás de tudo, / o canto do encanto / tanto do pássaro / como dos passarinhos. / A´sso-fir, em árabe / são pássaros de pássaro / e pássaro de pássaros.” (“O nome dos sons”)
A rosa anfractuosa (Thesaurus), livro de Fernando Mendes Vianna acintosamente ignorado por quase todos os suplementos literários do país, é o retorno de um grande poeta depois de longa hibernação. Sua poesia metafísica e filosófica exige leitor preparado à sombra da estante, pois seus irmãos atendem pelo nome de Camões e de Pessoa (em especial Álvaro de Campos, pedra de toque), de Cruz e Sousa e de Jorge de Lima. Ora, é sabido que quase todos os poetas da geração de 1950 (Foed Castro Chamma, Hilda Hilst, Walmir Ayala, Mário Faustino, entre outros), criaram magnetizados pela cosmogonia de Invenção de Orfeu e, em determinados momentos, pela concretude verbal pós-simbolista de Cecília Meireles. Foi assim também com Fernando Mendes Vianna. No soneto, ele configura o que antigamente era comum chamar-se de a sua “mundividência”: “Na escuridão claríssima / sou um boi sob o plenilúnio. / A lua anterior era um alfanje / ou a metade de uma guitarra // ceifada no jardim da solidão. / Agora a lua é um mugido / igual a mim, igual à minha / claridade, agonia calma. // Mujo. Sou um boi e mujo / o anúncio de repartir / em viagem sem rumo, viajar // na alma, sem mapa e sem mar. / Boi tornado súbito navio, / e baba vira espuma. E tudo muda.” (“Plenilúnio”)
Poeta bem menos cerebral e filosófico que Fernando Mendes Vianna, mas não menos intenso e habilidoso, Carlos Newton Júnior, em Poeta em Londres (Bagaço), mantém suas linhas de força próximas (apesar do lirismo algo bandeiriano) da dicção de João Cabral de Melo Neto e do cordel nordestino (as heranças ibéricas). Poeta de qualidades incomuns, também ficcionista e ensaísta, ele se inscreve na tradição com a simplicidade e a clareza de um clássico. Ritmicamente complexa, sua poesia ainda é marcada por um contraponto entre o popular e o erudito. Assim, no mesmo passo que explora a “estrofe sonora dos repentes”, realiza poemas em homenagem a Rimbaud (“a vida é breve, breve é o poema / e todo o seu mistério, breve ainda / o som que se articula junto às rimas / e o valor ilusório dessas gemas // em que puseste as mãos de ser maldito”) e a Eliot (“Na esquina dos poetas”, que sem favor algum está entre os mais belos poemas brasileiros do nosso tempo), à pintura de Canalleto e a uma alegoria de Bronzino, imagem que o remete a outras imagens, azul que o remete a outros azuis, ou seja, ao soneto famoso de Carlos Pena Filho.
Ao contrário, a característica primordial da poesia de Mariana Ianelli é o lirismo diáfano – Fazer silêncio (Iluminuras). Em sua poesia predominam atmosferas enevoadas, imagens delicadas e fugazes e um ânimo de celebração (“Ser selvagem”). É poeta intimamente ligada aos temas religiosos e aos climas sonambúlicos da natureza humana. “Sétimo dia”, “Sophia”, “Fazer silêncio”, “Fênix” e “O outro lado” são poemas definidores de sua personalidade poética e estão entre os melhores do livro. Em momentos menos felizes, sua matéria se esgarça ao ponto de tocar o prosaico (ver o poema quase narrativo “Os desaparecidos”). No conjunto, é uma legítima herdeira do simbolismo pré e pós-modernista – no sentido de que poderia ter sido revelada, sem causar espanto, ao lado dos muitos poetas compendiados por Andrade Muricy no segundo volume de Panorama do movimento simbolista brasileiro. Sua família espiritual, portanto, é a dos integrantes do grupo da revista Festa, ao qual pertenceu Tasso da Silveira, cantor dos instantes fluidos e das vagas sombras fugidias.
Márcio Catunda, em Sintaxe do tempo (Imprece), fala outra língua e habita outro universo. Pode e deve ser lido na vertente política de Moacyr Félix e José Alcides Pinto que, não por acaso, assina o texto de apresentação. Alcides Pinto o irmana a Lorca e César Vallejo, entre outros “defensores dos espoliados e excluídos”. Seu ânimo político é catalisado pela densidade lírica, e em “Pragmatismo e tânatos” configura-se a sua arte poética: para Márcio Catunda, ao fim de tudo cada poeta terá “apenas o que deixou por escrito”. Assim como Luís Pimentel, que em O calcanhar da memória (Bertrand Brasil) igualmente configura sua arte poética em poemas como “Traçado” e “À toa”, ao sentir que poesia é “mão de obra, / um fazer e refazer-se / eternamente”, e ao encarar essa lida num paralelo com a da aranha que “vai vivendo do que tece”. Desse ângulo, Catunda e Pimentel escrevem poesia comprometida com o seu tempo e acessível ao leitor comum.
Entre tantos nomes e tendências importantes, devemos ainda registrar três estréias. Henrique Marques Samyn com Poemário do desterro (Fábrica de Livros) circula em amoroso convívio por ruas, seres e carnavais do Rio de Janeiro. É um poeta da cidade do Rio, como o foi outrora Mário Pederneiras. E não à toa encontra em João do Rio o motivo para um de seus melhores poemas, “Dentro da noite”. Às vezes lhe falta espontaneidade (talvez caminhe demasiadamente preso à métrica e à tradição), no entanto não anda distante do frêmito da vida. Em Elisa Andrade Buzzo, Se lá no sol (7Letras), o eu lírico se mostra limpo de adereços, num auto-policiamento às vezes excessivo e em jogos verbais um tanto insólitos, como no poema que dá título à coletânea. Vale destacar a homenagem a Chaplin, com seus ecos drummondianos. Já Cleberton Santos, em Lucidez silenciosa (EPP Publicações e Publicidade), valoriza palavras raras, sonoras e requintadas, mais no sentido do adorno que da estrutura. “Composição para flauta” dá a medida de seu potencial lírico: “Faço versos com retalhos de vida / fios de cabelos que apascento nos dedos”.
(Jornal Gazeta Mercantil, caderno Fim de Semana, 4 e 5 de março 2006)
ROGÉRIO SALGADO
Por Rogério Salgado (Poeta e Jornalista)
Vencedor do Projeto de Arte e Cultura do Banco Capital ano IV, Lucidez Silenciosa (EPP Publicações e Publicidade) é um livro, antes de tudo, visceral, desses arrancados do âmago do autor, composto de poemas polidos em sua técnica, sem deixar de emanar emoções no leitor mais desavisado. São 40 poemas que levam à reflexão por não serem escritos ao acaso. Cada palavra, cada linha estampada no branco do papel nota-se que foi muito bem pensado. Cleberton Santos, seu autor, não está preocupado em seguir vertentes literárias e nem com o academismo ou vanguardismo que rola por aí, sua poesia está comprometida somente com a função meramente correta de poetar e dizer ao mundo que o rodeia, aquilo que rola na sua cabeça de poeta. Feito de uma poesia simples, seus poemas contem, antes de tudo, a beleza que todo bom poema que se preze precisa ter. A poesia de Lucidez Silenciosa vem impregnada de lirismo, não aquele lirismo “lugar comum” que se observa nos poetas de baixa qualidade literária, mas um lirismo natural, dos grandes poetas. Nota-se em seu conteúdo que o autor não é nenhum “poetégo”, desses que se preocupam somente com seu próprio umbigo, mas sim com quem por acaso, venha a abrir a primeira página e viajar nas suas entrelinhas. Vejamos: “Meus olhos ardem na tarde do cais. / Posto que teu corpo / já não existisse, / meus olhos não arderiam mais. / Meus olhos ardem na ca(l)ma da tarde. / E sob teu corpo / lírios arfam teus seios. / Na tarde tarde meus olhos ainda ardem.
Cleberton Santos é poeta, crítico literário e professor de literatura. Natural de Propriá, reside atualmente em Feira de Santana/BA. Publicou em 2000 Ópera Urbana (Poesia), pelo Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana. Foi vencedor do Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima, da Academia Brasileira de Letras, em 2002. Publicou na revista iararana 9. Participou dos projetos Malungos, Poesia na Boca da Noite, Caruru dos 7 Poetas, VII Bienal do Livro da Bahia 2005. Atualmente realiza mestrado em Literatura e Diversidade Cultural na Universidade Estadual de Feira de Santana.
Lucidez Silenciosa é um desses raros livros de poesia que se pede para reler imediatamente. Contatos com o autor através de correspondência: Rua Araguacema, 94. Feira de Santana/BA. Cep 44021-000. Ou pelo e-mail clebertonpoeta@bol.com.br
(Rogério Salgado, Jornal Correio do Sul, Minas Gerais, 07/04/2006)
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
ÓPERA URBANA
CICATRIZES POÉTICAS
Uma linguagem poética sempre rasurada pela carnalidade da paixão e transfigurada em arte pelo laborioso trabalho estilístico da língua em seu curso de sempre renovadas águas.
Ora um poeta cheio de cicatrizes amorosas, ora um anjo cheio de quimeras, ora um inquilino das saudades que resgata em formas e ritmos variados vivências do menino que sempre habita no homem construtor de belíssimas fábulas poéticas.
Os versos de Adriano Eysen acendem um fósforo dentro da noite para clarear o obscurecido espírito humano e reacender nos candeeiros da memória antigos símbolos e valores que transcendem a pequenez do mundo covarde que habitamos.
Convertendo seus desejos e sua sensibilidade estética em vãs aventuras líricas, o poeta segue sempre galopando nesta brava e singela tarefa de criar mundos expressivos através de seus sonetos, sextilhas, tercetos, elegias e odes que buscam, em última instância, comungar com os leitores a beleza da linguagem em suas múltiplas faces desconhecidas.
Em cada poema vai compondo uma estranha valsa que avança num movimento dialético de interiorização e exteriorização do olhar lírico que ilumina, a um só tempo, as memórias e os sonhos do poeta e a percepção crítica sobre o mundo presente que o rodeia com seus tormentos e decepções sociais.
Eis, aqui, amigo leitor, um poeta que sabe domar o galope da ventania lírica.
* Texto de Cleberton Santos publicado na orelha do livro Cicatriz do silêncio (2007), do poeta baiano Adriano Eysen. Livro lançado através do Projeto de Arte e Cultura do Banco Capital.
domingo, 28 de outubro de 2007
PRÊMIO PARA GABRIEL FERREIRA
Parabéns!
E viva o diálogo entre as artes!
Gabriel Ferreira
IMAQ Artes Plásticas (75) 9191-9772
www.sougabrielferreira.blogspot.com
breve no ar http://novagaleria.blogspot.com para você adquirir sua tela!!!
CORREIO DAS ARTES 44
Com dois livros infantis lançados simultaneamente por duas grandes editoras nacionais – Rocco e Planeta – o paraibano André Ricardo Aguiar coloca de vez seu nome entre os grandes autores de literatura infanto-juvenil contemporâneos.
André Ricardo Aguiar e a literatura infanto-juvenil é destaque desta semana do Correio das Artes, que traz, ainda, matéria de Rodrigo de Souza Leão sobre novo livro de Flávia Savary.
Confira a matéria na íntegra no Blog do Correio das Artes A matéria sobre o retorno de Velta e as outras anunciadas neste Boletim podem ser acessadas, a partir de segunda-feira, no Blog do Correio das Artes. O endereço: http://cd-artes.blog.uol.com.br O site Cronópios também republica algumas matérias divulgadas neste boletim.
O endereço: http://www.cronopios.com.br/site/default.asp Confira também, na Internet, a comunidade do Correio das Artes no Orkut: O endereço: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4683374
Leia também na edição 44 da revista do Correio das Artes: • Ronaldo Costa Fernandes diz a Linaldo Guedes que não há nada mais virtual que a literatura; • João Batista fala sobre filmes que mudam de títulos em países da mesma língua; • Rodrigo Capella conta detalhes do novo filme de Ricardo Zimmer; • Hildeberto Barbosa Filho, Ronaldo Cunha Lima e Cláudio Murilo Leal escrevem sobre obra de Elizabeth Marinheiro; • Linaldo Guedes diz que Sérgio de Castro Pinto é cristal entre os poetas; • Rinah Souto e a obra de Padre Antônio Vieira; • Paulo Tarso Cabral de Medeiros fala dos haicais de Wandi Doratiotto; • Astier Basílio comenta peça sobre Renato Russo; • Um conto de Cristhiano Aguiar; • Poemas de Sérgio de Castro Pinto e Luiz Estrela Matos; • Na seção Rodapé, Rinaldo de Fernandes fala das coisas de Chico Buarque; E mais: • Na seção Estou Lendo, as sugestões de Petra Ramalho e Eliane Cristina; • Em Lançamentos, “O cristal dos verões”, de Sérgio de Castro pinto (Escrituras), “Os saltimbancos”, de Chico Buarque (José Olympio) e “Fidelidade obrigatória e outras deslealdades”, de Regina Navarro Lins e Flávio Braga, 2007; • E-mails e cartas dos leitores. O Correio das Artes é o suplemento literário mais antigo em circulação no Brasil. Circula encartado, mensalmente, aos finais de semana no Jornal A União, em João Pessoa, Paraíba, em formato revista. Fundado por Édson Régis em 27 de março de 1949, é editado por Linaldo Guedes, reportagens de Calina Bispo e Patrícia Braz, tem como colunistas João Batista de Brito, Amador Ribeiro Neto, Hildeberto Barbosa Filho, Astier Basílio e Rinaldo de Fernandes, editoria de Artes de Cícero Félix, diagramação de Roberto Amorim e está aberto a colaborações de qualquer parte do país. Correspondências e contatos com a editoria do suplemento: Joaquim Nonato de Aquino, 212, Jardim Planalto, João Pessoa/PB, CEP 58088-095 ou pelos e-mails: linaldoguedes@uol.com.br e linaldoaquino@ig.com.br
Blog do Correio das Artes na Internet: http://cd-artes.blog.uol.com.br
Blog do editor do suplemento: http://linaldoguedes.blog.uol.com.br
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
CICATRIZ DO SILÊNCIO
domingo, 23 de setembro de 2007
PRÊMIO BANCO CAPITAL 2007
O poeta Adriano Eysen e o Banco Capital convidam a todos para o lançamento do novo livro de poemas CICATRIZ DO SILÊNCIO (Prêmio de Arte e Cultura Banco Capital 2007).
Data: 10/10/2007 (quarta-feira)
Horário: 19h30min
Local: Solar Cunha Guedes (Corredor da Vitória), Salvador, Bahia.
sábado, 22 de setembro de 2007
Prêmio Waly Salomão - ALJ
Prêmio Waly Salomão
Homenagem ao saudoso poeta jequieense.
Realização: Academia de Letras de Jequié, Diretoria de Cultura da Prefeitura Municipal de Jequié e Universidade do Sudoeste da Bahia, com apoio do Hospital de Olhos Calheira e da Prontolab.
Poesia:
1º lugar: Calçada Ribeirinha, de Cleberton Santos (Feira de Santana, BA)
2º Lugar: Holofote, de Edmar Vieira (Maracás, BA)
3º Lugar: Visão, de Mayrant Gallo (Salvador, BA)
Poesia - Menções Honrosas:
Como o salto antes da queda, de Márcia Maia (Recife, PE)
Sobre Pães de Mel, de Flávio Machado (Rio de Janeiro, RJ)
Outros Mares, de Tatiana Caldas (Rio de Janeiro, RJ)
Salomão e Eu, de Neuaci Paiva (Dianópolis, TO)
Manual de Redação Técnica, de Vênus Couy (Belo Horizonte, MG)
Canto, de Cleberton Santos (Feira de Santana, BA)
Diário do Narciso Moderno, de Marcos Alqueire (Joinville, SC)
Subjetivo, de Edson Almeida (Anchieta, SC)
Libélula, de Lari Franceschetto (Veranópolis, RS)
Mulher, de Regina Pimentel (São Paulo, SP)
Prosa:
1º Lugar: O Valor da Razão, de Carlos Alberto Pessoa Rosa (Atibaia, SP)
2º Lugar: Perfeição, de Elder Ferreira Lima (Mataguaçu, MS)
3º Lugar: Covardia, de Edson Rangel de Almeida (Anchieta, SC)
Prosa - Menções Honrosas:
Os fantásticos efúgios da leporídea n. 40, de Andréia Moroni (Barcelona, Espanha)
Honra ao mérito, de Celso Antônio Silva (São Paulo, SP)
Gol de dedão, de Diogo Costa (Salvador, BA)
Do outro lado do sol, de Fernanda Cupolillo Miana de Faria (Niterói, RJ)
Château D`Orly, de João Paulo Vaz (Rio de Janeiro, RJ)
Concerto para bebum, de José Flávio de Freitas (Rio de Janeiro, RJ)
A demora de cada um de nós, de Márcia Bechara (São Paulo, SP)
Como um Goya, de Márcio Maia (Recife, PE)
Marcone Barros (Araguaina, TO)
O silêncio do observador de gaivotas, de Walter Santos (Vitóriade Santo Antão, PE)
Comissão Avaliadora - Poesia:
Ruy Espinheira Filho
José Inácio Vieira de Melo
Valéria Mota
Comissão Avaliadora - Prosa:
Kátia Borges
Carlos Barbosa
Dermival Rios
A entrega do Prêmio acontecerá no dia 11 de outubro de 2007, em Jequié.
domingo, 19 de agosto de 2007
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
SANDRO ORNELLAS
Sobre o autor: Nasci em Brasília-DF, 07 de dezembro de 1971, e moro em Salvador-BA. Publiquei SIMULAÇÕES (Salvador, Fundação Casa de Jorge Amado, 1998) e TRABALHOS DO CORPO (Rio de Janeiro, Letra Capital, 2007).
Confira mais em: http://simuladordevoo.blogspot.com/
quinta-feira, 19 de julho de 2007
ANIVERSÁRIO DO MAC
Convidamos para a celebração dos 11 ANOS DO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE FEIRA DE SANTANA no dia 25 de julho, às 20:00 horas, com vernissagem da exposição de Maristela Ribeiro (pintura); Davi Bernardo (desenho), José Arcanjo (instalação) e Pithon (esculturas), além da participação de Araylton Públio recitando poemas do seu último livro "Trovares" que estará sendo relançado.
Organização: Edson Machado
quarta-feira, 18 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
DIÁRIO IV: Sânzio de Azevedo
NORDESTE 2
Para Luciano Maia
Audaz e encourado,
ligeiro, irrompe o vaqueiro
do mato cerrado.
Salve a grande poesia brasileira! Salve o poeta Sânzio de Azevedo, um vaqueiro encourado de metáforas que anuncia as singelezas do mundo pelas formas pequenas, mas que rebrilham intensamente como Lanternas cor de aurora.
Boa leitura!
AZEVEDO, Sânzio de. Lanternas cor de aurora. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2006.
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Alex Macedo & Tito Gonçalves
Voz, piano e violão.
Alex Macedo & Tito Gonçalves
Bar e Espaço Cultural: Cidade da Cultura / Feira de Santana
21:00 horas
13/07/2007 (Sexta-feira)
BIBLIOTECA POETA DOUGLAS DE ALMEIDA
O Projeto de Leitura e Literatura irá circular na forma de Biblioteca Itinerante levando educação e cultura para comunidades do Subúrbio Ferroviário de Salvador com exposição de livros de contos, poesia, teatro, fotografia, história, romance e outros. A Biblioteca Itinerante ainda vai contar com uma programação de Teatro de Bonecos, Contação de Histórias, Oficinas de Literatura, Exposição de Artes Plásticas e Oficinas Criativas Diversas.
O evento de Lançamento do Projeto de Leitura e Literatura com a inauguração da Biblioteca Itinerante Poeta Douglas de Almeida terá uma vasta programação com Encenação Dramática de Contos Literários e Poesias, por atores membros do Grupo Outra Metade, Recital Livre de Poesias com intérpretes convidados e Recital com Literatura de Cordel.
Inauguração: Biblioteca Itinerante Poeta Douglas de Almeida
Dia 14 de julho (sábado) de 2007 às 19h
Cine-teatro Plataforma, Praça São Brás
Bairro de Plataforma
Realização: Grupo Cultural Outra Metade
Informações: 71 3401-0143 (Néa Cerqueira) 9104-7444 (Jorge Ravinny)
Cine-teatro Plataforma: 3398-4769
E-mail: gcoutrametade@ig.com.br
Artigo de Wesley Barbosa Correia
Wesley Barbosa Correia
http://www.revista.agulha.nom.br/ag58filho.htm
domingo, 8 de julho de 2007
DIÁRIO III: Florisvaldo Mattos
Boa leitura!
MATTOS, Florisvaldo. Travessia de oásis: a sensualidade na poesia de Sosígenes Costa. Salvador: Secretaria da Cultura e Turismo, 2004.
TRIBUNA CULTURAL
1. Madrugada qualquer (poesia). 22/09/2002, n 12, p. 02
2. Memórias urbanas na poética de Godofredo Filho (artigo). 22/12/2002, n 23, p. 03
3. A sinfonia dos crisântemos (poesia). 16/03/2003, n 33, p. 02
4. Três olhares poéticos (poemas). 25/05/2003, n 42, p.03
5. Dia escuro (poema). 01/06/2003, n 43, p. 04
6. O Reinol das Alagoas (artigo sobre José Geraldo Marques). 29/06/2003, n 47, p. 02
7. Tribuna Cultural: convergências literárias (artigo comemorativo). 17/07/2003, n 50, p. 04
8. El duende na poesia dos repentistas (artigo). 17/08/2003, n 54, p. 03
9. Violino apaziguado (conto-poema). 09/09/2003, n 28, p. 02
10. Poeta do infindável tempo (artigo sobre Moacir Eduão). 21/09/2003, n 59, p. 02
11. El pázaro azul (poema). 07/12/2003, n 70, p. 04
12. Canção da Amiga (poema). 25/01/2004, n 77, p. 02
13. A poesia cativante de Cyro de Mattos (artigo). 28/03/2004, n 86, p. 02
14. O poeta nas entranhas da cidade (artigo sobre Reynaldo Valinho Alvarez). 23/05/2004, n 93, p. 03
15. Poema sexagenário (poesia). 13/06/2004, n 96, p. 01
16. João de Moraes Filho: um poeta, sem redundâncias. (entrevista). 20/06/2004, p. 01
17. Carlos Ayres de Britto, um canto à vida. (artigo). 25/07/2004, p. 02
18. Composição para flauta. (poema) 17/10/2004, n. 113, p. 02
19. A Poesia de Elder Oliveira: força e encantamento.(artigo) 31/10/2004, n. 115, p. 02
20. Testemunho de uma época: a literatura em jornais. (resenha do livro de Benedito Veiga) 05/12/2004, nº 120, p. 03
21. Galos (poema). 20/03/2005. n 132, p. 04
22. A nudez da palavra poética em Roberval Pereyr (artigo). 27/03/2005, n 133, p. 03.
23. Tecelã de músicas e mistérios (artigo sobre Myriam Fraga) 03/04/2005, n 134, p. 03
24. O MAC e os novos poetas: a visibilidade de Nívia Maria. (artigo). 29/05/2005, n 140, p. 02.
25. Romaria Lírica. (Entrevista com José Inácio Vieira de Melo) 05/06/2005, n 141, p. 01-02.
26. A Lucidez Silenciosa de Cleberton Santos (entrevista) 11/08/2005, n. 153, p. 1-2.
27. Segunda paisagem (poema) 09/10/2005, n. 157, p. 04.
28. Florisvaldo Mattos: 40 anos de celebração poética.(artigo) 30/10/2005, n. 160, p. 01.
29. Cronista urbano. (artigo sobre Lima Barreto) 10/12/2005, n. 166, p. 03
30. Soneto da obsessão (poema) 01/07/2006, n. 173, p. 04.
sábado, 7 de julho de 2007
JOAO DE MORAES FILHO
A OFICINA DE INVESTIGAÇÃO E CRIAÇÃO LITERÁRIA POESIA OUVIDA é um projeto da Casa de Barro Ações Culturais, Organização não Governamental, sem fins lucrativos, fundada em 25 de julho de 2005, em Cachoeira, Recôncavo Sul da Bahia, e que tem por finalidade a disseminação e valorização das manifestações artístico-culturais do Recôncavo baiano e a preservação de seu patrimônio material e imaterial.
Coordenação do Poeta João de Moraes Filho.
Casa de Barro Ações Culturais
http://www.poesiaouvida.blogspot.com/
Araken Vaz Galvão
http://arakenvaz.blogspot.com/
quinta-feira, 5 de julho de 2007
CURSO CASTRO ALVES 2007 - II COLÓQUIO DE LITERATURA BAIANA
Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística - UFBA
Programa de Pós-Graduação em Literatura e Diversidade Cultural - UEFSC
oordenação: Aleilton Fonseca
Prezados(as) colegas e colaboradores:Este ano, o Curso Castro Alves 2007 - II Colóquio de Literatura Baiana acontece nos dias 17,18 e 19 de julho, na Academia de Letras da Bahia.Além das mesas principais às 17h, teremos duas sessões de comunicações, nos dias 18 e 19, das 14h30 às 16h40.São apenas 20 vagas para comunicações sobre temas, autores, obras ou questões de literatura baiana.As inscrições para ouvintes vão até o dia 12/07 (ou, eventualmente, até 17/07, no início do curso, se ainda houver vaga).São apenas 120 vagas no total.As inscrições para apresentação de trabalho vão de 28 de junho a 10 de julho, enquanto houver vaga.Para participar, por favor, solicite/preencha a ficha de inscrição e envie para o e-mail aleilton@terra.com.br . As inscrições serão aceitas enquanto houver vaga. Após receber o e-mail de aceite, você poderá efetuar o pagamento da taxa de inscrição conforme instruções que irão anexas.Serão conferidos certificados de 12 horas aos participantes (com valor de atividade complementar para graduandos).Pedimos, por obséquio, divulgar esta circular a alunos, colegas e outros eventuais interessados.Atenciosamente:Aleilton Fonseca - CoordenadorPROGRAMA:Curso Castro Alves 2007 - II Colóquio de Literatura BaianaPeríodo: 17, 18 e 19 de julhoLocal: Academia de Letras da Bahia - Av. Joana Angélica 198 - Nazaré17 de julho - Terça-feira 17h - Jorge Calmon e Castro Alves - O jornalista e o poeta Lizir Arcanjo Alves (UCSal)17h30- O Decenário da morte de Castro Alves Consuelo Pondé de Sena (IGHB/ALB)17h50 - A dimensão espacial do poeta Castro Alves Edivaldo Boaventura (UFBA/ALB)18h30 - Lançamento do livro Castro Alves: um parque para o poeta, de Edivaldo Boaventura
> 18 de julho - Quarta-feira14h30 - Sessões de comunicações17h - Poetas em diálogo (Depoimentos, poemas, debates) Myrian Fraga - Florisvaldo Mattos - Fernando da Rocha Peres Coordenador: Aleilton Fonseca (UEFS/ALB)19 de julho - Quinta-feira14h30 - Sessões de comunicações17h - Luís Gama e Castro Alves: rupturas e convergências na poética oitocentista Adriano Eysen (UNEB)17h30 - Castro Alves: aspectos de sua recepção crítica Benedito José de Araújo Veiga (UEFS)18h - 10 anos da Camerata Castro Alves Marcos Santana (Mestrando-UNEB) e Paulo Nery (Camerata Castro Alves)18h30 - Sarau como antigamente (Apresentação lítero-musical da Camerata Castro Alves)FICHA DE INSCRIÇÃOACADEMIA DE LETRAS DA BAHIACURSO CASTRO ALVES 2007 - II COLÓQUIO DE LITERATURA BAIANA17 a 19 de julho, das 14h30 às 19h30 - na ALB, em Salvador - BahiaFICHA DE INSCRIÇÃOIdentificação:Nome completo: _____________________________________________________( ) Professor ( ) Outra profissão:____________________ ( ) Escritor( ) Outro( ) Estudante de Pós-Graduação em: ______________________________________( ) Estudante de Graduação em:__________________________________________( ) EstudanteEndereço: Rua/Av.: ____________________________________________nº ______Complemento: ____________________ Cidade:_________________ Estado _______Cep:______________________ Tel: __________________Fax:_________________e-mail:_____________________Instituição a que pertence: _______________________________________________Forma e taxa de Inscrição:( ) Estudante/graduação (ouvinte) - valor R$ 5,00( ) Estudante/graduaçãoc/Apres. de Comunicação (IC ou pesquisa, com orientador) - valor R$ 15,00( ) Profissional/pós-graduando/outro (ouvinte) - valor R$ 20,00( ) Profissional/pós-graduando/outro (c/ Apres. de Comunicação) - valor R$ 30,00Titulo da Comunicação:_____________________________________________________Data: ___/___ /2007.OBS: Após o envio, receberá o e-mail de ACEITE e instruções para pagamento da taxa.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
DIÁRIO DE UM POETA-LEITOR II
Boa leitura!
BRASIL, Assis. A poesia baiana no século XX. Rio de Janeiro: Imago; Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1999.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Revista Correio das Artes
Correio das Artes
http://cd-artes.blog.uol.com.br/
O Correio das Artes é o suplemento literário mais antigo em circulação no Brasil. Circula encartado, quinzenalmente, aos finais de semana no Jornal A União, do Governo do Estado, em João Pessoa, Paraíba, em formato revista. Fundado por Édson Régis em 27 de março de 1949, é editado por Linaldo Guedes e tem editoria de Artes de Cícero Félix. Está aberto a colaborações de qualquer parte do país pelo e-mail linaldoguedes@uol.com.br.
A POESIA BAIANA NO SÉCULO XX
LÍNGUAS E CULTURA NO MUNDO: CAMINHOS E CONSTRUÇÕES que será realizado no CEFET – Salvador, durante os dias 27, 28 e 29 de junho de 2007.
Contatos:
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DA BAHIA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LINGUAGENS
COORDENADORIA DE LINGUAGENS
Rua Emídio Santos, s/n – Barbalho Salvador – Bahia – Brasil / CEP: 40.300-010
Telefones: (71) 2102-9400/2102-9401 (PABX)
DCHL: (71) 2102-9490/2102-9491
Coordenadoria de Linguagens: (71) 2102-9523
JORNAL DE POESIA de Soares Feitosa
Soares Feitosa - Jornal de Poesia
Rua Barbosa de Freitas, 951, 1°, 10
60170-020, Aldeota, Fortaleza, Ceará, Brasil
http://www.secrel.com.br/jpoesia/clebertonsantos.html
POESIA NA BOCA DA NOITE 2007
04 / 09 / 2007 – Linaldo Guedes e Márcia Tude
02 / 10 / 2007 – Martha Galrão e Wesley Correia
06 / 11 / 2007 – Goulart Gomes, Kátia Borges, João de Moraes Filho e Rita Santana
Local: Grande Sertão – Rua Adelaide Fernandes Costa, 122 – Costa Azul
(Em frente à Cantina Cortile)
Salvador – Bahia – Brasil Couvert: R$ 5,00
MAIS INFORMAÇÕES:
FONE: (73) 8118 9442 / (73) 3526 1936
E-MAIL: jivm@ig.com.br
domingo, 24 de junho de 2007
DIÁRIO DE UM POETA-LEITOR: Hildeberto Barbosa Filho
“Faço aqui, algumas reflexões acerca da natureza da poesia, sobretudo vista em sua dimensão espiritual, e do poema, principalmente na sua materialidade lingüística. Também procuro comentar certas idéias sobre o poético desenvolvidas por autores como T. S. Eliot, Paul Valéry, Jean Paul Sartre, Jorge Luís Borges, Ferreira Gullar e Lêdo Ivo. Meu objetivo é discutir conceitos de maneira aberta e plural, em estilo simples e quase didático, no sentido de fazer deste A luz e o rigor – talvez uma definição justa, se tal é possível, para o poema – uma pequena propedêutica para uma pedagogia do poético.” (p. 07)
A todos uma boa leitura!
BARBOSA FILHO, Hildeberto. A luz e o rigor: reflexões sobre o poético. João Pessoa: Editora Manufatura, 2006.
Contatos: Editora Manufatura, Rua Juvenal Mário da Silva, 1108, Manaira, João Pessoa – PB. (83) 3246-1121
sexta-feira, 22 de junho de 2007
PRÊMIO BANCO CAPITAL 2007
O livro de poemas CICATRIZ DO SILÊNCIO será lançando em agosto de 2007, confiram o poema-título:
Cicatriz do silêncio
Um fósforo dentro da noite
risca o rosto
obscuro do homem.
E um morcego
cicatriza o silêncio
que se retorce dentro do menino.
O homem e o menino
são dois punhais
que cortam minha epiderme.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
A INFÂNCIA DO CENTAURO - JIVM
quinta-feira, 14 de junho de 2007
BANDA GATOS PINGADOS
A apresentação da banda GATOS PINGADOS foi uma beleza total. Música verdadeiramente da boa, com arranjos sensacionais. Perfomance espetacular do poeta e grande músico Tito Gonçalves nos teclados e a mágica desenvoltura do artista plástico e músico Jorge Galeano. Uma noite incrível! Não percam a próxima apresentação!
SHOW DA BANDA GATOS PINGADOS,
SAMBA JAZZ
BAR DO SEU ZÉ
21:00 hs
16/06/2007 (Sábado)
terça-feira, 22 de maio de 2007
PRÊMIO LITERÁRIO VALDECK ALMEIDA DE JESUS
PRÊMIO LITERÁRIO VALDECK ALMEIDA DE JESUS
Poesia, poesia e crônica, poesia e contos, poesia concurso, concurso de poesia, antologia de poesia, antologia poética, valdeck poeta, poeta valdeck, carlos drummond de andrade, cecília meireles, lia luft, cora coralina
http://www.literaturaecritica.blogspot.com/
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Encontro Nacional sobre Ensino-Aprendizagem de Leitura e Escrita
(Encontro Nacional sobre Ensino-Aprendizagem de Leitura e Escrita)
Local: UEFS - Módulo II, Campus Universitário
Data: 18 a 20 de junho de 2007
Promoção: Departamento de Letras e Artes
Grupo: GEALE
Objetivos: Integrar pesquisadores, professores e alunos de diferentes níveis de ensino, diferentes realidades e contextos, no intuito de discutir e propor novas estratégias de ensino-aprendizagem de leitura e escrita, seja em língua primeira seja em línguas estrangeiras, a fim de apontar novos caminhos para a educação brasileira no que concerne a leitura e a escrita, além de divulgar as pesquisas realizadas em cada uma das instituições participante.
Público alvo: professores dos três níveis de ensino, alunos de graduação e pós graduação em qualquer curso.
Coordenação Geral: Profa Dra Girlene Lima Portela (DLET/UEFS) lima@uefs.br
Secretária: Daiane Souza Aragão - daianesc84@hotmail.com
E-mail para envio das propostas eneale@ig.com.br
Segunda–feira (18/06)
8:00 Entrega de pastas, confirmação das inscrições
9:00 Abertura do Encontro
9:30 Conferência: O papel da leitura-escrita na produção e atualização do conhecimento. Profa. Dra. Girlene Lima Portela
14:00 Mesa redonda: Poesia baiana contemporânea: do cânone ao marginal
Coordenador: Prof. Dr.Roberval Pereyer (UEFS)
Participantes:
Prof. Ms.Adriano Eysen Rego (UNEB)
Prof. Ms.Cleberton Santos (CEFET/Valença)
Terça-feira (19/06)
8:00 Oficina de criação literária- Cleberton Santos
Programação completa confira: www.uefs.br
LANÇAMENTOS DE Flávia Savary
Atendendo a súplicas, lamúrias, pedidos e novenas, dia 30 de maio (quarta-feira), temos um encontro marcado.
Ao meio-dia, durante o 9º Salão FNLIJ, no MAM (Museu de Arte Moderna) - Rio de Janeiro, estarei lançando estes dois maravilhosos livros abaixo.
Não perca essa única oportunidade de encontrar a escritora mais rara de se ver ao nível do mar. Outra chance igual, só Deus sabe quando!
Então, fica combinado: dia 30, às 12 horas, no estande 24, a gente se vê.
Caminhando, vamos fazer a melhor escolha: ir ao salão, no dia 30!
Saudações lítero-serranas,
Flávia Savary
Visite o site: www.flaviasavary.com
domingo, 20 de maio de 2007
Poema de Wesley Barbosa Correia
O céu de estrelas
é fosco.
A luz da casa pobre,
azul e distante,
é um farol a explodir
de idéias.
Farol amarelo ocre.
Teu verso raro,
incognoscível,
que força traz?
Wesley Barbosa Correia
João Pessoa, verão de 2007.
Ecos da História na poesia lírica de Florisvaldo Mattos
Cleberton dos Santos: Ecos da História na poesia lírica de Florisvaldo Mattos (p. 123).
Disponível em: http://www.uesb.br/sethil/anais_1.
domingo, 15 de abril de 2007
poema INFÂNCIA
LEITORES OU SOLETRADORES?
A verdadeira leitura possibilita ao homem uma compreensão e interpretação profunda dos fenômenos que ocorrem no mundo que o cerca. Claro que não estou me referindo ao ato da mera e superficial soletração de letras, sílabas e palavras. Ato mecânico que poderá ser realizado por qualquer robô devidamente programado. Quando falo em LEITURA penso na leitura plena, nos múltiplos sentidos da palavra, nos contextos que envolvem cada texto, nas entrelinhas que dizem outros mistérios, nos silêncios que lançam enigmas ao leitor.
Neste momento, muitas pessoas devem estar se perguntando: Eu sou um leitor ou um soletrador de textos?
Infelizmente, a maioria dos jovens que saem das escolas brasileiras são meros SOLETRADORES. Sim, são SO-LE-TRA-DO-RES!
Mas se o objetivo da escola é educar o cidadão para ser um grande LEITOR, qual tem sido o problema? Eis o nó da questão!
O engano social já começa em atribuir à escola o poder absoluto na formação do futuro leitor-cidadão. A leitura é um ato sociocultural e, portanto, deve ser praticada em todos os espaços da sociedade, principalmente, na família. Porém, o que se tem visto é um total descaso com a prática da leitura nos diversos meios sociais. E para completar a tragédia brasileira, o espaço social considerado “templo da leitura”, a escola, também tem relegado esta atividade aos bastidores do teatro do ensino-aprendizagem.
Leitores e soletradores são facilmente identificáveis em suas atitudes sociais. Os soletradores tendem a decorar informações para uso momentâneo de satisfação imediata. Leitores são mais inquietos e buscam dialogar com as informações, avaliá-las, interpretá-las e até mesmo reescrevê-las, dando assim continuidade ao conhecimento humano. Os soletradores são pontes quebradas que levam ao abismo da ignorância. Os leitores são águias que enxergam além dos horizontes.
Escolas, famílias, igrejas, partidos, clubes, segmentos de todos os grupos sociais uni-vos em prol da transformação urgente de nossos capengas soletradores em magníficos leitores.
Façamos valer as sábias palavras do poeta Castro Aves:
Oh! Bendito o que semeia
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe—que faz a palma,
É chuva—que faz o mar.
Publicado no jornal Valença Agora, Valença – BA, 12/04/2007 a 18/04/2007, nº 101, p. 13.